Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador google. Mostrar todas as postagens

5.11.08

Google consegue liberação para wi-fi 2.0


E no dia das eleições americanas, o Google conseguiu uma enorme vitória perante a FCC e possivelmente contra as operadoras celulares americanas. O órgão regulador americano liberou testes para o uso futuro do espectro não utilizado para wi-fi 2.0.


Com a decisão, o Google e outros provedores de tecnologia podem vir a ameaçar operadoras móveis, ao prestar serviços de acesso à internet sem fio com alcance maior do que o atual wi-fi, e o que é pior, a preços mais baixos!

Agora é esperar pra ver se no Brasil algo do gênero pode ocorrer algum dia, apesar de que nem espectro de wi-max se vende no país sem licitação, a orientação do Governo brasileiro é lucrar com licitações e deixar a concorrência pegar fogo...

17.10.08

New York Times analisa o celular do Google


NYTimes 



Mais um vídeo instrutivo e bem humorado de David Pogue no site do New York Times, desta vez falando sobre o G1 , celular da TMobile com o Google . Como não podia deixar de ser, David acabou concluindo que o G1 nada mais é do que um iPhone piorado - mas com bateria removível e outras benesses que faltaram ao celular da Apple.


Ao menos em relação ao Android , sistema operacional mobile do Google, o colunista do NY Times foi esperançoso e elogiou suas funcionalidades.



18.9.08

Celular com Android, do Google, vai custar US$ 199


INFO

O primeiro celular baseado no sistema operacional Android, do Google, vai custar 199 dólares, de acordo com reportagem publicada pelo site do Wall Street Journal na quarta-feira (18/09).

O aparelho será fabricado pela taiwanesa HTC e comercializado pela T-Mobile, unidade da Deutsche Telekom nos EUA, que planeja revelá-lo no dia 23 de setembro em Nova York.

Segundo o jornal, que cita fontes familiares ao assunto, a T-Mobile estreará planos de dados “com preços agressivamente competitivos” para o celular com Android.

3.3.08

Por que as empresas de internet querem invadir o seu celular?

IDG NOW!

Esqueça as tradicionais marcas de celulares. Depois da Apple, que roubou a cena com seu iPhone, quem mais se destacou no mercado de mobilidade em 2007 não foi nenhuma grande fabricante de aparelhos ou operadora, mas sim uma empresa de internet: o Google.

A indústria parou para acompanhar o anúncio da plataforma Android, que foi muito além de um único aparelho com a marca Google (o Gphone, que muitos aguardavam), oferecendo um ambiente completo para celulares, que os desenvolvedores poderão povoar com os mais diversos aplicativos.

Mas o Google não está sozinho nesta corrida à mobilidade. Outros gigantes da internet, como Microsoft e Yahoo, vêm anunciando numerosos acordos com operadoras e fabricantes de aparelhos, além de esforços para adaptar seus produtos mais populares ao universo do celular.

O motivo mais evidente é que há três vezes mais celulares que computadores no mundo. “Muitas pessoas farão o seu primeiro acesso à internet pelo celular, e não pelo computador”, opina Leonardo Tristão, diretor de novos negócios do Google. “O futuro da internet é móvel. É a próxima grande fronteira”, concorda Marcos Lopes, diretor de marketing da TIM.

Mesmo com as restrições atuais nos custos de acesso a dados pelo celular – especialmente nos mercados em estágio de desenvolvimento, como o brasileiro –, os usuários de internet móvel já passam de 400 milhões no mundo – um terço dos internautas que navegam pelo PC – e a previsão é de que cheguem próximo à marca de 1 bilhão dentro de três anos, segundo o eMarketer.

Em mercados mais maduros, como o Japão, o número de usuários de internet pelo celular já é superior ao de internautas que navegam pelo desktop. “O mundo é cada vez mais on demand, As pessoas querem utilizar os serviços onde, como e quando têm vontade”, justifica o diretor de novos negócios da Oi, José Luis Volpini.

Para as empresas de internet – como Microsoft, Google e Yahoo! –, trata-se de um novo universo de oportunidades. Segundo previsões do eMarketer, os gastos com anúncios em celulares devem chegar a 13,8 bilhões de dólares em 2011. Deste total, 17% virão de um mercado que estas três companhias vêm disputando ferrenhamente: as buscas.

