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19.4.09

Banda larga móvel pode receber aporte bilionário para se desenvolver

CONVERGÊNCIA DIGITAL


No encontro de líderes do G-20, que acontece esta semana, em Londres, na Inglaterra, o setor de telecomunicações, em documento oficial, garantiu estar preparado para criar uma infraestrutura voltada para a economia digital, capaz de gerar 25 milhões de empregos nos próximos cinco anos.

O recado foi claro: A proposta não é um plano de resgaste mas, sim, de investimento. As contrapartidas governamentais seriam a liberação de frequências necessárias para a nova rede, além da garantia de um cenário regulátorio estável e previsível. Se isso concretizado, o aporte prometido poderá ampliar o PIB mundial em até 4% até 2013, além de conectar 2,4 bilhões de pessoas à Web.

"Não queremos um plano de resgate. Desejamos investir", afirmou Michael O'Hara, vice-presidente de marketing da GSM Association, entidade que reúne operadoras e fornecedoras de telecom, contrastando o setor com os bancos, cujo futuro é um dos temas centrais na reunião do G20 - que reúne líderes dos países ricos e emergentes para discutir uma saída para a crise financeira que abalou a economia mundial. A proposta é objetiva: O aporte pode chegar a US$ 550 bilhões.

No documento, entregue à organização do G-20, o setor reitera que investir em banda larga móvel permitirá conectar milhões de pessoas à Internet, especialmente, nos chamados países emergentes onde hão há uma demanda de serviços tradicionais por meio da telefonia fixa, caso do Brasil, por exemplo. Pesquisas de mercado asseguram que, mesmo com a crise, a banda larga móvel terá crescimento significativo nos próximos anos.

Os 25 signatários do documento, entre eles, gigantes como Nokia, NTT DoCoMo e Ericsson, Telefônica AT&T, em contrapartida pedem que seja estabelecido um ambiente regulatório mais estável e que os governos estipulem preços justos para as frequências ainda disponíveis para a oferta de serviços de comunicações.

"Os argumentos de negócios em favor da banda larga móvel dependem muito de políticas regulatórias. Nos últimos anos, tivemos uma tendência de ampliação nas intervenções regulatórias, em muitos casos quando isso não era apropriado", afirma a carta, divulgada nesta quinta-feira, 02/04, e divulgada pela Agência Reuters.

A GSM Association aproveitou para criticar as últimas decisões da União Européia - que interviu no setor e determinou como as operadoras devem se relacionar - compartilhamento de recursos - e como devem cobrar seus consumidores, medidas que, de acordo com a entidade, desestimulam o investimento da iniciativa privada.


18.10.07

3G no Brasil será licitada em 18.12

Convergência Digital

A Agência Nacional de Telecomunicações divulgou nesta quarta-feira, 17/10, o edital de licitação para a venda de freqüências de Terceira Geração. As empresas interessadas têm até o dia 11 de dezembro para apresentar as suas propostas para as 11 áreas que serão leiloadas.

A estimativa de arrecadação da agência com a venda das licenças é de R$ 2,8 bilhões, o que representará 58% do valor das licenças. O restante será investimento que as empresas vencedoras serão obrigadas a fazer em rede para que possam cumprir as metas de universalização impostas pelo órgão brasileiro.

O leilão está previsto para acontecer, em Brasília, no dia 18 de dezembro. A assinatura das autorizações acontecerá em janeiro de 2008. A Agência manteve as mesmas 11 áreas estipuladas no esboço de edital que foi à consulta pública no mês de julho.

Em cada área, as empresas concorrerão a quatro blocos de radiofreqüências, um de 15 MHz (Banda F) e três de 10 MHz (bandas G, I e J). Veja as áreas que serão licitadas:

Área 1: Rio de Janeiro, Espiríto Santo, Bahia e Sergipe


Área 2: Região 2 - área da Brasil Telecom - Sul e Centro-Oeste, exceto áreas da CTBC e Sercomtel, em Londrina.


