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24.3.09

Eu sabia! Modems 3G vendem mais que aparelhos 3G!


Os modems já viraram a cara do Brasil na internet via 3G, vendem mais, são onipresentes em aeroportos, locais de negócios e cafés e são mais vendidos que os celulares 3G

Agora só falta baratear o preço em razão da escala...




17.3.09

LTE o quê?!



Enquanto muita gente ainda se diverte na "banda larga" 3G, os fabricantes já estudam a implementação do padrão LTE, que provavelmente será o padrão 4G para o mercado nos próximos anos.


O mais interessante para o LTE é que ele é mais rápido, em teoria, que o WiMax, o tão esperado padrão de banda larga móvel que não vingou no país até hoje.


Espera-se, assim, que cheguemos de fato à banda larga móvel, já que atualmente as velocidades reais desta modalidade de acesso sequer fazem cócegas na banda larga verdadeira, via cabo ou ADSL.

1.2.09

4G deve chegar ao Brasil em 2010




IPNEWS


Mais de 3 milhões de pessoas já usam a rede 3G na América Latina, sendo 57% deste montante, brasileiros. Apesar do potencial do mercado para utilizar tecnologias de banda larga móvel, especialista avalia que as operadoras necessitam que a Anatel libere novos espectros para a chegada da 4G.
 
Na Suécia e na Finlândia as redes já são de quarta geração, baseadas no sistema LTE, que proporciona velocidades de até 14 Mbps. No Brasil, onde mais de 1,5 milhões de pessoas já utilizam a 3G, as operadoras não possuem autorização para trabalhar com freqüências superiores a 2,1GHz e, portanto, não podem oferecer a mesma 4G.

Diga-se de passagem, que o País ainda está vivendo as primeiras experiências em 3G, com as redes HSDPA, capazes de prover banda larga a velocidades de até 1 Mbps. Esse tipo de rede é uma evolução que foi massificada em 2008, depois de uma demanda reprimida que, quando liberada, fez com que os brasileiros representassem 57% dos usuários de internet móvel da América Latina. “Apesar da situação financeira do mundo e da recente experiência do brasileiro com a 3G, a expectativa é que a 4G chegue ao Brasil em 2010”, diz Erasmo Rojas, diretor da 3G Americas para a América Latina e Caribe.

Por outro lado, o executivo ressalta, que apesar da demanda brasileira ser a mais crescente desta região, o principal entrave para a evolução do serviço é a liberação de novos espectros.

Ele exemplifica que na Europa as operadoras de telecomunicação podem utilizar a mesma faixa de frequência das emissoras de rádio, o que permite a abertura da banda em um nível dez vezes maior do que o daqui. Mas o Brasil não deve seguir essa linha no primeiro momento. Segundo Rojas, o País segue o modelo americano e terá um upgrade no sistema com a importação do HSDPA Plus (3,5G), que será lançado este ano nos Eua, provendo banda larga de até 2Mbps de velocidade.

Além da liberação de um espectro adequado por parte da Anatel, o executivo diz que a crise financeira também é um freio para os investimentos das operadoras, que precisam primeiro obter o retorno sobre investimentos das aplicações atuais, já que todas as grandes operadoras brasileiras lançaram o 3G.

Momento comercial
 

“O momento da chegada do LTE ou HSDPA Plus vai depender da demanda de cada país. A tendência das operadoras vai ser esperar a consolidação do consumo para ampliar o portfólio, afinal, em momentos de crise os usuários demoram mais para trocar de aparelhos e serviços”.

O aumento do dólar e a contenção de créditos geram inflação nos preços dos aparelhos, diminuindo o número de vendas. Deste modo, as operadoras passarão a oferecer maiores coberturas para investir em novas tecnologias após a fidelização dos clientes.

“Hoje já existem 290 milhões de usuários 3G no mundo, mas em meio a um momento de instabilidade, as empresas devem esperar para introduzir a quarta geração. Esperaremos a resposta do consumidor”, finaliza ele.