Dos 982,4 milhões de usuários de internet móvel previstos para 2011, mais de 90% vão utilizar os serviços de busca, fornecendo combustível para um mercado de 2,3 bilhões de dólares em links patrocinados.

E o interesse nas buscas móveis não está apenas no volume, mas também na qualidade. Segundo as empresas de internet, as taxas de clique em links patrocinados são maiores no celular que no PC. “Quando o usuário busca no PC, tem tempo livre para navegar pelas opções e escolher. Já no celular, ele tem que ser objetivo. A idéia é resolver o problema em um único clique”, explica André Izay, diretor geral do Yahoo! Search Marketing.

Outra vantagem dos dispositivos móveis em relação aos PCs é a possibilidade de oferecer resultados de buscas baseados em localização. “Se o usuário faz uma busca por McDonald’s no celular, por exemplo, provavelmente ele não quer informações nutricionais sobre os lanches da cadeia ou o telefone para entrega, mas sim saber onde está a loja mais próxima, o que facilita ao buscador entregar o link mais adequado”, explica Alexandre Fernandes, diretor de produtos e serviços da Vivo.

De olho nestas oportunidades, as empresas de internet costuram parcerias com operadoras e fabricantes de celular para posicionar estrategicamente os seus mecanismos de buscas. No Brasil, o Yahoo fechou acordos para prover motor de buscas para a Claro e a Vivo, replicando alianças globais firmadas com as empresas-mãe das operadoras - América Móvil e Telefónica, respectivamente.

Ter um bom sistema de buscas também é um diferencial para as operadoras. De acordo com Alexandre Olivari, gerente de serviços de valor agregado da área de varejo da Claro, metade das vendas de conteúdos do portal Claro Idéias – que abrange música, vídeos e jogos, entre outros itens – se originam a partir de buscas.

Mas as oportunidades não estão restritas aos buscadores. A TIM, por exemplo, assinou um acordo com o Google, tornando-se a primeira operadora a trazer o popular site de compartilhamentos de vídeo YouTube aos celulares dos brasileiros – embora a busca preferencial também esteja no pacote.

Outros serviços sociais – como as redes de relacionamento – também têm grande potencial de crescimento no celular. A consultoria Pyramid Research prevê que em 2012 os usuários de redes sociais pelo celular cheguem a 950 milhões. No Brasil, um acordo entre o Google e as operadoras Claro, TIM, Brasil Telecom e Telemig já permite que os usuários enviem recados para o Orkut.

Na lista de experiências locais bem sucedidas, outro destaque é a integração do serviço de mensagem instantânea MSN Messenger, da Microsoft, aos celulares. De acordo com Priscyla Alves, gerente de marketing do grupo de serviços online da Microsoft, o serviço que permite enviar mensagens a partir do computador para um celular já tem mais de 2 milhões de usuários cadastrados, mesmo sendo pago.

As operadoras começam a testar também modelos alternativos de publicidade no celular. É o caso da Claro, que fez um projeto piloto com banner gráfico do Fiat Punto no portal móvel Claro Idéias. De acordo com Olivari, o número de cliques registrados pelo celular no período foi o dobro da média que teria um banner veiculado em um site tradicional.

“Alguns modelos vencedores da web podem ser muito bem adaptados ao celular”, observa Rafael Magdalena, gerente de serviços de valor adicionado móvel da Brasil Telecom.

Os dispositivos móveis abrem, contudo, novas portas para outros tipos de publicidade, que vão além dos modelos utilizados em PCs. “Um exemplo é o ‘click to call’, em que o usuário clica em uma publicidade e disca automaticamente para o anunciante. Outro é o “click to download”, em que ele baixa algum conteúdo associado ao anúncio”, explica Izay, do Yahoo.

As empresas do ramo são unânimes em ressaltar, porém, que para explorar bem a publicidade móvel são necessários conhecimento e consentimento do usuário. "É preciso ter clareza de quem é o cliente. E, como em todo marketing direto, o segredo é ter um bom relacionamento", opina Volpini, da Oi.

Outro desafio para as empresas de internet – assim como dos fabricantes de celulares e operadoras – é proporcionar aos usuários uma melhor experiência de web no celular.

