Seguindo os passos da Apple App Store, a RIM lança a loja de aplicativos para sua linha BlackBerry na CTIA, a Blackberry AppWorld.
2.4.09
RIM lança loja de aplicativos para BlackBerry
Seguindo os passos da Apple App Store, a RIM lança a loja de aplicativos para sua linha BlackBerry na CTIA, a Blackberry AppWorld.
17.10.08
New York Times analisa o celular do Google
NYTimes
Mais um vídeo instrutivo e bem humorado de David Pogue no site do New York Times, desta vez falando sobre o G1 , celular da TMobile com o Google . Como não podia deixar de ser, David acabou concluindo que o G1 nada mais é do que um iPhone piorado - mas com bateria removível e outras benesses que faltaram ao celular da Apple.
Ao menos em relação ao Android , sistema operacional mobile do Google, o colunista do NY Times foi esperançoso e elogiou suas funcionalidades.
9.6.08
iPhone killer?
22.1.08
Baixa velocidade em banda larga no Brasil compromete filme pela web
ADNEWS
Steve Jobs, o fundador e presidente da Apple, quer fazer com o cinema o mesmo que conseguiu fazer com o mercado da música: uma completa revolução. Com o lançamento, na semana passada, do novo modelo do AppleTV, aparelho que permite que filmes sejam baixados da internet e vistos diretamente na televisão, em alta resolução, a Apple pretende alcançar o mesmo efeito do iPod - o mais vendido tocador de MP3 do mundo -, que praticamente assinou a pena de morte dos CDs. Ou seja, por essa lógica, as vendas de DVDs também estariam condenadas.
Mas, pelo menos no Brasil, essa equação está longe da realidade. Por aqui, fazer o download de um filme esbarra na limitada capacidade da internet banda larga. Cerca de 95% dos assinantes de serviços de internet banda larga, segundo dados da consultoria IDC, dispõem de velocidade de no máximo 2 megabits por segundo (Mbps). O ideal seria dispor de 12 Mbps. "Estamos muito longe da realidade da Apple", diz Marcelo Bermudez, diretor de marketing da Universal Pictures Brasil, uma das companhias parceiras na entrada da Apple nesse negócio de aluguel de filmes.
Apesar da limitação, a empresa do próprio Bermudez promete oferecer seu portfólio de filmes via web ainda este ano. Hoje, só é possível comprar filmes nas lojas virtuais pelo preço de custo de um DVD, ou seja, em torno de R$ 35,00. Fora isso, o consumidor precisa ter paciência para esperar, em alguns casos, até sete horas para baixar o filme comprado.
Além da Universal, também trabalha nessa mesma direção o portal Eonde, dedicado a entretenimento e criado com tal finalidade em meados do ano passado. Os sócios do portal querem manter uma gôndola virtual com mais de 3 mil títulos. Acreditam que, até o meio do ano, comecem a alugar filmes.
Para a indústria cinematográfica, a possibilidade de comercialização online em geral ainda engatinha. O sistema de aluguel estreou nos mercados americano e europeu em 2006. Hoje, representa cerca de 5% da receita do negócio de distribuição de filmes.
"A distribuição eletrônica de conteúdo, seja para venda, seja para aluguel, é um caminho natural", diz Bermudez. "A maior vantagem da plataforma online atualmente é oferecer controles e sistemas capazes de inibir a pirataria", acredita Fabio Golmia, diretor do portal Eonde. Uma trajetória que ganhou importância graças ao avanço das tecnologias de controles de download.
"Os estúdios internacionais não tinham interesse de abrir conteúdo para locação por aqui, porque ganhavam com DVDs", avalia Golmia. "A recente venda das locadoras Blockbuster para a Americanas passou a restringir os canais de comercialização e fez o interesse deles despertar."
A opção online deverá deslanchar, na opinião Patrick Saretta, diretor da Casablanca, distribuidora brasileira de filmes, por uma razão bastante simples: "Será uma tentativa de interromper o desastre do encolhimento que vitimou o setor no último ano, quando as vendas caíram entre 30% e 40% por causa da pirataria. Afinal, até mesmo videolocadoras fazem cópias irregulares de filmes."
No Brasil, após estrear no cinema, um filme leva até um ano e meio para chegar à televisão aberta. No meio desse processo, havia um bom lucro com a venda do DVD para consumo em casa. A pirataria minou esse segmento. Tanto que o diretor da Warner , Carlos Sanchez, faz uma defesa ardorosa do que chama de meio eletrônico. "Queremos dar opções legítimas e de alta qualidade para o consumidor, não importa o meio", diz Sanchez, que visita o Brasil nas próximas semanas. "Sempre que aparecem novas alternativas o mercado cresce. Foi assim quando surgiu o VHS e depois o DVD. O que temos de evitar e combater é o crescimento do mercado ilegal."