13.1.09

France to get new 3G operator

ME


Government confirms plans to split forth 3G licence into three parts.
SFR, Bouygues and France Telecom - the big three mobile operators in France - are bracing themselves for some competition.

Reuters reports that the government has decided to break a planned fourth 3G mobile telecoms licence into three lots of five MHz, with one reserved for a new operator.
 
This is instead of the single 15MHz licence that was originally proposed.

The new UMTS licenses are expected to be awarded by the summer following the launch of a tender process next month.

One of the early front-runners for the new slot is Illiad, the country's second largest triple play ISP. The company failed in its bid to secure a 15Mhz license at the last auction in 2007.


26.11.08

Governo estuda alívio a operadoras, diz TIM


INFO


SÃO PAULO - Apesar de o governo ter negado, na semana passada, o pedido das operadoras para adiar o prazo de pagamento das licenças de terceira geração (3G), o presidente da TIM afirmou nesta terça-feira que as negociações continuam para outras alternativas. 


De acordo com Mario Cesar Pereira de Araujo, o adiamento do pagamento das licenças "era uma das formas que estudávamos com o governo".


Ele afirmou, entretanto, em encontro com jornalistas, que outras opções, como linhas de financiamento do BNDES ou a postergação de pagamentos de fundos setoriais, como o Fistel (que deverá ser pago em março do próximo ano), podem ser adotadas. 


"Entendemos que pode haver em 2009 algum represamento do crescimento, além da alta do dólar", disse ele. Por isso, afirmou, governo e operadoras continuam a conversar sobre "alguma forma de aliviar o caixa das empresas".


De acordo com o executivo, "a gente sente que o governo está interessado" e se mostra sensível aos pedidos, mas ele lembra que, como a decisão tem de ser feita em concordância com a arrecadação e com os demais setores, "não tem prazo" para ser concluída.


Depois do sinal de 10 por cento pago na assinatura do contrato em abril, as operadoras que adquiriram licenças de 3G devem pagar outra parcela ou o total no dia 10 de dezembro.


A Claro foi a única a pagar, na assinatura, a totalidade das licenças compradas. As demais devem optar por quitar todo o restante ou utilizar a opção de financiamento oferecida pela Anatel.

Araujo informou que a TIM "provavelmente não vai utilizar o financiamento da Anatel". Segundo ele, a companhia "tem caixa para pagar" ou pode optar por financiamentos de curto prazo.


A parte que resta à TIM quitar das licenças é de 1,2 bilhão de reais, enquanto seu caixa no final de setembro era de 1,4 bilhão de reais.


IPHONE ATÉ O NATAL


O presidente da TIM também informou que "até o Natal, teremos iPhone" para oferecer aos clientes, mas disse ainda não poder dar detalhes da negociação da operadora com a Apple, criadora do modelo.


Até o momento, o iPhone é vendido no Brasil pela Claro e pela Vivo, mas a TIM já havia anunciado a disposição de também trazer o modelo, já que sua controladora Telecom Italia é a parceira exclusiva da Apple em seu país.


A TIM perdeu o segundo posto no ranking de número de clientes em setembro para a Claro, mas Araujo afirmou que "o posto nunca foi importante para nós" e se recusou a traçar uma data para recuperá-lo.


Segundo ele, a participação de mercado "é uma política interna de cada empresa" e a TIM está mais preocupada com a participação em receita.

Além disso, disse ele, os números da Anatel só envolvem as linhas de telefone móvel, e a TIM já acumula "mais de um milhão de clientes" entre telefonia fixa--para a qual adquiriu licença nacional em 2007--e modems de banda larga para conectar computadores.


Em outubro, segundo os números da Anatel, a Vivo continuou a liderar o mercado em número de clientes, com 43,06 milhões de assinantes, enquanto a Claro detinha 36,6 milhões e a TIM, 35,7 milhões. O país fechou o mês com 144,79 milhões de celulares ativos.