A navegação por menus e listas que predomina na maioria dos aparelhos disponíveis no mercado sequer lembra aquilo que entendemos por internet e frustra as expectativas de quem se aventura por ela. “Pesquisas indicam que a cada novo menu apresentado, metade dos usuários desiste de navegar”, relata Tristão, do Google.

A prova de que os usuários estão ansiosos por uma experiência mais rica no celular é o sucesso do navegador Safari, integrado ao iPhone. Lançado no início do ano, o aparelho, que oferece navegação muito similar à do PC, exibindo versões completas dos sites, já conquistou 50% mais usuários que o Windows Mobile – que roda em diversos modelos de smartphones - no acesso à internet pelo celular, segundo a empresa de pesquisas Net Applications.

“A contribuição do iPhone foi mostrar que a usabilidade é fundamental”, afirma Tristão. “Acreditamos que o usuário tem de ter a mesma experiência de internet, independente da plataforma – seja TV, computador ou celular”, ele acrescenta.


29.1.08

Google e TIM lançam YouTube móvel

E cada vez mais o Google vira moeda estratégica para operadoras que buscam diferenciar-se dos concorrentes. Vejam abaixo a nova parceria com a TIM.


ADNEWS

A TIM e o Google anunciam hoje uma parceria estratégica entre as empresas para levar aos usuários soluções inovadoras de mobilidade. A primeira dessas soluções é o lançamento no Brasil da versão móvel do YouTube, o maior e mais popular site de compartilhamento de vídeos do mundo. A TIM é a primeira operadora do Brasil a oferecer o serviço, que está disponível a partir de hoje no portal TIM WAP. O acordo prevê também a implementação, nos próximos meses, da ferramenta de busca do Google nos celulares da TIM. O serviço tornará a experiência de navegação do usuário mais simples e ágil para a busca de informações e conteúdos dentro dos celulares da operadora, seja no portal WAP ou na Web.

"A parceria com o Google é a demonstração de que o celular cada vez mais se firma como a principal ferramenta de interação do mundo atual. Estamos aliando entretenimento e informação à mobilidade e trazendo, de vez, a Internet para o celular. Com essa parceria a TIM reforça seu compromisso de antecipar o que existe de mais avançado na tecnologia mundial para o cotidiano de seus clientes", diz Mario Cesar Pereira de Araujo, presidente da TIM Participações.

"O Google acredita que o futuro da informação está relacionado a produtos abertos em diferentes plataformas. Levar essa experiência do computador para o celular é um primeiro passo para o que será essa realidade", afirma Alexandre Hohagen, presidente do Google Brasil. "Diante disso, a missão do Google em levar os seus produtos nos ambientes onde estiverem seus usuários não seria possível sem os telefones móveis. O YouTube é apenas o começo de uma parceria inédita na América Latina. Estamos contentes em saber que a TIM compartilha essa visão conosco".

O YouTube Mobile pode ser acessado pelos clientes TIM diretamente de seus celulares pelo Portal TIM WAP. Pelo ícone do YouTube ou pelo campo de busca, o cliente encontra seus vídeos preferidos e não precisa fazer download: basta clicar no conteúdo e assistir. Os conteúdos do serviço são em streaming, compatíveis com mais de 40 modelos de aparelhos disponíveis no portfolio comercializado pela TIM. O cliente paga pela navegação no WAP de acordo com o plano contratado e, para assistir aos vídeos, o tráfego custa R$ 1,50 mais impostos por megabyte através da conexão para streaming, para clientes de planos Pré e Pós-Pagos. Além do YouTube, a parceria entre a TIM e o Google prevê a implementação de buscas em WAP e na Web, além de outras novidades para breve.


10.12.07

Google e as celulares


Extenso e detalhado artigo de Eduardo Prado no Teleco apontando as direções que o Google quer dar para o mercado de telefonia móvel. Vale a pena a leitura.




3.12.07

Google vai mesmo participar do leilão de frequências de telefonia móvel nos EUA


INFO

O Google confirmou que fará uma proposta por valiosas frequências de telefonia móvel nos Estados Unidos.

A decisão pode colocar a empresa líder de buscas na internet em uma batalha contra operadoras americanas de serviços de tecnologia sem fio.