10.12.07
Google e as celulares
Extenso e detalhado artigo de Eduardo Prado no Teleco apontando as direções que o Google quer dar para o mercado de telefonia móvel. Vale a pena a leitura.
5.9.07
Aumentam rumores sobre o GPhone
Ficam cada vez mais evidentes os sinais de que o Google vai entrar na briga pelo mercado de telefonia móvel...
27.8.07
Adolescentes quebram proteção da AT&T no iPhone
Um grupo de adolescentes americanos conseguiu quebrar o código de proteção do iPhone, fabricado pela Apple e que tem como servidor exclusivo a operadora telefônica AT&T, e conectá-lo a outros servidores. Não bastasse violar o sistema de segurança da empresa de telefonia americana, os hackers resolveram lucrar com a façanha: decidiram leiloar o aparelho desbloqueado na internet.
A página de leilões virtuais eBay vai receber ofertas por 30 dias. Ontem, uma hora depois de o aparelho ser colocado à venda, as propostas estavam em US$ 2.175, quatro vezes mais que o lance inicial, de US$ 540. O iPhone é vendido em dois modelos nos Estados Unidos, um com 4 gigabytes (US$ 399) e outro com 8 gigabytes (US$ 499). O dispositivo é uma mistura de celular com iPod, tem acesso à internet e câmera, entre outros apetrechos.
O plano mais barato para um usuário do iPhone fica em US$ 60 por mês e não dá direito a fazer ligações para o exterior. George Hotz, 17 anos, um dos cinco adolescentes que burlaram o sistema de segurança da AT&T, assegura que, com o aparelho desbloqueado, é possível fazer chamadas internacionais usando outros servidores. Ele foi bem-sucedido na conexão com a T-Mobile, rival da AT&T.
Desde que o iPhone começou a ser vendido, em 29 de junho, hackers do mundo inteiro iniciaram uma competição para ver quem quebraria seu código de proteção primeiro.
24.7.07
Alemanha também terá iPhone
FRANKFURT - A cadeia alemã Karstadt anunciou que venderá o iPhone no país.
A rede disse ainda que é muito cedo para dizer se os aparelhos serão comercializados com ou sem um contrato.
"Vamos oferecer o iPhone", disse a porta-voz da Karstadt, confirmando uma matéria que deve ser publicada na revista semanal alemã WirtschaftsWoche.
A porta-voz disse que a loja de departamentos espera ter os aparelhos no estoque em tempo para a temporada de compras do Natal.
A Apple ainda não deu detalhes de como planeja vender o iPhone na Europa além de dizer que estará disponível no fim de 2007. Um porta-voz da Apple na Europa rejeitou comentários sobre quaisquer planos de venda nas lojas da Karstadt.
Segundo estimativas, 700 mil aparelhos --que combinam telefone com tocador de músicas e vídeos e navegador de web em uma tela sensível ao toque-- foram vendidos no primeiro fim de semana do iPhone nas lojas nos Estados Unidos, no fim de junho.
O aparelho custa entre 500 e 600 dólares nos EUA, dependendo da capacidade de memória, além de mais 1.400 dólares por um compromisso de serviço de dois anos. A operadora nos EUA é a AT&T, que tem um acordo de exclusividade com a Apple.
Não se sabe se, na Europa, haverá uma única operadora, como Telefónica, Vodafone ou T-Mobile, com contrato similar de exclusividade na região.
10.7.07
iPhone nano???
Leia mais sobre a nota aqui.
Veja os celulares que vão rivalizar com o iPhone
Dentre os destaques, há o HPC Touch, Sony Ericsson w880, só coisa boa.
2.7.07
Apple dará iPhone a todos seus funcionários
SÃO FRANCISCO - Boas e más notícias para os 18 mil funcionários da Apple.
Todos vão conseguir gratuitamente seus iPhones, mas terão que esperar um mês para conseguí-los.
"Vamos dar os telefones aos funcionários no fim de julho", disse um porta-voz da Apple nesta sexta-feira, antes do lançamento do dispositivo, que combina a funcionalidade de telefone com reprodução de música e vídeos, além de navegação na Web.
O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, anunciou o presente em um encontro com funcionários na quinta-feira. Eles receberão o melhor modelo, de 8 gibabytes, que vale 600 dólares.
"Essa é a boa notícia. A ruim é que ele (Jobs) quer que a primeira onda de aparelhos vá para consumidores. Os funcionários provavelmente obterão seus telefones no fim de julho", disse um empregado da Apple que não quis ser identificado.
O custo total seria de mais de 10,8 milhões de dólares se todos os funcionários de período integral receberem o aparelho.
A Apple não disse se seus 2.400 funcionários terceirizados e de meio período também receberão o iPhone, ou se a companhia pagará os custos do serviço, que variam de 60 a 100 dólares por mês com a operadora exclusiva, a AT&T.