Área 3: São Paulo capital e região metropolitana


Área 4: Região Norte


Área 5: Interior de São Paulo


Área 6: Nordeste (do Piauí a Alagoas)


Área 7 : CTBC (região 1 - área em Minas(Uberlândia e região)


Área 8: CTBC (região 2 - São Paulo (Ribeirão Preto)


Área 9 : CTBC (região 3 - Goiás (Araguari)


Área 10: Minas Gerais (excluída a área 7)


Área 11: Londrina e Tamarana, no estado do Paraná (área da Sercomtel)

O conselheiro da Anatel, José Leite Pereira Filho, reiterou que o edital de leilão do 3G prevê regras de universalização da telefonia móvel no País. Isso porque a Agência planeja atender os 1836 municípios brasileiros, que ainda não têm cobertura celular. O Brasil, no total, possui 5561 municípios.

A agência espera que num prazo de dois anos, as empresas migrem suas plantas atuais, baseadas na tecnologia 2G para essas localidades carentes do serviço celular, uma vez que farão novos investimentos na rede 3G, e esse aporte acontecerá nas cidades consideradas econômicamente rentáveis.

Pelo cronograma da agência, em oito anos, ou seja, em 2015, todos os municípios brasileiros terão cobertura móvel, seja ela ofertada pelo Serviço Móvel Pessoal ou pela Terceira Geração.

Garantias

A Anatel manteve ainda a cobrança de garantia para as empresas que disputarem o leilão de 3G. Porém além da carta-fiança, do seguro-fiança ou do pagamento de caução em dinheiro, as empresas poderão, agora, oferecer títulos públicos federais, devidamente aprovados pela Cetip -Câmara de Custódia e Liquidação. A Cetip é depositária de títulos privados e públicos, estaduais e municipais, e de títulos representativos de dívidas de responsabilidade do Tesouro Nacional.

Unificação de licenças e compartilhamento

O edital de leilão da terceira geração também prevê que as empresas terão de unificar os seus termos de autorização por região. O prazo estipulado pela Anatel, que foi contestado pelas empresas durante a fase de consulta pública - realizada em julho deste ano - é de 18 meses, após a assinatura da autorização da licença de 3G, que deverá acontecer em janeiro de 2008.

A Anatel também decidiu que as empresas poderão cumprir as metas de universalização através do compartilhamento de rede. Essa regra vale para o incremento dos muncípios com menos de 30 mil habitantes.

A Agência, entretanto, determinou que as empresas que compartilharem a rede para reduzir custos nessas localidades estão obrigadas a criar uma empresa gestora do ativo ou terceirizar a operação.

8.10.07

3G x Wimax

Estadão

Conexões sem fio em larga escala foram um dos principais assuntos discutidos no evento Futurecom 2007, que aconteceu na semana passada em Florianópolis; regulamentação brasileira impede a oferta de WiMax móvel e 3G

Em junho, havia 233 mil acessos de banda larga sem fio no País, segundo um estudo da consultoria IDC, feito a pedido da Cisco. Não fossem as barreiras criadas pela regulamentação, poderia haver muito mais. A banda larga móvel, com tecnologia WiMax, e a terceira geração (3G) de telefonia celular já poderiam estar disponíveis no País. Há empresas dispostas a investir, mas regras definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não permitem que esse tipo de internet rápida entre no ar.

A banda larga tem crescido rápido. Mas a cobertura é limitada e a competição, ainda pior. No fim do semestre passado, eram 6,77 milhões de brasileiros com internet rápida. Ou melhor, nem tão rápida, porque o número inclui acessos com velocidade de 128 quilobits por segundo (Kbps) para cima. No exterior, a banda larga costuma ter 2 megabits por segundo (Mbps) ou mais, o que representa 16 vezes mais. Existem cerca de 3 mil municípios brasileiros sem internet rápida.

'O WiMax recebe de mim todo o empenho', disse na semana passada o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, durante o Futurecom, principal feira de telecomunicações do País, que ocorreu na semana passada, em Florianópolis.

Apesar disso, ele não arriscou uma data para a retomada do leilão de freqüências para o WiMax. Em 4 de outubro de 2006, o Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu a venda das licenças. Enquanto isso, a Anatel obriga os fornecedores a bloquearem a mobilidade de seus equipamentos.

'Não dá para certificar além do que o regulamento manda', justificou Jarbas Valente, superintendente da agência. O regulamento não prevê serviços móveis. 'A mobilidade não deve ser limitada por mecanismos regulatórios', defendeu o ministro das Comunicações, Hélio Costa, na abertura do evento. Este foi somente um dos conflitos entre o discurso do ministro e o da Anatel. Em 2006, quando a venda das freqüências foi suspensa, Costa foi um dos principais críticos das condições do leilão.