O Google entrará sozinho com uma proposta de compra das frequências sem fio na faixa de 700 megahertz em leilão marcado para começar em 24 de janeiro.

A companhia do Vale do Silício anunciou que vai entregar na segunda-feira documentação oficial para a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês). As companhias têm até a segunda-feira para declarar se estão interessadas em participar da licitação.

"Os consumidores merecem mais competição e mais inovação do que vêem hoje no mundo sem fio", disse o presidente-executivo do Google, Eric Schmidt.

Outros possíveis interessados no leilão de frequências são as operadoras AT&T e Verizon Wireless, primeira e segunda maiores empresas de telefonia móvel dos EUA.


12.11.07

Google agora quer invadir seu celular

Estadão

O Google anunciou, na semana passada, um ambicioso plano de fazer softwares para o 'coração' de celulares. Com a iniciativa, a empresa espera acelerar o que a Apple iniciou com o iPhone. O gigante de buscas está capitaneando uma ampla iniciativa para desenvolver novas tecnologias de software, com o objetivo de transformar celulares em poderosos computadores móveis. Com isso, pretende conquistar, na web móvel, a mesma importância que tem para a internet hoje.

O computador está encolhendo e saltando para os bolsos de milhões de pessoas. A fusão resultante de computação e comunicações provavelmente transformará a indústria de telecomunicações tão completamente quanto o PC mudou a computação no início dos anos 80.

Se for bem-sucedida, a iniciativa do Google renderá novos aparelhos que, como o iPhone, facilitarão o uso da internet e poderão ser mais baratos e fáceis de customizar.

O grupo liderado pela empresa de buscas, denominado Open Handset Alliance, espera iniciar as vendas dos telefones potencializados pelo Google na segunda metade de 2008. Entre os integrantes estão fabricantes de aparelhos, como Motorola, Samsung e LG; empresas de comunicações, como T-Mobile, Sprint e China Mobile; e companhias de semicondutores, como Qualcomm e Intel.

Ao entregar a desenvolvedores de software externos o acesso pleno às funções do telefone móvel, os membros da aliança esperam provocar uma proliferação de programas e serviços, como redes de relacionamento e compartilhamento de vídeos.

Apesar de o muito antecipado plano do Google ter provocado especulações sobre o lançamento de um Google Phone, a companhia disse que, por enquanto, não tem planos de fabricar celulares.

Analistas do setor foram rápidos em apontar que alianças impressionantes de telecomunicações e computação já foram propostas muitas vezes nas últimas décadas e geralmente tiveram pouco impacto. E a plataforma de softwares da aliança, que ainda não está completa, enfrentará a competição de rivais estabelecidas, como Microsoft, Nokia, Palm e RIM.

'Não estou convencido', disse o consultor de tecnologia Chetan Sharma. 'É uma lista muito impressionante, mas leva tempo para colocar as coisas no ecossistema.' Contudo, a força da marca Google junto aos consumidores e a estratégia de usar código aberto nos programas dificulta uma avaliação.

O Google está frustrado com a disponibilidade limitada de seus serviços em telefones móveis, cujos recursos e software são amplamente controlados por fabricantes de aparelhos e empresas de comunicações. Ao cortejar programadores, espera dar aos celulares novas capacidades que os usuários exigirão e vão dificultar a resistência dessas companhias.

A idéia é que, assim como planilhas eletrônicas, processadores de texto, videogames e um monte de softwares úteis transformaram o PC num eletrodoméstico de uso cotidiano há três décadas, o surgimento de novas aplicações móveis poderá estimular uma adoção mais ampla dos smartphones. Os criadores de software 'vão produzir aplicações que fazem coisas fantásticas na web e em celulares também', disse o presidente do Google, Eric E. Schmidt.

Um uso maior da internet, seja em computadores, seja em telefones, beneficiará o Google por causa do amplo alcance de seus sistemas de publicidade. Nesse sentido, é uma ameaça competitiva potencial à Microsoft e a outras companhias criadoras de software móvel.

John O'Rourke, diretor-geral dos negócios de Windows Mobile da Microsoft, se disse cético sobre a facilidade com que o Google conseguirá se tornar uma força importante no mercado de smartphones. 'Não seria o caso perguntar quais serão os custos adicionais na comercialização disso?', disse.