29.6.07
Análise do iPhone
Se o assunto é como divulgar um produto, o Apple iPhone nos últimos seis meses foi tema de 11 mil artigos na imprensa, e uma busca no Google resulta em 69 milhões de retornos. Os adeptos mais devotados estão acampados diante das lojas Apple, blogs apelidaram o aparelho de "Jesus dos celulares" -tudo isso antes que um único consumidor encostasse no produto. Como isso é possível?
O fato é que boa parte dos exageros e algumas das críticas quanto ao iPhone são perfeitamente justificados. O iPhone é revolucionário e imperfeito. Faz coisas que nenhum celular foi capaz de fazer até hoje, mas carece de recursos que até os concorrentes mais básicos têm. Os dois modelos iniciais custam até US$ 600 e têm até 8 GB de memória -espaço para 1.825 canções. O preço é alto, mas inclui celular, iPod com vídeo, e-mail, navegador de internet, câmera, organizador pessoal semelhante aos Palms e, acima de tudo, é um tremendo símbolo de status. Ele é tão fino que faz com que Treos e BlackBerrys pareçam obesos. É fácil manchar o vidro, mas não é fácil arranhá-lo. Mas a maior realização é o software. É rápido, bonito e mortalmente fácil de operar. Não há como perder o rumo, porque o único botão físico do aparelho leva o usuário de volta à tela inicial, onde estão ícones para as 16 funções do iPhone.
Com apenas um dedo, percorre-se uma lista; as capas de CDs se abrem quando você as toca; as mensagens de e-mail rejeitadas "caem" em uma cesta de lixo. Tudo é enfeite, mas torna o aparelho divertido de usar, o que dificilmente se diz sobre a maioria dos celulares. Quando o aparelho for colocado à venda, hoje, não será preciso comprar o serviço em uma loja, sob pressão dos vendedores; é possível levá-lo para casa e escolher o plano com o software iTunes. Você não precisa verificar mensagens de voz; o aparelho verifica. Um botão lista as mensagens gravadas como e-mails. Quando a ligação é atendida, música e vídeos param até que você desligue. Fazer uma ligação, no entanto, pode requerer até seis passos: ligar, liberar botões, ir à tela inicial, abrir o programa de telefonia, verificar a lista de chamadas recentes ou a agenda e selecionar um nome. O e-mail é fantástico; as mensagens chegam completamente formatadas, sem perder nenhum recurso gráfico. Mas o melhor é o browser de internet.
Não é uma versão simplificada e claustrofóbica como as que vemos normalmente em celulares; o usuário tem acesso a layouts de web com todas as fontes. A ponta do dedo faz o controle de rolagem, muito mais rápido do que as barras de rolagens convencionais. Bater duas vezes na tela amplia um bloco de texto para leitura, e girar o aparelho em 90 graus causa rotação e ampliação da imagem. É possível ampliar uma página, e-mail ou foto com polegar e indicador sobre a tela, unidos, e os afastando gradualmente. A imagem cresce como se fosse impressa em borracha. O iPhone é também um iPod, carrega músicas, vídeos e fotos. Fotos, filmes e até vídeos do YouTube ficam espetaculares na tela de 3,5 polegadas e alta resolução. A Apple afirma que uma carga de bateria propicia oito horas de voz, sete horas de vídeo ou 24 horas de áudio. Meus resultados não foram tão impressionantes: cinco horas de vídeo e 23 de áudio.
Na prática, você provavelmente precisará recarregar a cada dois dias. Não há porta de memória, programa de chat, discagem por voz. Não se pode instalar programas novos de empresas que não a Apple. O browser não aceita Java ou Flash, o que bloqueia o acesso a milhões de vídeos na internet. A câmera de dois megapixel é boa para fotos se o tema estiver imóvel e bem iluminado. Mas não faz vídeo nem envia mensagens com imagens (no padrão MMS) a outros celulares. E há a pequena questão da digitação. Acertar as pequenas teclas virtuais que a tela de toque exibe é frustrante, especialmente no começo. Dois itens tornam o serviço tolerável. Um software inteligente oferece palavras completas após as primeiras letras digitadas; e a sugestão das instruções de "confiar" no teclado. Sem preocupação com cada letra, velocidade e precisão crescem consideravelmente. Mesmo assim, inserção de texto não é o ponto forte do iPhone.
O BlackBerry não perderá seu espaço tão cedo. Mas, mesmo na versão 1.0, o iPhone é o mais sofisticado e inovador eletrônico a chegar ao mercado em anos. Faz tantas coisas tão bem, e de forma tão agradável, que é fácil perdoar seus defeitos. Os exageros sobre ele talvez não sejam exageros. Como disse o jogador de beisebol Dizzy Dean, "se você realizou alguma coisa, falar sobre ela não é contar vantagem".
