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19.4.09

Banda larga móvel pode receber aporte bilionário para se desenvolver

CONVERGÊNCIA DIGITAL


No encontro de líderes do G-20, que acontece esta semana, em Londres, na Inglaterra, o setor de telecomunicações, em documento oficial, garantiu estar preparado para criar uma infraestrutura voltada para a economia digital, capaz de gerar 25 milhões de empregos nos próximos cinco anos.

O recado foi claro: A proposta não é um plano de resgaste mas, sim, de investimento. As contrapartidas governamentais seriam a liberação de frequências necessárias para a nova rede, além da garantia de um cenário regulátorio estável e previsível. Se isso concretizado, o aporte prometido poderá ampliar o PIB mundial em até 4% até 2013, além de conectar 2,4 bilhões de pessoas à Web.

"Não queremos um plano de resgate. Desejamos investir", afirmou Michael O'Hara, vice-presidente de marketing da GSM Association, entidade que reúne operadoras e fornecedoras de telecom, contrastando o setor com os bancos, cujo futuro é um dos temas centrais na reunião do G20 - que reúne líderes dos países ricos e emergentes para discutir uma saída para a crise financeira que abalou a economia mundial. A proposta é objetiva: O aporte pode chegar a US$ 550 bilhões.

No documento, entregue à organização do G-20, o setor reitera que investir em banda larga móvel permitirá conectar milhões de pessoas à Internet, especialmente, nos chamados países emergentes onde hão há uma demanda de serviços tradicionais por meio da telefonia fixa, caso do Brasil, por exemplo. Pesquisas de mercado asseguram que, mesmo com a crise, a banda larga móvel terá crescimento significativo nos próximos anos.

Os 25 signatários do documento, entre eles, gigantes como Nokia, NTT DoCoMo e Ericsson, Telefônica AT&T, em contrapartida pedem que seja estabelecido um ambiente regulatório mais estável e que os governos estipulem preços justos para as frequências ainda disponíveis para a oferta de serviços de comunicações.

"Os argumentos de negócios em favor da banda larga móvel dependem muito de políticas regulatórias. Nos últimos anos, tivemos uma tendência de ampliação nas intervenções regulatórias, em muitos casos quando isso não era apropriado", afirma a carta, divulgada nesta quinta-feira, 02/04, e divulgada pela Agência Reuters.

A GSM Association aproveitou para criticar as últimas decisões da União Européia - que interviu no setor e determinou como as operadoras devem se relacionar - compartilhamento de recursos - e como devem cobrar seus consumidores, medidas que, de acordo com a entidade, desestimulam o investimento da iniciativa privada.


2.4.09

RIM lança loja de aplicativos para BlackBerry


Seguindo os passos da Apple App Store, a RIM lança a loja de aplicativos para sua linha BlackBerry na CTIA, a Blackberry AppWorld.



Câmara aprova PL de Gabeira sobre instalação de ERBs celulares



Cristina de Luca



O Senado aprovou ontem o Projeto de Lei 31/2008, derivado do projeto 2.576/2000, de autoria do deputado Ferando Gabeira (PV-RJ), que estabelece limites para a exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos. 

O texto aprovado, que segue agora para sanção do Presidente Lula, determona que as antenas e estações transmissoras de radiocomunicação e sistemas de energia elétrica operando na faixa de até 300 GHz terão que obedecer os limites recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  A saber:

O projeto do deputado Fernando Gabeira levou oito anos para ser votado na Câmara. Nos últimos cinco anos, outros projetos, de autoria diferentes parlamentares, foram apensados a ele.O texto original proibia a instalação de ERBs em escolas, áreas verdes e centros comunitários, entre outros locais, e obrigava que a instalação das antenas guardasse uma distância de 30 metros de residências, clínicas ou hospitais. Depois a distância foi ampliada para 50 metros.

Ao defender o projeto no plenário do Senado, o relator, senador Mario Couto (PSDB-PA), ressaltou que estudos realizados nos últimos anos têm detectado efeitos adversos dos campos elétricos e magnéticos sobre a saúde humana. Segundo o senador, alguns tipos de cânceres em crianças e adultos; problemas de depressão, que podem levar inclusive a suicídios; distúrbios cardiovasculares; disfunção na reprodução; alterações imunológicas; distúrbios no crescimento; e doenças do sistema nervoso, são enfermidades possivelmente associadas às radiações emanadas por campos eletromagnéticos.