Segundo o Google, o software representa cerca de 10% do custo dos celulares, embora essa porcentagem esteja subindo com o barateamento do hardware. Sua futura plataforma, baseada no Linux e em linguagem Java, é chamada Android, nome de uma companhia que o diretor de plataformas móveis do Google, Andy Rubin, fundou, adquirida pela empresa em 2005.

Uma breve demonstração sugere que os telefones feitos com a tecnologia terão recursos e design parecidos com o iPhone. Será?




15.10.07

O projeto secreto do Google Phone

NYT

Por mais de dois anos, um grande grupo de engenheiros do Google tem trabalhado em um projeto secreto de um celular. Com os boatos se espalhando, crescem as expectativas sobre o que tem sido apelidado de Google Phone ou apenas GPhone.


Mas o GPhone não será um próximo iPhone, e o objetivo do Google é bem diferente daquele da Apple. O Google quer expandir seu domínio sobre a propaganda online nos celulares, um mercado pequeno que promete crescer rapidamente.

A empresa espera convencer fabricantes e operadoras de celular a vender aparelhos com o seu software. O custo dos celulares poderá ser parcialmente subsidiado por anúncios que aparecerem na tela.

O Google deve revelar ainda este ano qual é o fruto dos seus investimentos em mobilidade, e telefones com a sua tecnologia poderão ser lançados já no ano que vem. Alguns analistas dizem que o impacto não será tão profundo - pelo menos não no começo -, quanto o revolucionário iPhone.

O GPhone, se realmente for lançado, vai ajudar o Google a distribuir seus serviços virtuais , diz Karsten Weide, um analista do IDC. No centro do projeto, está um sistema operacional de código aberto especialmente para aparelhos celulares. Código aberto é igual a software livre e significa que qualquer pessoa com certo conhecimento de informática pode ver como um programa funciona e até modificá-lo.

E mais: o Google deve desenvolver versões móveis dos seus aplicativos, que vão muito além dos mecanismos de buscas e mapas online oferecidos atualmente. Deve até ser lançado um navegador para os telefones acessarem páginas da web.

Ou seja, o Google não está criando um concorrente do iPhone, mas um software alternativo ao Windows Mobile (o sistema operacional para celulares da Microsoft) e a outros programas do tipo.

A estratégia do Google é liderar a criação de um sistema em código aberto para drenar o dinheiro do modelo de negócios do Windows Mobile , diz um dos executivos, que não quis se identificar.

O Google se recusou comentar seus planos. Mas o seu chefe executivo, Eric E. Schmidt, já disse várias vezes que o mercado de celulares representa a maior oportunidade de crescimento do Google. Temos um investimento grande em celulares e aplicativos móveis , disse em entrevista neste ano.

Analistas dizem que o Google enfrenta um desafio significativo. Gerenciar um site ou uma ferramenta de busca é uma coisa. Mas, desenvolver um telefone é um jogo totalmente diferente. Não vai ser fácil para eles , diz Weide, do IDC.

Weide acrescenta que o impacto do Google na indústria de celulares vai depender da sua habilidade em fechar acordos com os fabricantes que vendem centenas de milhões de aparelhos a cada ano e, na maioria das vezes, escolhem qual software vai rodar neles.

Arun Sarin, chefe executivo da operadora britânica Vodafone, que já oferece serviços do Google nos seus celulares, diz que não está claro quais funções novas o Google pode trazer. O que falta (no universo dos celulares) que o Google possa preencher? Já é possível acessar os serviços deles por meio de vários aparelhos. Você não precisa de um GPhone para isso , diz Sarin.

O Windows Mobile é distribuído há anos pela Microsoft, que tem acordos com 48 fabricantes e 160 operadoras no mundo. Ainda assim, só 12 milhões de celulares com o sistema foram vendidos este ano, 10% do mercado, segundo o IDC. A Microsoft não quis falar sobre a possível concorrência do Google.

Mas, se os telefones com o programa do Google se tornarem um hit entre os consumidores, as operadoras podem se sentir pressionadas a adotá-lo diz Richard Doherty, diretor da consultoria Evisioneering. Ninguém quer ser o último a seguir o Google.