Em fevereiro, a Alvarion, fornecedora de equipamentos, fez um teste de WiMax em 2,5 GHz, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Campinas. 'Conseguimos oferecer velocidade de 10 Mbps para o assinante', afirmou Ricardo Pence, diretor da companhia. A Embratel, a Brasil Telecom e a Neovia possuem licenças para usar a faixa de 3,5 GHz, a mesma que será vendida pela Anatel. A Brasil Telecom escolheu a Alcatel-Lucent para desenvolver sua rede. A Embratel e a Neovia têm equipamentos da Alvarion. Somente a Neovia, que opera no Estado de São Paulo, começou a oferecer banda larga via WiMax.

As empresas com licença de TV paga via microondas (MMDS), como a TVA, também podem operar o WiMax mesmo sem o leilão. A consultoria Frost & Sullivan estima que haverá 600 mil acessos de WiMax no País em cinco anos, num total de 12 milhões de usuários de banda larga.

'No começo, a tecnologia vai atender a alguns nichos importantes', afirmou Luiz Carlos Moraes Rego, diretor do WiMax Forum no Brasil. Um deles seriam as cidades digitais, em que as prefeituras resolvem instalar banda larga para melhorar o acesso da população a serviços públicos. Outro seriam as pequenas e médias empresas e os condomínios.

A Claro e a Telemig Celular investiram em redes de terceira geração, mas não podem oferecer o serviço porque a Anatel não permite. Eles pretendem usar a faixa de 850 MHz, que já possuem e está sem uso. O regulamento, no entanto, não prevê 3G nessa freqüência. 'Só falta ligar a rede', disse na semana passada o presidente da Claro, João Cox.

As operadoras celulares temem a competição do WiMax móvel. O diretor de Regulamentação da Vivo, Alberto de Mattos, defendeu condições iguais. Quem vencer o leilão de 3G terá obrigações de cobertura, tendo que instalar rede em cidades pequenas, o que não acontece com o WiMax. Além disso, as licenças para o WiMax devem ser mais baratas. 'O 3G e o WiMax são complementares, apesar de haver sobreposição', disse Petronio Nogueira, sócio da Accenture. 'É saudável para o mercado.'

5.9.07

Aumentam rumores sobre o GPhone

via Convergência Digital

Ficam cada vez mais evidentes os sinais de que o Google vai entrar na briga pelo mercado de telefonia móvel...

28.8.07

Mais de 75% dos celulares custam até R$400

Convergência Digital

O brasileiro ainda busca por terminais celulares de custo mais baixo. Essa é uma das constatações feitas no recém-finalizado estudo divulgado pela consultoria IT Data com relação ao mercado de celulares no País, no segundo trimestre deste ano.

O levantamento registrou ainda um recuo de 24% nas vendas dos aparelhos, se comparado com o mesmo período no ano passado. Para Ivair Rodrigues, diretor de pesquisa da IT Data, entre as razões para a queda nas vendas - além de os celulares terem já alcançado uma marca significativa da população brasileira (em julho 108,6 milhões de brasileiros tinham um celular, segundo dados da Anatel) está o fato de o consumidor brasileiro ter transferido sua prioridade de intenção de compra para outros dispositivos eletrônicos, entre eles, os notebooks, que devem ter um crescimento de 200% em 2007, e as TVs LCDs, cujas as vendas cresceram 271% no primeiro semestre. 'Diria que o consumidor brasileiro encontrou outros 'objetos de consumo' e os celulares, agora, estão numa outra lista de prioridade', descatou Rodrigues.

16.7.07

3G Américas já pensa em depois da 3a. Geração

Convergência Digital

A 3G Americas divulgou um documento "Evolução UMTS do Release 7 para Release 8 do 3GPP: HSPA e SAE/LTE", no qual analisa as atividades recentes no âmbito do Release 7 na sua fase de conclusão no processo de padronização da tecnologia 3GPP, junto com uma visão detalhada das melhorias de Release 8, demonstrando o plano de evolução para a família GSM de tecnologia além do 3G.

O trabalho que compreende esses padrões é baseado na crescente demanda por serviços de dados sem fio, um fato evidenciado pelo aumento de 50% em ARPU (Receita Média por Usuário) nos últimos dois anos.