Até aqui, a Anatel tinha como referência provisória para avaliação da exposição humana a campos eletromagnéticos de radiofreqüência os limites propostos pela Comissão Internacional para Proteção Contra Radiações Não Ionizantes – ICNIRP. Válida enquanto não forem estabelecidas novas recomendações pela Organização Mundial de Saúde.

Pelo artigo 12 do PL, caberá à Anatel, após a sanção presidencial, adotar as seguintes providências:


I – editar regulamentação sobre os métodos de avaliação e os procedimentos necessários ao licenciamento de estações transmissoras de radiocomunicação e à certificação de terminais de usuário e sobre os casos e condições de medição dos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos destinada à verificação periódica do atendimento dos limites estabelecidos por esta lei pelas estações transmissoras de radiocomunicação e pelos terminais de usuário;


II – implementar, manter, operar e tornar público sistema de monitoramento de campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos de radiofreqüências para acompanhamento, em tempo real, dos níveis de exposição no território nacional;


III – realizar medição de conformidade, 60 (sessenta) dias após a expedição da respectiva licença de funcionamento, no entorno de estação instalada em solo urbano e localizada em área crítica;


IV – realizar medições prévias dos campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos no entorno de locais multiusuários devidamente identificados e definidos em todo o território nacional; e


V – realizar medições de conformidade, atendendo a solicitações encaminhadas por autoridades do poder público de qualquer de suas esferas.


As medições de conformidade poderão ser realizadas por meio de amostras estatísticas representativas do total de estações transmissoras de radiocomunicação licenciadas no período e poderão ser  executadas entidades designadas pela Anatel.

4 maiores operadoras americanas se juntam para regulamentar mobile marketing


Com a ajuda da Mobile Marketing Association (MMA) as big four americanas (Verizon, AT&T, Sprint e e TMobile) uniram-se para criar um código de melhores práticas de mobile marketing da MMA, iniciando assim o processo de padronização das campanhas, métricas e valores.


A MMA acredita que em fins de abril terá a primeira minuta do novo guia, quando então poderão se iniciar as discussões para o texto final.

24.3.09

Eu sabia! Modems 3G vendem mais que aparelhos 3G!


Os modems já viraram a cara do Brasil na internet via 3G, vendem mais, são onipresentes em aeroportos, locais de negócios e cafés e são mais vendidos que os celulares 3G

Agora só falta baratear o preço em razão da escala...




9.3.09

Redes móveis zumbi???






Meio forçado o relatório da Fortinet, meio na linha daquele papo aumentar o problema para vender a solução, mas será mesmo possível que no futuro tenhamos celulares zumbis?



20.2.09

Apesar da crise, houve lucro


É, apesar da crise, há lucro no fim do túnel que foi 2008. A maior parte das empresas de telefonia brasileiras teve lucro.



Com novos leilões, Anatel quer impulsionar banda larga no Brasil


G1


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se prepara para colocar no mercado pelo menos duas licitações de frequência este ano como forma de impulsionar o uso da banda larga no Brasil, seja pelos meios fixos ou móveis.

Nelson Takayanagi, gerente geral de comunicações pessoais terrestres da Anatel, explicou nesta quinta-feira (19) que a agência pretende iniciar neste ano a licitação da faixa de 3,5 GHz e, em dois meses, pretende lançar a consulta pública para a faixa de 2,5 GHz. Em ambas as faixas é possível se conectar com a tecnologia WiMax, de banda larga sem fio.

Em 2010, o órgão regulador também quer avaliar o uso da faixa de 450 MHz para conexões à internet, de acordo com o executivo, que participa de encontro promovido pelo órgão regulador de Portugal, a Anacom.

"Em 2018 estimamos 120 milhões de acessos de banda larga móvel no Brasil", disse Takayanagi. "Em junho de 2008 havia no Brasil 830 mil acessos em banda larga e em dezembro o número já era de 2,435 milhões", citou. 