17.9.07

Google registra patente para tecnologia de pagamento por celular


Framingham - Registro da tecnologia batizada de Gpay reaviva rumores de que a empresa vai lançar um telefone celular com a sua marca.
O Google registrou uma patente para permitir que os usuários paguem por bens de máquinas e lojas - bem como por outras compras maiores - por meio de mensagem de texto ou SMS, reavivando rumores de que a empresa vai lançar um telefone celular com a sua marca.

Com o título "Text message payment", a patente 2007/0203836 foi publicada na última quinta-feira (30/09), pelo engenheiro Ramy Dodin. A invenção, batizada de Gpay, é descrita como um método computadorizado de efetuar pagamentos.

O sistema receberá em um servidor uma mensagem de texto de um consumidor contendo a solicitação de pagamento com o valor respectivo, debitará da conta do consumidor o valor correspondente ao pagamento solicitado e creditará o valor na conta do receptor.

Segundo o registro de patente, o Gpay poderá ser usado para pagar por produtos e serviços diversos.
Apesar das especulações, o Google afirmou ao jornal The Times que muitas idéias que surgem na empresa são patenteadas, independente de compromisso para virarem produtos reais.

Outras empresas, como a Globe Telecom e a Smart Communications, já oferecem tecnologias de pagamento por SMS. Porta-vozes do Google não puderam ser encontrados para comentar o assunto.


5.9.07

Aumentam rumores sobre o GPhone

via Convergência Digital

Ficam cada vez mais evidentes os sinais de que o Google vai entrar na briga pelo mercado de telefonia móvel...

31.8.07

MS pra cima da RIM?

Folha

"Os rumores de que a Microsoft possa estar interessada na aquisição da RIM (Research In Motion) fizeram com que as ações da fabricante do "smartphone" BlackBerry subissem quase 3% ontem. Segundo analistas, as especulações surgiram devido às notícias de que o Google está interessado em desenvolver um software para telefones celulares. Procurada pela Reuters, a RIM disse que não comentaria o assunto."

Comentário deste blog: Será que apenas especulações sobre o Google já fazem a MS se mexer para tentar ganhar posição no mercado de telefonia?

30.8.07

GOOGLE PODE TER PROGRAMA PARA CELULAR

FSP

O Google poderá lançar um software para telefones celulares nas próximas oito semanas com a intenção de promover seus serviços de e-mail e de mapas, disse o analista americano Gene Munster, da Piper Jaffray & Co. O programa permitiria à empresa formar parcerias com fabricantes de celulares. Sobre a possibilidade de a empresa lançar um telefone com a marca Google, apelidado de GPhone, Munster afirmou que "nós acreditamos que os rumores são parcialmente verdadeiros".

6.8.07

Rumores sobre celular do Google são cada vez maiores


Jornal do Comércio

O Google tem se aproximado de operadoras de telefonia celular e de fabricantes de aparelhos enquanto avalia o mercado de publicidade em telefones móveis, informou o site do Wall Street Journal nesta quinta-feira. A companhia, que tem investido centenas de milhões de dólares em um projeto para celulares, tem se aproximado de várias operadoras móveis nos Estados Unidos e Europa nos últimos meses, publicou o jornal, citando fontes não identificadas.


Ainda segundo o Wall Street Journal, o telefone celular do Google pode oferecer ligações e acesso a internet grátis, por meio de anúncios exibidos aos usuários. O Google desenvolveu um protótipo de celular que pode chegar ao mercado em um ano, prometendo oferecer assinaturas gratuitas, associando anúncios aos serviços de busca, e-mail e browser.

O Google está cortejando operadoras celulares para convencê-las a distribuírem os celulares. As operadoras incluem AT&T, T-Mobile USA e Verizon Wireless, de acordo com o jornal. A T-Mobile USA, unidade da Deutsche Telekom, parece ser a operadora que está mais inclinada a considerar o assunto, informou a publicação.

O Google também tem discutido especificações técnicas com fabricantes. LG Electronics é um dos fabricantes que mantiveram contato com o Google, publicou o jornal.