27.6.07
Hollywood Seeks Ways to Fit Its Content Into the Realm of the iPhone
LOS ANGELES, June 24 — The iPhone doesn’t go on sale until Friday, but Steven P. Jobs, the chief executive of Apple, is already changing the perception of the mobile phone, from a quick way to call a friend to a hip, media-friendly device. In doing so, he has forced mobile phone and Hollywood executives to react by chasing hungrily after the newest thing or face being left behind.
Mobile phone makers are scurrying to offer new products to compete with the iPhone’s touch screen. Wireless carriers also seem more willing to listen to their partners’ advice. And in Hollywood, where Mr. Jobs’s convention-defying tactics are all too familiar, media executives are eagerly preparing for a new era as they hope to position more content where consumers want it: in their hands.
Two years ago, David Ulmer, senior director of entertainment products at Motorola in Sunnyvale, Calif., and his colleagues got a “no, thank you” from wireless carriers when they tried to pitch a mobile phone with a touch screen. “Now, we are finding it easier to get people to talk to us,” Mr. Ulmer said. “Apple has changed the perception of how sexy a phone can be. Now, everyone wants to get in. It’s a whole new world. We’re in talks with everyone, Universal Studios, Time Warner, you name it.”
But perhaps the biggest shift is the notion that in the not-too-distant future, these various groups — which have worked together uneasily so far — could find themselves as competitors as consumers demand more and better access to media and care less about how they get it.
For years, mobile phone carriers like AT&T, Verizon Wireless and Sprint have closely controlled what cellphone users watch, when they watch it, and on what kind of screen they watch it — much the way the networks did with television before new technologies loosened their grip. Many in Hollywood and Silicon Valley hope the iPhone’s multimedia features will make it easier for any mobile-crazed consumer to do the same things they do on the Web: watch their favorite television shows, download maps, send e-mail messages to friends and swap videos.
In what is the beginning of many attempts to make the cellphone more Web friendly, Apple has designed its own application so consumers can receive YouTube videos through a Wi-Fi network. Industry executives predict that as it becomes easier to get information via Wi-Fi networks, more consumers will bypass traditional wireless networks altogether. That prospect, while helpful for phone makers and media concerns, is frightening for service providers if consumers begin to regard them as irrelevant.
“Video, particularly, has largely been behind a wall,” said John Smelzer, the general manager of mobile operations for Fox Interactive Media, referring to the limited and clumsy access most consumers have to news, sports and entertainment on traditional cellphones. “It’s the antithesis of what’s happening on the Web. Any device that replicates the experience online is good for the entire industry. It will help us reach a mass audience,” he said.
Even Mr. Jobs’s competitors, who are quick to point out that the iPhone has limitations, like its sole availability through AT&T, say that it will nudge resistant wireless carriers to pay more attention to their customers’ wishes. “The iPhone is a fantastic device, but they don’t control the network,” said Craig Shapiro, head of content strategy and acquisition for Helio, the mobile phone maker and service company. “For these things to work, though, everyone has to get with the program.”
Communications companies know they have to adapt or risk being left behind. Glenn Lurie, president of national distribution for AT&T’s wireless business, said in an interview that it took an outsider like Mr. Jobs to generate interest in mobile’s potential that the industry could not muster itself. “The wireless industry has been around 20 years, and people have found the industry to be somewhat complex,” Mr. Lurie said. “Steve Jobs and the Apple team come at it from a different perspective.”
Most important, owners of Apple products stay faithful. A recent article in the Harvard Business Review said, by contrast, that in the consumer electronics category, customers of mobile phone services were among the most dissatisfied. Pricing plans and services were too confusing. Contracts were restrictive. Service among some carriers was unpredictable. And early attempts to offer video proved more frustrating than compelling.
“They don’t make it easy,” said Bill Sanders, vice president of mobile networks programming at Sony Pictures Television International. “Everyone I talk to says, ‘There are all these things that are wrong with the iPhone.’ But consumers can’t wait to get their hands on it. That’s because Apple makes it easy.”
This will not be Mr. Jobs’s first experience in redefining an industry. Many executives in the beleaguered music business hailed Mr. Jobs as a savior when the iPod was introduced in 2002 because it was an alternative to the illegal online sharing of songs. Three years later, though, they derided him in a war over pricing.
Film executives, who watched Mr. Jobs’s relationship with the music industry sour, have been more cautious in their dealings with him. In particular, major studios, including Warner Brothers Entertainment and 20th Century Fox, have resisted Mr. Jobs’s overtures to put movies on the video iPod unless he guaranteed copyright protection and reduced prices.
So far, Apple and AT&T are getting along. But even Hollywood blockbusters can have a surprising ending. “All I can speak to is that working with the Apple team for two years, the relationship has been terrific,” Mr. Lurie said. “I can’t speculate what will happen down the road.”