A tecnologia UMTS/HSPA/LTE já foi adotada como o caminho de evolução em tecnologias de alta velocidade para os 2,5 bilhões de clientes da tecnologia GSM e representa 85% de assinantes sem fio do mundo inteiro.

Nos últimos 12 meses, as operadoras adotaram a HSDPA de forma agressiva para atender à demanda crescente por serviços de dados sem fio avançados. O número de implementações HSDPA aumentou 200% no último ano, de 107 operadoras UMTS, entre os quais 41 redes HSDPA, para as atuais 171 redes UMTS, com 127 redes comerciais HSDPA.

O UMTS está disponível em 72 países e o HSDPA, em 60. Existem mais de 250 terminais HSDPA no mercado hoje. Várias redes HSUPA estão em fase de implementação na Ásia e na Europa.

Além disso, diz a 3G Americas, a maioria das operadoras UMTS/HSDPA deve também implementar HSUPA, com grande parte adotando a tecnologia em 2008. Estimativas da Informa Telecoms & Media dão conta que existem aproximadamente 135 milhões de clientes UMTS no mundo inteiro, e esse número está crescendo rapidamente.

Avanços imediatos

O levantamento da 3G Americas apura ainda que os padrões do Release 7 avançaram muito entre 2006-2007. também revela que os fabricantes relatam avanços muito positivos no desenvolvimento do Release 7 ou HSPA Evolution (HSPA+) para a sua implementação comercial no futuro.

O Release 7 oferece maior suporte e desempenho para serviços interativos e de conversação em tempo real, como vídeo e fotos compartilhados e Voz e Vídeo sobre IP. O relatório mostra ainda dados mais recentes relativos ao conceito HSPA+, como Receivers Avançados, Multiple Input Multiple Output (MIMO), Continuous Packet Connectivity (CPC) e Higher Order Modulations (HOMs).

Com a compatibilidade retroativa das melhorias da HSPA+ com Rel-99/Rel-5/Rel-6, a evolução para a tecnologia HSPA+ tornou-se simples e suave para as operadoras. O EDGE Evolution, informa ainda o relatório da 3G Americas, também está sendo padronizado com o Release 7.

O novo padrão EDGE deve melhorar a experiência do usuário em todos os serviços, reduzindo e latência da telefonia multimídia; aumentando taxas médias e de pico para melhor navegação na web e upload/download de músicas, fotos e vídeos; melhorando a eficiência no uso do espectro; e expandindo a área de cobertura.

A evolução da tecnologia EDGE garante a transparência entre EDGE e HSPA, além de serviços futuros baseados em LTE. A evolução EDGE continuará no Release 8, ainda em desenvolvimento.

Um dos maiores focos de estudos está na introdução de uma tecnologia baseada em OFDMA, por meio dos trabalhos no Long Term Evolution (LTE), freqüentemente chamado de Evolved UMTS Terrestrial Radio Access Network (EUTRAN), e na definição e no desenvolvimento de padrões para uma nova rede flatter-IP com suporte para a EUTRAN por meio dos trabalhos de System Architecture Evolution (SAE).

A LTE e a SAE oferecem uma nova interface de rádio e arquitetura de sistema para lidar com o crescimento rápido no tráfego IP de dados, oferecendo taxas de pico acima de 100 Mbps para download e 50 Mbps para uplink, reduzindo a latência para níveis comparáveis com a Internet banda larga disponível nas linhas fixas.

A migração para LTE pode ocorrer por meio de uma simples atualização de software baseado em parte da infra-estrutura UMTS de fabricantes implementada a partir de 2007. Os primeiros ensaios da tecnologia LTE foram agendados para 2008, com disponibilidade comercial em 2009.

27.6.07

GSM Association sugere faixa de 900Mhz para 3G

Convergência Digital

Estudo encomendado pela GSM Association revela que a oferta de serviços de Terceira Geração nesta faixa de freqüência poderá incrementar o portfólio de produtos de telecom nas áreas rurais onde, mundialmente, há graves problemas de atendimento para a população local.

Levantamento, feito pela consultoria Ovum, diz que 3G em 900 MHz poderá adicionar pelo menos 300 milhões de novos assinantes no serviço móvel de última geração na Ásia, Europa e África até 2012. Segundo os analistas da consultoria, a faixa de 900 MHz mostra-se mais econômica nas áreas rurais porque amplia o raio de cobertura em 40%, em relação à faixa de 2,1Ghz.