17.4.07

Site de busca vai virar rotina no celular

SÃO PAULO - Google ganha dinheiro com as propagandas on-line exibidas quando alguém faz uma busca na internet, mas Eric Schmidt, presidente da empresa, dá a dica: cada vez mais, nos próximos anos, as buscas vão ser feitas no celular, não no computador. O mercado de celular no Brasil é maior que o mercado de internet, e isso é verdade no mundo como um todo também. Os usuários de celular também estão aumentando em número mais rápido que os usuários de computador. Isso nos diz que a maior parte do uso da internet no futuro vai vir dos usuários de celular. É só seguir o mapa , diz Schmidt.O presidente da empresa dona do site de buscas mais usado do mundo diz que o Google vai apostar no mercado dos aparelhos móveis. Estamos construindo capacidade de busca e outros aplicativos para celular , diz ele, que dá como exemplo o Google Maps. Segundo Schmidt, há operadoras nos Estados Unidos que oferecem aparelhos de celular com GPS integrado e com o Google Maps, que pode mostrar no mapa ou na imagem de satélite, na telinha, o local onde a pessoa está. É inacreditável. Eu acho que esse é o futuro , diz ele.
O executivo conversou com clientes, funcionários do Google e pessoas do governo, na semana passada, em visita ao Brasil. Como não poderia deixar de ser, Schmidt também falou dos serviços do Google mais populares no Brasil _ o Orkut e o YouTube.
Em entrevista à imprensa na semana passada, respondendo a pergunta sobre se o Google vai colocar mais anúncios nos dois sites, disse que eventualmente vamos ganhar dinheiro com o Orkut e com o YouTube. Agora o mais importante é construir a comunidade.
Schmidt diz também que está em estudo a possibilidade de pagar aos criadores de conteúdo colocado no Orkut e no YouTube. Sim, [teremos isso,] mas não agora .
O carro-chefe de receitas do Google, a venda de anúncios, vai ser diversificada, diz o executivo. A empresa vai colocar mais anúncios em aplicativos para empresas, como o Google Apps (pacote de software baseado na web), e também vender mais propaganda fora da internet _ o Google vende anúncios no rádio e em jornais nos Estados Unidos.
Para além do Orkut, o Brasil é importante para o Google. A empresa deve contratar mais gente para seus escritórios em São Paulo e Belo Horizonte e deve ter em breve um centro de computação no país, que é o maior mercado da empresa na América Latina, diz Eric Schmidt. O executivo diz que o Google já tem algumas centenas de funcionários no Brasil, número que deve crescer com a contratação de engenheiros e pessoas nas áreas de marketing e recursos humanos.
A empresa não divulga a localização de seus datacenters, onde ficam seus servidores. No entanto, Schmidt diz que teremos mais e mais datacenters no mundo. Com certeza teremos algum tipo de centro de computação no Brasil. Exatamente de que tipo vai ser e onde, não vou falar. Conforme cresce a importância do Brasil, é importante que algumas partes do supercomputador Google estejam no Brasil . A empresa obtém 42% de sua receita fora dos Estados Unidos, diz Schmidt, número que deve superar 50% em alguns anos.

20.3.07

Google Phone será celular para as massas

Info

3.11.06

YouTube em celulares já em 2007?

From TechCrunch

Crunchgear caught an AdAge story today about YouTube founder Chad Hurley telling attendees at the OgivlyOne Digital Media Summit in New York that YouTube hopes to be able to deliver user generated short video clips to mobile devices by the end of 2007. Hurley said figuring out a monetization model on mobiles was a big part of the challenge, he said he hadn’t seen mobile advertising work yet.

I have a hard time believing that Google won’t roll out a mobile YouTube product in far less than 14 months. Particularly given this morning’s launch of Gmail for Mobile and the market imperative, the end of next year seems like too long a wait.

The mobile and Web 2.0 spaces are changing fast enough that some one is liable to grab the mobile “user generated content” space right out from under Google if launch takes that long. So it’s possible that those could just be the words of a cautious executive setting goals he knows he can meet.
There’s plenty of video being delivered to phones now so it’s probably not a technical problem.

In related news, YouTube competitor Revver said today that it became the first video sharing service to be nominated for an Emmy. Revver is a nominee in the category “Outstanding Innovation and Achievement in Advanced Media Technology for the Best Use of On Demand Technology Over the Public (open) Internet.” Revver’s video player shows short films in Flash then calls back to the Revver server to fetch a current still frame post-roll advertisement. Send Revver to phones and there will be all the more reason for high quality publishers to make the switch.