Disputa

Simultaneamente, o conselho discutiu colocar em consulta pública também a faixa de 2,5 GHz. "Não está sendo fácil porque há interesse das operadoras de celular, que querem toda essa faixa para a banda larga e dos operadores de TV paga, que querem mantê-la", explicou ele.

Companhias como a TVA oferecem o serviço de TV por assinatura em diversas cidades brasileiras através da tecnologia de microondas de rádio (MMDS, da sigla em inglês) na faixa dos 2,5 GHz atualmente.

"As operadoras móveis dizem que essa é a faixa do futuro. Seria a fase seguinte da banda larga móvel, um padrão mundial", disse. Por isso, Takayanagi explicou que a Anatel deve destinar parte da frequência para a televisão e parte para a banda larga pelo celular. Com a consulta pública, disse ele, "a idéia é colocar isso para discussão. Não é possível esperar mais tempo". 

 
Cancelamento
 
No caso da faixa de 3,5 GHz, a Anatel chegou a agendar um leilão em setembro de 2006, mas um questionamento do Tribunal de Contas da União (TCU) e algumas liminares na Justiça fizeram que a agência cancelasse o processo.

"Na última licitação, apareceram mais de 100 interessados que apresentaram proposta firme", lembrou o gerente. Para a nova licitação, existem atualmente "mais de 1 mil empresas interessadas", afirmou ele.

Na licitação anterior, a Anatel proibia as concessionárias de participar. Elas, entretanto, entregaram propostas através de liminares na Justiça.

No novo leilão, Takayanagi entende que a agência "vai ter de colocar espaço para as grandes empresas, mas vai ter colocar espaço para as pequenas também". Segundo ele, para tentar equilibrar o mercado, "provavelmente vamos exigir que a rede da grande dê espaço para a pequena prestar o serviço usando a rede da grande", como no modelo das operadoras virtuais de celular. Ele salientou, entretanto, que "isso ainda não está definido e vai a conselho e para consulta pública".


18.2.09

United Nations predicts strong mobile demand


ME


Uptake in emerging markets of "a basic necessity" will help industry through the recession.
The United Nations also says European and American consumers will hang on to their mobiles at all costs, preferring instead to drop landlines as a way to save money.

Reuters quotes the Confronting the Crisis report, issued yesterday by UN body the International Telecommunication Union, as saying: "Once a user gets a mobile phone, it is difficult to give up, and in many countries mobile phones have become a necessity."


The ITU goes on to say that uptake of mobile phones in developing markets such as China, Pakistan, Malaysia, Thailand and Bangladesh will see the technology leapfrog other ways of accessing the internet in those countries.

However, the report cautions that the reduced availability of credit could see investment in infrastructure slow in developed markets.

10.2.09

iPhone e G1 não são os telefones mais vendidos dos EUA




Ao contrário do que muita gente pensa, LG e RIM dominam a lista dos aparelhos mais vendidos nos EUA, com a LG emplacando 2 modelos e a RIM mais 2. 

No cardápio dos mais vendidos, preço (baixo), facilidade de uso e smartphones que são assistentes pessoais sim, mas que nem sempre deixam o usuário a mercê dos humores das telas touchscreen.






22.1.09

MSN Mobile vai ter download de músicas


ME


Microsoft has teamed up with Vidzone to put music downloads on its MSN Mobile portal.
The service makes around one million full tracks, ringtones and music videos from record labels such as Sony Music, EMI Music and Warner Music available to consumers across all UK operators.

Full Tracks cost £1.50, realtones cost £3.00 and videos are £2.00 each. The MSN Mobile Music Service is compatible with over 130 popular handsets with more being added in 2009.
 
Hugh Griffiths, director of MSN Mobile UK, said, “This is an exciting proposition that for the first time give consumers a network agnostic service with a vast array of new and old music from major music labels.  
 
"In the 12 months since launch, MSN Mobile has already become the UK’s largest commercial non-operator mobile portal. This is another step in its development”

VidZone already works with Microsoft on the Xbox Live service and the MSN Video portal.

19.1.09

Caladão amanhã para a posse de Obama?