Oficialmente, a partir do estudo, a GSM Association recomenda aos órgãos reguladores que promovam uma ação coordenda para realocação do espectro de 900/1800 MHz, largamente utilizado pela tecnologia GSM na Europa, Ásia e África. Desta forma, acredita a GSM Association, os investidores poderiam acreditar no potencial da 3G em 900 MHz.

No estudo, também há um posicionamento com relação à faixa de 850 MHz, utilizada no Brasil, nos países da América Latina e nos EUA. Segundo a Ovun, é possível também realocar o espectro de 850 MHz para 900 MHz para criar um padrão global em prol da 3G.

14.6.07

ANATEL autoriza operação da Unicel em São Paulo

Convergência Digital

A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou nesta quarta-feira (13/06) autorização para que a Unicel ofereça serviços de telefonia móvel na Região Metropolitana de São Paulo.

A empresa foi a única a participar de leilão em fevereiro deste ano, arrematando a licença por R$ 93,8 milhões. Além da capital, a Unicel atuará em outros 63 municípios.

O leilão começou em fevereiro do ano passado, mas foi declarado deserto porque a empresa não havia apresentado todas as garantias previstas no edital. A Unicel recorreu à Justiça, que determinou a continuidade do leilão. Como única concorrente, a empresa acabou ficando com a licença.

Depois de ser declarada vencedora do leilão, a empresa prometeu oferecer tarifas 40% mais baixas do que as das concorrentes Vivo, Tim e Claro. A proposta da empresa é oferecer inicialmente apenas serviço pré-pago. A empresa deve entrar em operação seis meses após a assinatura do termo de autorização, ainda sem data prevista.

11.6.07

Número de clientes GSM no mundo atinge 2,5 bilhões, revela 3G Americas

IDG Now!

São Paulo - Aumento de usuários é de 400% em seis anos. Diariamente, um milhão de pessoas adere à GSM, tecnologia número um do mundo.

Os assinantes de serviços GSM atingiram a marca de 2,5 bilhões, informou a 3G Americas. O número de usuários cresceu 400% em seis anos, e a cada dia há mais de um milhão de adições nas tecnologias GSM, segundo a World Cellular Information Service.

O crescimento da tecnologia sem fio supera quase todas as outras inovações emergentes, de acordo com o presidente da 3G Americas, Chris Pearson. Atualmente, aproximadamente 37% dos habitantes do planeta utilizam a tecnologia GSM, segundo o Serviço de Censo dos EUA. Entre eles estão 130 milhões de usuários da versão de alta velocidade da tecnologia, o UMTS/HSDPA.

Entre as tecnologias GSM estão GPRS, EDGE e UMTS/HSDPA. A abrangência global e roaming internacional são algumas vantagens que garantem a liderança mundial da tecnologia, adotada por 85% dos usuários de telefonia móvel.

Na América Latina, o GSM assumiu a posição de liderança menos de 10 anos depois de ser lançada. De 1998 até 2000, foram atraídos mais de dois milhões de assinantes. Em dezembro de 2006, já eram contabilizados 200 milhões de usuários.

No total, desde maio deste ano, 169 operadoras em 71 países passaram a oferecer UMTS. Já a implementação de HSDPA, versão avançada do UMTS, foi feita por 117 operadoras em 59 países.

Basicamente todos os terminais que utilizam UMTS/HSDPA possuem a tecnologia EDGE como reserva. Com isso, os usuários têm roaming global e oferta de serviços de dados em alta velocidade.

5.6.07

Operadoras avaliam propostas da ANATEL para 3G

Convergência Digital

A idéia do órgão regulador de dividir o país em 11 áreas e declarar os vitoriosos do leilão da Terceira Geração, a partir da melhor oferta ligada à cobertura, colocada à mesa durante o painel Telebrasil 2007, ainda está em processo de estudo pelas teles móveis.

Na proposta da Anatel, as operadoras teriam que depositar tão somente 5% do valor das licenças - a ser fixado pela Agência, com a devida autorização do Tribunal de Contas da União - em dinheiro. Os demais 95% seriam utilizados em recursos para ampliar a cobertura dos serviços de cobertura móvel no país.

