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22.1.09

Provedores otimistas apesar da crise financeira



INFO


SÃO PAULO - Apesar da crise, os provedores brasileiros tem perspectivas otimistas para 2009, mostra estudo. Segundo o uma pesquisa feita em dezembro, 23% dos provedores acham que sua empresa crescerá entre 25% e 50% neste ano. 

O estudo foi feito pela distribuidora WDC Networks, em parceria com a Abranet (Associação Brasileira de Provedores de Internet) e a Abramulti (Associação de Autorizados SCM e Provedores de Internet) e ouviu 108 provedores de todo o país. 


Otimismo à parte, 32% dos provedores acham que a crise é grave e 36% acham que serão afetados nos seus negócios, com o aumento de preços em razão da alta do dólar que encarece os produtos importados.


Segundo Vanderlei Rigatieri, diretor geral da WDC, as boas perspectivas refletem a expectativa de que as empresas pequenas e médias talvez sintam menos o impacto da crise por estarem mais pulverizadas.


Para enfrentar a crise, mais de um quinto dos provedores pretende fazer mais ações promocionais e de marketing em 2009 e 28% pretendem investir em novas regiões, ampliando as áreas de cobertura, com tecnologias sem fio, como WiMax.

11.6.07

Provedores ameaçam ir ao STF por causa do FUST



Setor ameaça ir ao STF contra acordo do ministério com teles sobre recursos do Fust


A Global Info e a Abranet, de entidades que representam os provedores de acesso à internet no país, estudam ir à Justiça contra o Ministério das Comunicações. A notícia de que o governo concordou em liberar recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para companhias telefônicas levarem internet banda larga a 172 mil escolas públicas brasileiras desagradou ao setor. Paulo Messina, presidente da Global Info, que reúne cerca de 500 provedores de 1.500 municípios, diz que as áreas jurídicas das duas associações estão se articulando para barrar a iniciativa. Cogitam recorrer até ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Se o acordo já estiver firmado, não cabe diálogo. Vamos ao Supremo.

Os recursos do Fust podem financiar a expansão da rede das teles, do acesso à telefonia. Mas serviço de valor adicionado, segundo a Lei Geral (das Telecomunicações), cabe somente aos provedores de acesso. No entanto, até aqui, estamos fora desse acordo afirma Messina.

Até segunda, as entidades decidirão as medidas que serão tomadas para que os provedores façam parte do plano de universalização da internet nas escolas. O ministro Hélio Costa, das Comunicações, anunciou que o programa consumirá R$ 1,430 bilhão em investimentos, dos quais R$ 550 milhões virão das teles.