Convergência Digital

Alerta vermelho no serviço de telefonia dos EUA.  Com a expectativa de presença de mais de dois milhões de pessoas na cerimônia de posse do novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nesta terça-feira, 20/01, em Washington, DC, as teles alertam os assinantes que o uso simultâneo das redes nos serviços de voz, dados - texto e vídeo - pode, sim, causar um colapso.

O atraso na entrega de mensagens SMS e MMS é considerado inevitável, apesar dos investimentos feitos pelas operadoras para ampliar a capacidade de transmissão em Washigton D.C. A CTIA, associação da indústria de telecomunicações celulares, sugere que os norte-americanos presentes ao evento evitem falar ou mandarem mensagens de vídeo durante o evento para amigos e familiares.

O porta-voz da entidade, Jose Farren, observa que se os usuários insistirem, simultaneamente, em falar, em enviar MMS, vídeos e fotos, as redes celulares poderão enfrentar sérios problemas de congestionamentos.

"Não há como evitar esse problema se 2 milhões de pessoas tentarem usar a capacidade da rede ao mesmo tempo", reforçou o executivo à reportagem do portal Cnet.News. "Problemas vão existir e não há como evitá-los, mas houve um grande esforço para minimizá-los", completou Farren,.

O executivo da CTIA garantiu que as quatro principais teles móveis - AT&T, Verizon Wireless, Sprint Nextel e T-Mobile USA - gastaram milhões de dólares para ampliar e expandir suas infra-estruturas de forma a garantir a qualidade do serviço de rede para a posse de Barack Obama em Washington D.C.

Mas o tráfego excessivo assusta as operadoras. A AT&T, por exemplo, acredita que o tráfego na rede 3G deverá crescer 80% e na rede 2G, o incremento deverá ser de 69%, percentual considerado elevado e 'bastante preocupante' para um único dia.  A Sprint Nextel também trabalha com um aumento de 90% do uso da sua rede.

A Verizon Wireless, por sua vez, acredita num incremento em torno de 80%. O pedido das teles é semelhante: Se o assinante quiser marcar presença que envie um SMS, produto considerado o de mais fácil gerenciamento e de menor poder de congestionamento nas redes.




Principal acionista da AEIOU vai-se embora do país



Nota de hoje no IP News. E agora, será que a AEIOU mantém suas operações ou devolve a licença para novo leilão da Anatel?

The Web Brings Together Cellphone Users Searching for Signals

NY Times

Cellphone carriers aren’t shy about pointing people to the coverage maps on their Web sites that are supposed to show where they can expect to get good signals. Those maps suggest you can get a great signal just about anywhere, unless you live in remote areas.