O Brasil será dividido em 11 áreas, e os interessados poderão participar de todas para criar uma licença nacional. Também há a ideía de incentivar a criação de uma infra-estrutura única para cobrir os mais de 2000 municípios sem qualquer serviço de comunicação. Essas localidades poderiam ser atendidas, num primeiro momento, por uma rede 2G. O prazo de migração para 3G ficaria em torno de cinco anos.

"Tomamos conhecimento das idéias da Anatel, mas temos que fazer as contas. Essas cidades não são atendidas por um único motivo: a conta do investimento não fecha. Precisamos saber se uma licença de 3G numa grande cidade, compensa esse aporte numa localidade que não trará retorno, mas de qualquer forma, é uma idéia a ser estudada", declarou o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco.

Já o presidente da Claro, João Fox, deixou claro que a proposta de uma rede compartilhada para 3G nas localidades de menor poder aquisitivo - num consórcio a ser formado pelas operadoras interessadas- precisa ser uma decisão de mercado, e não, imposta pela Anatel ou pelo governo, se for o caso de usar a Terceira Geração como instrumento de universalização.

"Que não se perca o foco que essa é uma decisão empresarial", afirmou Cox.Segundo ainda o presidente da Claro Brasil, a telefonia móvel é, sim, um instrumento de inclusão social a partir do serviço de voz, já que mais de 80% do mercado é formado por usuários pré-pagos e que, segundo ele, em 12 milhões de lares nacionais, o celular é o único dispositivo de comunicação existente.

Responsável pela idéia do compartilhamento de rede para 3G, o presidente da Vivo, Roberto Lima, acredita que a proposta da Anatel para formular as regras do edital para a venda das licenças poderá, sim, facilitar a adoção do conceito, especialmente, nas cidades de menor poder aquisitivo.

Na sua participação na Telebrasil, o executivo voltou a enfatizar o exemplo das administradoras de cartão de crédito, que por causa de uma necessidade de mercado, partiram para o compartilhamento e, hoje, apresentam resultados expressivos de uso de cartões de débito e crédito.

A Anatel planeja disponibilizar quatro das cinco bandas disponíveis para a 3G nesta primeira etapa do leilão, previsto por Leite, para setembro. Essas bandas atenderiam, segundo o conselheiro Leite, todas as demandas das atuais operadoras. Já a quinta banda, ficaria reservada para um possível novo entrante, mas o leilão desta faixa aconteceria num prazo maior.

Indústria de Telecom vai começar a demitir

Convergência Digital

O 51º painel Telebrasil, evento que reuniu os principais executivos de telecomunicações na Costa do Sauípe, Salvador, concentrou suas atenções nas movimentações das operadoras por um novo cenário no país e nos embates mercadológicos com a radiodifusão mas, mesmo que como pano de fundo, expôs um cenário não muito favorável para um dos pilares do setor: o da indústria. Boa parte dos fabricantes presentes ao encontro admitiu que o limite chegou.

Os primeiros cinco meses do ano ficaram muito abaixo da expectativa, do ponto de vista de aquisições. Apesar de cautelosos, muitos já admitem que as demissões serão inevitáveis, uma vez que não há mais, segundo eles, onde cortar custos para sustentar os parques fabris no país. Os meses de abril e maio não trouxeram nenhuma mudança em relação ao primeiro semestre do ano, considerado o pior do setor nos últimos tempos.

Isso porque o 'congelamento' de pedidos das operadoras permaneceu, uma vez que elas continuam à espera das novas licenças, além de acordos com o governo para realizarem um novo ciclo de investimentos. No momento, afirmam os fabricantes, os aportes das teles acontecem tão somente na manutenção e suporte das atuais operações.

Soma-se ao momento das operadoras, o problema do câmbio. Se o presidente Lula conclamou os empresários brasileiros a lutarem contra a China, no setor de telecom, esse alerta se mostra inviável com o real tão em baixa. As indústrias brasileiras, afirmam os executivos, estão levando uma 'goleada' das unidades fabris de suas próprias empresas instaladas na China. Neste embate, os contratos globais ficam com os chineses.

"Já tinha reduzido bastante a minha produção no Brasil. Mas, com o câmbio abaixo de R$ 1,90, fico totalmente sem condições de tentar competir com a fábrica da Alcatel-Lucent instalada na China. Eles levam todos os contratos. Não há como competir internamente", reclamou o presidente da Alcatel-Lucent, Jônio Foigel.