To be sure, all the parties in the three industries involved are circling each other warily as they seek to protect their overlapping interests. But as their ambitions collide, rivals are hiring talent from disparate fields to navigate through a unsettling era.
Cingular Wireless, which merged with AT&T, has lost a number of executives who left to join start-ups or television production companies. Among them is Jim Ryan, who helped develop mobile video at Cingular. He left in May to become chief executive of Mobile Campus, a messaging service for college students. Last year, Jon Vlassopulos, a former senior director of business development at Cingular, joined the television production company Edemol USA as a new-media executive.
A background in movies is proving valuable, too. Sherry Lansing, the former chairman of the motion picture group of Paramount Pictures, was elected to Qualcomm’s board last year, sought after for her keen knowledge of Hollywood. More recently, Christine Peters, the producer of “How to Lose a Guy in 10 Days,” was named to the board of Xero Mobile, a fledgling cellphone service aimed at college students.
“Filmmakers are not going to be happy having their films downloaded to cellphones with poor quality,” Ms. Peters said. “That’s the beauty of the iPhone. It’s simple and it looks good. Half the people who have these fancy cellphones don’t know how to use them.”
20.6.07
iPhone terá bateria para 8h ininterruptas
SÃO FRANCISCO - A fabricante de computadores Apple revelou que o seu telefone inteligente (smartphone) iPhone terá uma bateria que permitirá falar e usar recursos durante oito horas, muito mais do que fora anunciado inicialmente.
A empresa destacou que a bateria do produto permitirá que os usuários assistam vídeos durante sete horas, usem a rede sem fio (Wi-Fi) durante seis horas e escutem música durante 24 horas. O aparelho poderá ainda ficar em módulo stand by durante dez dias antes de voltar a carregar.
Em janeiro, quando anunciou o produto, a Apple disse que o iPhone manteria cinco horas de conversas, vídeo ou navegação pela internet, e até 16 horas de áudio. Os produtos de seus concorrentes, como BlackBerry e Palm, permitem falar durante cerca de quatro horas, antes que seja necessário carregar a bateria.
O produto, que combina telefone celular, reprodutor de música e navegador da internet, será lançado em 29 de junho nos EUA por US$ 500 ou US$ 600, dependendo das opções de memória escolhidas. O iPhone, que permite escutar música como em um iPod, será vendido com 4GB ou 8GB de memória para armazenar vídeo, música e fotografia.
20.4.07
Apple delays Leopard; iPhone on schedule
NEW YORK (CNNMoney.com) -- Apple Inc. said Thursday it pushed back the release of its new operating system, Leopard, until October from its target date of June.
The company said the delay occurred because critical software and resources were needed to complete Apple's iPhone, which has passed several tests and is still on schedule to be released in late June.
Shares of Apple tumbled 2.6 percent in after-hours trading on Nasdaq.
A near final version of Leopard will be shown at Apple's Worldwide Developers Conference in June, where developers will be given a copy to perform final testing, the company said.
"We think it will be well worth the wait," Apple said in a statement. "Life often presents tradeoffs, and in this case we're sure we've made the right ones."
Tim Bajarin, an analyst with Creative Strategies in San Jose, California, said the delay in Leopard could slow the pop in sales that normally comes from die-hard Apple computer fans, who will now likely wait to buy new computers.
"I actually think the effect is going to be somewhat negligible," Bajarin said.
Leopard is expected to boast new features including a file backup feature called "Time Machine" and improvements to its e-mail and instant messaging software. Another feature allows users to move from their standard desktop view to an archival view showing every change made to a particular file.
29.1.07
As 20 perguntas sem resposta sobre o iPhone da Apple
1. Quanto vai custar a propriedade de um iPhone?
Nós já sabemos que o iPhone mais barato vai ser mais caro que o telefone de preço top da Cingular, operadora escolhida para o lançamento. Mas quanto mensalmente isso vai custar? Qual será o preço dos planos de dados? O push de e-mails do Yahoo será um serviço opcional?
2. Qual será o valor do iPhone puro?
O preço estimado por Jobs – 599 dólares para o modelo de 8Gb e 499 dólares pelo de 4 Gb – está com o desconto garantido pelo contrato de dois anos com a Cingular. Será possível comprar um telefone desses sem o contrato de wireless e sem ficar atrelado a uma operadora de celulares específica?
3. Quanto vai custar para repor uma perda ou dano do iPhone?
Vamos dizer que que você pagou 600 dólares por um iPhone. Depois de duas semanas você o deixa cair e o aparelho fica destruído. Quanto vai custar um novo? Os mesmo 600 dólares? Mil e duzentos dólares? Mais? Quando você compra um telefone com um contrato, sempre há embutido um grande desconto. Telefones de 150 dólares são gratuitos. Os de 200 dólares não custam mais de 50 dólares.