And they’re right: you can get a great signal just about anywhere — if the weather is perfect, the phone is new and you are the only person in your area making a call at that particular moment.
For a more sober assessment of a carrier’s strong and weak spots, consumers need the opinions of family, colleagues, friends, enemies and strangers. Finding those opinions is a problem that is tailor-made for an Internet solution.
This month a new Web site, GotReception.com, joins a short list of other sites that help cellphone users find carriers with good or even adequate reception in their areas. SignalMap.com, DeadCellZones.com and CellReception.com have been in business longer, and although none of the four have the problem licked, they can help people in some areas choose a carrier more wisely.
As useful as GotReception.com can be at times, it can also be confusing. Type in an address or ZIP code, for instance, and it will display a so-called heat map, with icons showing the location of cell towers or antennas, as well as spots where consumers have posted descriptions of their own experiences. Roughly 39,000 people have posted reviews.
The icons for Sprint are green, the icons for Verizon are orange, and so forth. But if you try to compare two or more carriers on a single map, GotReception blends the colors into a swirl resembling a watercolor in a rainstorm.
The site works much better if you select a single carrier — and if you happen to live in an area well populated with cellphone users who like to share their opinions. In certain areas of the Upper West Side of Manhattan, for instance, you can find small clusters of complaints about poor signals from AT&T customers, as well as smaller pockets where the coverage appears better.
Sprint customers will find less help, probably because it has fewer subscribers than AT&T to begin with. That pattern holds on other sites as well. Of the 15,000 reviews posted to DeadCellZones.com last year, about 30 percent were for AT&T, while about 25 percent were for Verizon.
No matter the carrier, though, you will have a harder time finding good guidance from these sites if you are in the suburbs, where clusters of customer reviews are rare. On DeadCellZones, which has logged by far the most consumer opinions, just eight people reported dead spots in signal coverage in Stamford, Conn., and the reports showed no pattern that could be relied on when choosing a carrier.
Still, even in areas with few reviews, the quality of the reviews can sometimes make up for the quantity. One reviewer in Fair Lawn, N.J., for instance, reported a dead spot on River Road, and said the problem extended to other carriers as well.
Other posts are less useful, like one from a Verizon user in Elmwood Park, N.J., who reported “full bars” at a Dunkin’ Donuts lot. Great news for those who frequent that parking lot; of questionable use for those in the surrounding area. (SignalMap.com eschews comments, precisely for this reason.)
As with some other sites in this category, GotReception asks users to list their phone models. Sometimes this can help, as when a user complains about the poor coverage on a circa-2000 flip phone. Other times, it only clouds the matter. Should a report of great coverage be given more credibility because the phone was a new BlackBerry? Did that particular iPhone user have a hand covering the phone’s antenna?
Adam Korbl, GotReception’s chief executive, said his site would become more useful as more amateur reviewers post their experiences, but in the meantime, they can fish for other opinions elsewhere.
DeadCellZones.com is, in some ways, more helpful than GotReception because it sees no shades of gray. “We try to keep it simple,” said DeadCellZones’ chief executive, Jeff Cohn. “I just want people to say, ‘Hey, my signal consistently drops at this location.’ ”
As with the competition, DeadCellZones works best in more densely populated areas like Manhattan, where patterns are more easily found. Columbia students, for instance, widely complained to DeadCellZones about T-Mobile’s coverage on campus. T-Mobile’s coverage map shows full signal strength throughout the Upper 
West Side, including Columbia.
DeadCellZones, meanwhile, showed several dead zones in Lower Manhattan for AT&T, while the coverage map on the AT&T Web site suggested the area was blanketed by what the site regarded as the network’s “best” coverage.
Because wireless carriers are steadily building out their networks, one should pay attention to the dates of these postings. DeadCellZones, which has logged more than 100,000 complaints, deletes complaints after about a year. Some consumer reviews on CellReception.com, however, are four years old.
CellReception is an offshoot of Mobiledia.com, a widely read mobile-industry blog. The site’s president, Allen Tsai, said it held more than 45,000 comments, mostly written by Mobiledia readers.
SignalMap, which started last year, is considering a different flavor of consumer-to-consumer help, according to Adam Corey, one of the site’s founders. Mr. Corey said SignalMap might begin compiling a list of those who are willing to answer questions, via e-mail, about signal quality. The service, he said, could connect users anonymously.
In the meantime, if you happen to visit one of these sites, do everyone a favor and post a review. One of the sites could eventually grow to the point that it holds a trove of data on every town, in that way greatly diminishing the chance that you will choose your next wireless carrier unwisely.

16.1.09

A Motorola vai ser vendida para a HTC?


Segundo o Financial Times de hoje, vai sim. Demissões, falta de inovação, crise econômica e o baixo preço das ações são fragilidades que a concorrente taiwanesa podem aproveitar para adentrar o endinheirado mercado americano sem se esforçar, aproveitando estruturas, contatos e expertise da tradicional marca que inventou o celular.


Se concretizada, a venda seria outro efeito inesperado da crise econômica, que já devastou tradicionais empresas com atuação mundial.

A dica é do Mobile Entertainment, que já analisa os efeitos da venda.

14.1.09

França pode proibir venda de celular a crianças com menos de 12 anos

ME


It could soon be illegal to sell handsets to those under the age of twelve.
The French environment minister Jean-Louis Borloo is to introduce a law that would outlaw the sale of mobile handsets to children under the age of twelve as they are “more sensitive because their bodies are still developing.”

The ruling, which comes as part of a raft of 104 laws covering a variety of issues, will make the sale of hands free devices with the purchase of a handset mandatory, according to Bloomberg.
 