Goleada chinesa

O vice-presidente comercial da Ericsson, Carlos Duprat, que há muito diz que a desindustrialização do setor é um risco de curto prazo, diz que o câmbio abaixo de R$ 1,90 é um 'desastre' para as fábricas multinacionais instaladas no país. "Muitos se esquecem que somos responsáveis pela geração de empregos no país. E contratamos muitos brasileiros, que estão no chão de fábrica", diz Duprat.

"Mas se não temos demanda interna e não há como competirmos com as unidades no exterior, simplesmente não temos como manter o parque fabril. Temos um negócio que precisa se sustentar. Fechar uma fábrica em silêncio é fácil. Reabri-la é que é a tarefa mais complexa", adverte o executivo da Ericsson, que fechou o último grande contrato de expansão de rede - a da infra-estrutura GSM da Vivo.

"Estou perdendo contratos para a RFS da China, e até para a RFS do México", declarou Luiz Antonio Oliveira, presidente da RFS Telecomunicações para a região da América Latina, fabricante de antenas para o setor. No Brasil, a empresa emprega entre funcionários diretos e indiretos, cerca de 600 pessoas. Uma linha fabril já foi perdida para o México: a de antenas de grande porte para operações WiMAX.

"Fui obrigado a fazer essa opção. É mais barato para a RFS produzir no México do que aqui no Brasil. Cheguei no meu limite. Montei um parque no país para ser uma operação global. Mas, infelizmente, estou com sérias dificuldades para manter a sua operação", declarou Oliveira, reiterando o posicionamento dos demais fabricantes. Com relação à China, a situação é ainda mais grave.

"Não adianta para nós, executivos, ficarmos falando que a situação dos empregados na China é isso ou aquilo. O Brasil sofre com carga tributária, com mão-de-obra mais cara e com o câmbio extremamente desfavorável. As exportações, que eram uma saída, estão cada vez mais impraticáveis, inclusive para o próprio Mercosul", completou Oliveira.

O presidente da Nokia Siemens Networks, Aluísio Byrro, foi outro executivo a revelar sua preocupação com o momento nacional. A empresa, que está estruturando sua operação após a megafusão, mostra-se temorosa com os rumos da economia brasileira em relação ao setor de telecom.

"Falar que os empresários precisam se adaptar aos tempos e dizer que o câmbio não é uma questão que nos causa problemas é ter uma visão limitada das ações empresariais. O Brasil quer investir em hardware sendo muito mais caro que qualquer outra unidade instalada em um país emergente?", questionou Byrro.

Diretor de telecomunicações da Abinee e presidente da Nec do Brasil - fabricante que suspendeu toda a produção local no país, Paulo Castelo Branco, não escondeu a sua decepção com o governo Lula, que endossou, passando por cima de um acordo fechado no Congresso Nacional, uma posição unilateral da Receita Federal, contra a inclusão do setor nos benefícios da Lei da Inovação.

"Eles não mudam a situação atual do setor, mas nos ajudariam a suportar um pouco mais a questão do câmbio. É uma situação surreal impedir que tenhamos acessos aos recursos da Lei de Inovação porque temos os benefícios da Lei de Informática", declarou o executivo.

"O setor de Telecom ficou fora do Programa de Aceleração do Crescimento. Também não teve nenhuma MP do Bem, para dar um alento ao setor. A Lei de Inovação seria esse plus favorável e com um diferencial: ele impõe recursos para o software, que é o onde o Brasil precisa e deve apostar. Mas, ao que parece, não é essa a política do governo", conclui Castelo Branco.

Apesar do momento crítico, os fornecedores ainda mantêm a esperança de recuperar o ano de 2007, se de fato, houver um acordo entre governo e operadoras para a informatização das escolas e a adoção de uma Parceria Pública Privada para o suporte de um Plano Nacinal de Banda Larga. Também esperam que a Anatel consiga, como prometido pelo conselheiro José Leite, presente ao evento, destravar os leilões da Terceira Geração e do WiMAX.

16.4.07

Vivo investirá de R$ 1,73 bi em 2007

21.3.07

TIM encosta cada vez mais na Vivo


Convergência Digital

De acordo com dados divulgados pela Anatel relativos ao mercado de telefonia celular no Brasil no mes de fevereiro, a Vivo mantém a liderança do setor com 28,56% de participação, mas mantém o ritmo de queda dos últimos meses. Em janeiro, a operadora tinha 28,56% do mercado. A TIM está cada vez mais próxima. A operadora ficou com 25,61% do mercado em fevereiro, contra 25,51% registrado em janeiro.