O Blackberry Pearl, por exemplo, custa 200 dólares com o contrato de uma operadora norte-americana. Mas um novo, só o aparelho, sairá por 400 dólares sem o desconto da telefônica. E o seguro do celular novo, por quanto sairá? Operadoras móveis oferecem seguros de terceiros que cobrem esse alto custo de reposição de aparelhos – normalmente alguns dólares por mês a mais na conta do seu telefone celular. O seguro do iPhone custará 5 dólares ou 15 dólares por mês? Não se sabe. Se forem 15 dólares por mês, por exemplo, depois de três meses são 540 dólares. Não é uma banalidade.
4. Qual é a velocidade do iPhone?
Equipamentos com tela sensível ao toque são freqüentemente arruinados por um atraso quando você pressiona botões na tela. A Apple pode resolver este problema com a primeira versão do produto, mas se persistir, um grande pânico vai assolar a experiência do usuário. Jobs diz que o iPhone funciona com o sistema operacional OS X, rodando aplicativos que ele chamou de “desktop-class”. Mas o desempenho do OS e dos aplicativos vai ser bom de verdade, como em um desktop? Se não, a Apple vai ter que resolver outro problema que ninguém nunca foi capaz de solucionar.
5. O que Jobs quis dizer quando ele afirmou que o “iPhone roda o OS X”?
É o core do OS X com uma nova interface de usuário para aparelhos móveis? Ou é um core novo, com uma interface que imita o OS X? Steve Jobs já sugeriu que aplicativos especiais do iPhone – não padrões de aplicativos de desktop – vão rodar no telefone. Qual é o sistema operacional do iPhone, realmente?
6. O iPhone vai sincronizar bem com as aplicações do Windows?
Jobs afirmou que o iPhone poderá ser sincronizado com as informações do desktop – como contatos, calendário, fotos, anotações e contas de e-mail – sem explicar em detalhes como, resumindo-se a afirmar que o iTunes vai fazer o serviço de sincronização. Será possível se integrar com o Microsoft Outlook? E com o Lotus Notes? E outros sistemas de gerenciamento de informações pessoais e aplicações de e-mail? Quais? Vão funcionar bem?
7. Os negócios estarão aptos a dispor do iPhone?
Jobs fez questão de atacar os Treos, Blackberries e afins, acusando-os de terem uma usabilidade ruim. Mas as companhias fabricantes desses equipamentos gastaram grandes quantias na construção da infra-estrutura de base. Esses sistemas permitem às empresas desenvolver programas que atendam a necessidades de regulamentação, segurança de dados, redução de custos e outros.
O sucesso desses produtos é baseado nos seus ambientes corporativos e em soluções de negócios. Será que o iPhone está preparado para adoção nas empresas?
8. O iPhone suporta documentos de Word, Excel e PowerPoint?
Jobs disse que você pode sincronizar o iPhone com o e-mail. Mas e os arquivos? Se não suportar os padrões dos documentos do Office, o iPhone tem grandes chances de não ser útil para a maioria dos usuários de negócios.
9. Você estará apto a usar o iPhone como um modem para o seu laptop?
Se não, isto pode ser uma barreira de adoção para muitos executivos que fazem muitas viagens.
10. O iPhone vai arranhar ou descascar?
Os produtos anteriores da Apple, incluindo iPods e notebooks, tiveram sérios problemas com arranhões e descascamento. Isso pode ser um grande problema desta vez, porque as pessoas usam e abusam de seus celulares mais do que de qualquer outro equipamento. A Apple vai tornar seus produtos mais resistentes o suficiente para evitar posts embaraçosos em blogs sobre essa questão?
11. O iPhone vai se chamar iPhone?
Steve Jobs diz “sim”, mas a notícia do processo da Cisco – que detém a propriedade da marca – coloca dúvidas no ar. É possível que as duas empresas cheguem a um acordo, mas até agora a questão ainda está no ar.
12. As pessoas vão odiar o teclado da tela do iPhone?
Muitas pessoas se livraram de seus Palm Treos principalmente porque as teclas eram difíceis de digitar com os dedos. As teclas do iPhone são aproximadamente do mesmo tamanho, mas são um software sem o retorno paupável. O teclado pareceu bom na demonstração. Mas os usuários vão gostar de usar isso todos os dias?
13. O iPhone pode ser usado para fazer ligações VoIP?
Usar o iPhone sobre uma conexão Wi-Fi para fazer ligações pelo Skype seria obviamente um benefício. A Apple vai permitir isso? E a Cingular, vai?
14. As pessoas vão aceitar uma lenta conexão de internet no iPhone?
Enquanto outros telefones são 3G, o iPhone oferece aos usuários um desapontante 2,5G. Para quem já usa o 3G no telefone, mudar e retroceder para um equipamento mais lento vai ser difícil.