 “It hasn’t been possible to date to carry out epidemiological studies to determine the health effects of long- term exposure to frequencies emitted by mobile telephones,” read a statement from France’s environment department, which advises moderating the use of mobile phones among the young. “Mobile phone use is developing at a rapid pace among youths.”

13.1.09

Americana envia 14 mil torpedos em um mês!

INFO


SÃO PAULO – Adolescente americana de 13 anos envia 14,528 mensagens de texto por celular em apenas um mês. 


Os pais de Reina Hardesty, da cidade de Silverado Canyon, na Califórnia, receberam a fatura mensal da AT&T com 440 páginas e pensaram que a operadora havia cometido um erro. Mas o a fatura estava correta. A menina de 13 anos mandou, em média, 484 mensagens de texto por dia.

Em reportagem para o site do “New York Post”, feita também por SMS, a adolescente culpou o inverno rigoroso dos últimos meses pelo grande número de mensagens enviadas.
Por sorte, o pai de Reina assina um plano de 30 dólares mensais para enviar mensagens ilimitadas. Do contrário, ele precisaria desembolsar mais de 3 mil dólares para pagar a tagarelice da filha.

France to get new 3G operator

ME


Government confirms plans to split forth 3G licence into three parts.
SFR, Bouygues and France Telecom - the big three mobile operators in France - are bracing themselves for some competition.

Reuters reports that the government has decided to break a planned fourth 3G mobile telecoms licence into three lots of five MHz, with one reserved for a new operator.
 
This is instead of the single 15MHz licence that was originally proposed.

The new UMTS licenses are expected to be awarded by the summer following the launch of a tender process next month.

One of the early front-runners for the new slot is Illiad, the country's second largest triple play ISP. The company failed in its bid to secure a 15Mhz license at the last auction in 2007.


9.1.09

Oi conclui aquisição da BrT e já pensa no futuro

O GLOBO



RIO DE JANEIRO - A Oi (ex-Telemar) anunciou, nesta sexta-feira, que concluiu a aquisição do controle do Brasil Telecom (BrT), processo que começou em abril do ano passado, quando a companhia anunciou proposta de compra ao mercado, e teve ajuda do BNDES. A empresa desembolsou cerca de R$ 5,3 bilhões, que foram pagos na quinta-feira com dinheiro próprio da companhia. Além disso, a Oi assume dívida de cerca de R$ 1 bilhão da Invitel, detentora anterior das ações de controle da BrT. Com a operação, a sinergia - economia de despesass -, em valores presentes, pode chegar a R$ 1 bilhão (como os gastos em promoções, por exemplo). 

A Oi deverá encaminhar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de oferta pública para a compra de ações ordinárias (ON, com direito a voto) da BrT e de sua holding, a Brasil Telecom Participações. Segundo analistas, a operação deve girar em torno de R$ 3,5 bilhões. Em um segundo momento, os papéis preferenciais (PN, sem direito a voto) serão convertidas em ações da Oi. 

A supertele conta com 53 milhões de clientes e com receita de R$ 29,3 bilhões, maior que a da espanhola Telefônica (com R$ 28,7 bilhões) e do grupo mexicano comandado por Carlos Slim (de R$ 20,5 bilhões). A empresa, segundo Luiz Eduardo Falco, presidente da companhia, quer consquistar 30 milhões de clientes no exterior. O foco inicial, continua Falco, são em países da América Latina e Caribe, além de países da África que falam português. Fontes ligadas ao setor afirmam que, após fechar a compra da Brasil Telecom (BrT), a Oi (ex-Telemar) já sonha com a TIM Brasil , terceira maior operadora móvel do país com 37 milhões de clientes. 

- A empresa vai investir R$ 30 bilhões no próximos cinco anos em redes e aumento de acessos de internet discada e banda larga - disse Falco. 

Em São Paulo, onde já conta com dois milhões de clientes móveis a empresa também pensa em entrar no mercado de telefonia fixa em tecnologias sem fio. A Oi tem ainda 18 meses para saber se continua com o DDD 18, da Brasil Telecom, ou se unifica tudo pelo DDD da empresa na Região I (Sudeste, Norte e Nordeste), o 31. 

Com o pagamento feito na quinta-feira, a Oi ainda tem em caixa cerca de R$ 6 bilhões, disse Falco.