A Claro manteve a terceira posição registrando 24,06% do mercado (23,96% em janeiro), seguida da Oi, que tem 13,13% (13,09% em janeiro).

Em quinto lugar, está a Telemig Celular/Amazônia Celular com 4,69% (4,67% em janeiro). A 14BrasilTelecom GSM tem 3,51% (3,46% em janeiro) e a CTBC Telecom Celular, 0,36% (0,37% em janeiro), enquanto a Sercomtel Celular registra 0,8% (0,9% em janeiro) do mercado.

Segundo ainda a Anatel, a tecnologia GSM continua em expansão e na liderança do mercado, com 65.476.848 acessos, ou 64,71% do total. A tecnologia CDMA tem 25.848.639 acessos (25,55%) e a TDMA, 9.806.369 (9,69%). A Tecnologia analógica AMPS possui apenas 54.853 acessos (0,05% do total).

28.1.07

Satélites permitem instalação de rede GSM em qualquer lugar


The Register


Two wireless networking companies have banded together to develop a private GSM network backhauled over satellite.

Satellite operator DigitalSkys is adopting GSM-to-IP technology from Private Mobile Networks to build its hybrid network, which will be hubbed out of Cyprus and aimed at customers in Africa, Europe, the Middle East and Asian sub-continent.

Due to launch in three weeks, the service will allow DigitalSkys to drop a picocell with an IP-over-satellite uplink into an isolated or remote area, and provide the locals with GSM coverage on its private network. Target customers include government and the military, plus private companies in areas such as mining, oil and gas, or even hospitality - a temporary network for an exhibition, for example.

Initially, the satellite/GSM network will be an "island", with no roaming, PMN marketing director Lesley Hansen said. Users could still roam by having a dual-SIM holder in their phone and manually switching to a SIM from a national GSM network.

She said the advantages of the private GSM network include the ability to link it into a corporate PBX, turning mobile phones into internal extensions, plus of course you don't have to pay a mobile operator for calls made from within the private network.

PMN also has two UK companies and two UK universities installing or testing private GSM as an addition to their existing internal phone systems.

Hansen warned that anyone taking this route needs to avoid retribution from their current mobile provider. "It means getting the timing right," she said. "Do it at the beginning of your contract, so they can't increase your tariffs."

20.11.06

GSM ganha meio bilhão de clientes

IDG NOW!


São Paulo - Tecnologia ganhou 497 milhões de clientes em 12 meses e 83% do mercado global.

A família GSM (Global Systems for Mobile Communications) ampliou sua base em 497 milhões novos clientes, aumentando sua participação no mercado global para 83%, de acordo com pesquisas da Informa Telecoms & Media.

No mesmo período, o concorrente CDMA (Code Division Multiple Access) também agregou clientes - quase 50 milhões - enquanto outras tecnologias recuaram, entre elas o TDMA (Time Division Multiple Access) e tecnologias analógicas.

Mundialmente, a família de tecnologias GSM - GSM, GPRS, EDGE, UMTS e HSDPA - contabiliza mais de 21 bilhões de clientes em 221 países.

Na América Latina e no Caribe, o GSM acrescentou mais de 83 milhões de assinantes no ano até setembro de 2006, representando um crescimento anual de 79%. O CDMA registrou 9,6 milhões de clientes e a iDEN atraiu mais de 900 mil clientes neste período.

Segundo o estudo, o GSM deve crescer substancialmente no Brasil no início de 2007, com a adoção, por parte da Vivo, da tecnologia GSM. A previsão é que, até o final do ano, a presença do GSM seja ampliada de 189 milhões para 200 milhões de assinantes na América Latina e no Caribe.

A maior responsável pelo crescimento significativo do GSM é a facilidade dela evoluir para a próxima geração de serviços de dados em alta velocidade, que incluem a tecnologia EDGE, atualmente incorporada nos planos de 250 operadoras no mundo.

Atualmente, 179 operadoras em 94 países já oferecem serviços comerciais EDGE. Na América Latina são 31 operadoras de 18 países.

A consultoria prevê que as vendas globais geradas pelo GSM atinjam 1 bilhão de dólares até o final do ano.