15. Outros fabricantes de software vão poder criar aplicações para o iPhone?
Se não, por quê? Se sim, quem são eles?
16. O modelo de negócios do iPhone com apenas uma operadora nos EUA vai inviabilizar o uso para grande parte dos usuários?
Em algumas cidades dos EUA, a Cingular não tem cobertura. Em outras, como Nova York, a cobertura da operadora é menor do que de suas competidoras. Ao limitar o iPhone apenas à Cingular, a Apple não estará recusando a maior dos potenciais usuários do iPhone?
17. Não será possível compartilhar arquivos sem fio com o iPhone?
Assim como o Microsoft Zune, o iPhone suporta Wi-Fi. Mas, ao contrário do Zune, o iPhone Wi-Fi é apenas para conectar-se à internet em hotspots ou redes corporativas. Em suma, ele não será aberto à conexão peer-to-peer. Será que a Apple será capaz de ligar essa capacidade com o tempo? A companhia vai permitir, ao menos, compartilhamento de arquivos pela internet?
18. As vendas do iPhone matarão o iPods?
A Apple tem algo louvável com seu lucrativo negócio de iPod. Mas as pessoas pararão de comprar iPods enquanto esperam pelo iPhone? Os investidores vão concluir que a palestra de Steve Jobs foi um grande erro se os lucros com o iPod caírem sensivelmente por dois trimestres?
19. A Apple será capaz de atender todos os pedidos pelo iPhone?
Não há dúvidas que o iPhone é muito caro para ser produzido e, ao contrário do iPod, é um aparelho eletronicamente muito complexo. Nos primeiros anos de produção, a Apple pode facilmente produzir mais do que ela consegue vender ou, ao contrário, pode não conseguir acompanhar a demanda e criar longas filas que irritam os usuários.
20. O iPhone vai “mudar o mundo”?
O iPod o fez, já que todos compraram um aparelho. Mas o preço do iPhone, a atuação exclusiva com a Cingular e a falta de usabilidade do aparelho para os negócios podem transformar a produto em apenas uma solução de nicho luxuosa para pessoas muito ricas?
A visão de Jobs sobre o iPhone é forte, arriscada e fantástica. Agora, só podemos esperar para ver o que o mágico do Silicon Valley tem dentro de sua cartola. Se Jobs e a Apple puderem produzir as respostas apropriadas para estas 20 questões, parabéns!
9.1.07
iPhone lançado!

"Everybody hates their phone, and that's not a good thing. And there's an opportunity there." Jobs told Time for a rather interesting and revealing piece chronicling the genesis Apple's new iPhone. (We didn't realize for sure that the iPhone can't use its WiFi to download tracks over the air, for instance.) What started more than two and a half years ago as a foray into tablet computing to counter Microsoft's efforts (whodathunk, Apple really was thinking of building a tablet PC), which inevitably led them to creating the iPhone. If you're the type wondering things like why the new device doesn't have rubber feet, check out the piece, it's a good read.
27.12.06
Porque fazer um iPhone não é tão fácil...
NEW YORK (Fortune) -- A well-regarded computer and consumer-electronics maker plunges into the competitive wireless market with a combination music player/cell phone. The company's loyal users can barely wait to try the new gadget, and analysts predict the device will deliver on the long-promised marriage of music and mobility.
We're describing, of course, a phone Sony (Charts) made for Japan's NTT DoCoMo, circa 2000. But you'd be forgiven for thinking we were talking about Apple's rumored wireless phone, which could be launched as early as next month.
It turns out that Sony's wireless experience is a cautionary tale for any consumer electronics maker - including Apple - trying to make the move into the cell phone business. Sony stumbled badly with its music player/phone, and in May 2001 DoCoMo recalled 40,000 of the handsets due to software glitches. (One phone reportedly shut down if the user was listening to music when the phone rang.)
Then, another Japanese operator recalled more than 500,000 Sony Internet-capable handsets. A few months later, Sony entered a joint venture with established telecom player Ericsson, in part, executives of the venture say, to gain much-needed wireless expertise. The alliance, Sony Ericsson, today is the No. 4 maker of wireless phones, after Nokia (Charts), Motorola (Charts) and Samsung.
While we don't know exactly how Apple (Charts) intends to enter the wireless market (the company declines to comment) it is clear the mobile world has its own quirks and demands that Apple will need to negotiate. And cell phones, obviously, are a very different, very specialized type of technology.
Some cell phone makers like to point out that today's high-end phones really are miniature computers - powerful, Internet-enabled machines that also happen to make voice calls.