Especialistas em telecomunicações, no entanto, criticaram as 15 contrapartidas impostas pelo órgão regulador para aprovar o negócio entre BrT e Oi. Segundo Virgilio Freire, ex-presidente da Lucent e da Alcatel, acredita que o processo vai penalizar o consumidor. Para ele, faltaram condicionantes no que diz respeito a regras mais claras para o atendimento e transparência para o investimento maior para suportar o maior número de clientes. Luiz Cuza, presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (Telcomp), faltou definir inúmeras regras. 

- Falta, sem dúvida, transparência. Não há nenhuma referência sobre atendimento nem de preços de assinatura básica e banda larga. Por isso, já pedimos à Anatel toda a documentação do processo para pensar em ações cabíveis. O órgão regulador também não disse nada sobre o alto nível de endividamento da companhia, que é uma concessão. Há limites - diz Cuza.


8.1.09

Crise afeta drasticamente receita global de serviços, mas área de dados mostra vigor


CONVERGÊNCIA DIGITAL

O estrago causado pela turbulência econômica atinge em cheio o setor de Telecom. O mercado de de serviços do setor, que nos últimos anos tem registrado taxas de crescimento em torno de 10%, em 2009 deverá crescer apenas 1%, muito impactado pelo serviço de voz, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira, 08/01, pela Pyramid Research.

Apesar da redução drástica na taxa de crescimento, os consultores da Pyramid Research mostram otimismo. Eles acreditam que o mercado global das telecomunicações deverá se recuperar em 2010, motivado por uma combinação de fatores tais como o aumento da disponibilidade de pacotes multiplay e aparelhos versáteis, com preços competitivos, com os mercados emergentes proporcionando o dinamismo tão necessário à indústria.

O estudo "Global Telecom Services Revenue Forecast 2008-2013: Emerging Market Opportunities" (Previsão de Receitas dos Serviços Globais de Telecomunicações para 2008-2013: Oportunidades do Mercado Emergente), apresenta uma previsão completa para um período de cinco anos da receita global das telecomunicações por serviço.

O relatório apura que os serviços de voz terão o impacto mais negativo de 2009 enquanto que os aplicativos móveis sem uso de voz e o acesso à Internet de banda larga deverão continuar com crescimento significativo.É projetada uma redução de 3% no mercado total de voz, comparada com os 6% de expansão em 2008, enquanto que o mercado de dados, tanto por telefones fixos quanto móveis, irá atingir US$ 411 bilhões em 2009, um crescimento de 12% dos níveis de 2008.

"Dados móveis serão o principal mecanismo de crescimento, com aumento de receita de 15% para US$ 223 bilhões", observou Leslie Arathoon, Vice-Presidente de Pesquisas da Pyramid Research e co-autora do relatório. "O número de contas de banda larga, incluindo às de 3G, vai mais do que dobrar passando dos 965 milhões atuais para mais de 2 bilhões até 2013. Isso irá criar um importante mercado-alvo para o conteúdo digital, aplicativos e lucros com propaganda", atesta a analista.

O estudo da consultoria também apresenta o crescimento da receita dos serviços de telecomunicações por região. Ele indica que os mercados emergentes permanecem impulsionando o setor. "A penetração móvel global é agora de 60%, um número que, conforme nossa previsão, irá aumentar para 84% até 2013, liderado pelo crescimento na Índia e na China. Estes dois mercados juntos acrescentarão 829 milhões de assinaturas móveis de 2009 até 2013, 44% do total das adições líquidas mundiais durante aquele período", relatou Leslie Arathoon.

"Também projetamos que a receita do serviço regional de telecomunicações na Europa Central e Oriental, Ásia/Pacífico, África e Oriente Médio terá crescimento anual de cerca de 7%, enquanto que os mercados maduros da América do Norte e da Europa Ocidental terão impacto negativo causado pelo ambiente econômico deteriorado", completa a vice-presidente de Pesquisas da Pyramid Research.

O relatório "Global Telecom Services Revenue Forecast 2008-2013: Emerging Market Opportunities" faz parte da série de relatórios Global Market Perspective (Perspectivas do Mercado Global) preparados pela consultoria.