"At Motorola, we call this the device formerly known as the cell phone," Padmasree Warrior, Motorola's chief technology officer recently said, holding up her own RAZR. That, however, does not mean a computer maker simply can install some radios, receivers and vocoders (short for "voice encoders" that translates voice sounds for digital transmission) and turn any old device into a cell phone. "If only it were that easy," laughs Steve Walker, vice president of product marketing for Sony Ericsson.
Indeed, several makers of personal digital assistants tried to do just that in the late 90s and early part of the decade, with disastrous results. The voice quality wasn't very good, and the PDA makers discovered what most cell phone users already know: Talking on the phone a lot is a big drain on batteries. Heavy voice users found they couldn't access their calendars or address books, the very things they needed from their PDAs.
We're not suggesting Apple would be so naïve, but there are many good reasons why even the most sophisticated consumer electronics companies team up with wireless specialists when it comes to making phones. Bang & Olafson's pricey Serene, for example, is produced in conjunction with Samsung, which had its own rocky transition from consumer electronics to cellphones. According to my colleague Peter Lewis, the Korean company's chairman gave its first phones to all his friends as gifts, and the feedback was so horrendous he had employees destroy Samsung's entire inventory of phones in a bonfire.
So what do Bang & Olafson and Sony get from their wireless partners? Help with the logistics of getting wireless devices to interconnect with the hundreds of phone networks around the world. Each phone company network is engineered a little differently, and in order for a phone to work on that network, it must go through trials and tests. Then there are all the special extras a phone company might ask of the phone maker: a special logo on the device, special user interface software, etc.
"You need to have a global infrastructure, the ability to do localization, and language variants," says Tero Ojanpera, Nokia's chief technology officer. "There aren't that many players that can do that."
Of course, Apple may not want to make a device for the entire world, and it may not even want to make a device for all Americans. Some analysts believe Apple will enter the market as a mobile virtual network operator, or MVNO, buying wholesale airtime from Cingular or another phone company, and reselling the service under the Apple brand, along with its device. Such as strategy would give Apple complete control of the user experience, something Steve Jobs is keen on, especially after hard-core Apple fans complained about the ROKR, the Motorola/iTunes phone distributed by Cingular.
But the MVNO model would limit Apple's base of potential users, and more scarily, thrust it into the role of phone operator. The most successful MVNOs in the U.S. are companies such as Virgin Mobile and Tracfone, which focus on the pre-paid market. Virgin targets teens who don't have credit histories needed to get traditional cellular plans, and Tracfone similarly targets credit-challenged or thrifty users.
The track record for MVNOs trying to address the high end of the market is not so good. Disney shut down its ESPN mobile operations earlier this year, in part, because consumers didn't want to pay a premium price for handsets and services that weren't all that different from offerings from Verizon (Charts), Sprint (Charts) or Cingular. And Ranjan Mishra, Mercer Management Consulting director specializing in wireless, questions why Apple would want to be a phone company, albeit a reseller, with all its customer-service headaches. "It seems like a risky proposition to me," he says.
No matter how Apple enters the wireless market, it is sure to make a big splash. One of the big questions is whether the company can learn to navigate the industry alone, or, if like Sony before it, Apple will end up seeking a wireless partner.
17.11.06
iPhone começa a despontar
Vários sites mundo afora e blogs de tecnologia estão em alvoroço devido a boatos do iPhone da Apple, que teria sido encomendado para empresas de Taiwan. Alguns blogs, como o do Beto Largman (O Globo), comentam o tema e mostram imagens como a ao lado, sobre como se especula que seria o iPhone.
O IDG Now! publicou uma notícia dando conta de que:
Rumores de que a Apple Computer Inc. pretende lançar um novo celular no ano que vem têm ganhado força, mesmo sem o apoio dos fabricantes de Taiwan.
Um jornal taiwanês publicou ontem (15/11) que a Apple já teria contrato para produção de 12 milhões de iPhones, com a Hon Hai Precision Industry Co. Ltd. O novo aparelho deve ser lançado no primeiro semestre do ano que vem.
A Tripod Technology Corp., grande fabricante de placas para celulares, não quis comentar sobre a notícia, assim como a Hon Hai, que faz o iPod.
O analista da Bear Stearns, Andy Neff, acredita que o iPhone pode render 6 bilhões de dólares para a Apple. Esse rendimento está baseado na previsão de que serão vendidos em torno de 29 milhões de aparelhos no ano que vem, subtraindo o número atual de usuários do iPod.
Para analistas, o iPhone será uma ótima manobra para a Apple e diminuirá a competição com fabricantes de telefones celulares, que têm colocado tocadores de MP3 nos aparelhos para atrair o público consumidor do iPod.
Nos últimos meses, Hon Hai foi notícia devido a casos de mau trato a funcionários de uma fábrica na China, que produz iPods. Após investigações, a Apple isentou a companhia, embora tenha constatado pequenas violações da fornecedora ao código de conduta."