Araujo participou do lançamento do Venezia Cinema Italiano IV, festival de cinema italiano que a TIM patrocina este ano em 5 cidades do Brasil.

25.11.08

Governo não adia pagamento de licenças 3G para celulares

CONVERGÊNCIA DIGITAL


Num momento que a flexibilização financeira acontece para diversos segmentos produtivos do país - em função da escassez de crédito e da crise mundial - as operadoras de telefonia celular  não tiveram o  pleito de prorrogação de prazo para o pagamento das licenças de Terceira Geração atendido pelo Governo Lula.

O prazo final para o pagamento - o montante devido está em torno de R$ 3,5 bilhões, uma vez que a Claro pagou a sua parte (R$ 1,4 bilhão) à vista - termina no dia 10 de dezembro. O parcelamento da dívida em seis parcelas, com três anos de carência, está previsto no edital, mas a taxa de juros é de 12% ao ano, acrescida da cobrança retroativa da correção pelo Índice dos Serviços de Telecomunicações (IST). O 'crédito público' é considerado "elevado e desvantajoso" pelas operadoras.

É verdade que a maior parte das operadoras preferiu pagar o minímo definido no edital no mês de abril -10%, mesmo estando o Brasil vivendo, na época, um período de alta valorização do Real e de facilidade de crédito no exterior. A opção das teles foi justificada à época, como uma forma de aportar recursos na infra-estrutura para viabilizar o serviço de Terceira Geração o quanto antes, especialmente, a banda larga móvel.

A Claro - que mais investiu na compra das licenças, R$ 1,4 bilhão - foi a única que optou pagar integralmente sua dívida em abril. A Brasil Telecom, com um valor bem menor - algo em torno de R$ 500 mil - também anunciou que iria pagar à vista.

Todas as demais optaram pelo parcelamento. Até porque o Real estava supervalorizado em relação ao Dólar. O problema é que a crise financeira dos Estados Unidos aconteceu e, rapidamente, desandou a economia global. A pressão pelo adiamento, como não poderia deixar de ser, aconteceu. As teles, através da Acel - entidade que as representa - tentaram formalizar o pedido ao Governo Lula. A movimentação foi intensa nos bastidores e publicamente.

Na semana passada, por exemplo, durante o anúncio dos resultados financeiros do terceiro trimestre, o presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou que a prorrogação do prazo para as teles móveis pagarem aos cofres públicos o valor devido pelas licenças de Terceira Geração seria uma "decisão política".

Já no Futurecom 2008, maior evento da indústria de Telecom realizado no final de outubro, o presidente da Claro, João Cox, observou que a telefonia seria um dos poucos segmentos a não falar em redução de investimentos para 2009, em função das metas de universalização acertadas com a Anatel, o aporte deveria se manter, em média, na casa dos R$ 19 bilhões. O alerta foi significativo, uma vez que vários setores do PIB nacional davam entrevistas falando em redução de aportes e cortes no país, diante do agravamento da crise mundial.

Nesta quinta-feira, 20/11, porém, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, afirmou que o Governo Lula não iria atender o pleito das teles. Segundo Costa, há "interesses sociais e o governo não poderia abrir mão de receber os R$ 3,5 bilhões para os cofres públicos ainda em 2008".

Sem a "decisão política",  as operadoras, agora, remontam suas estratégias. As opções mais simples são: Pagar o valor integral à Anatel ou aceitar o parcelamento da dívida como está definido na regra do edital do leilão, realizado no dia 18 de dezembro, do ano passado.

O parcelamento, pelo edital, pode ser feito em até seis vezes, com três anos de carência, mas seria cobrada uma taxa de juros de 12% ao ano, além da correção pelo Índice de Serviços de Telecomunicações (IST).

As teles afirmam que esse crédito é "elevado e desvantajoso", mas estão cientes que, agora, as linhas de crédito, em especial, as internacionais com juros menores, estão escassas em função da crise mundial. Uma saída pode vir a ser o BNDES - as negociações estão em curso, mas o banco não possui, até o momento, nenhuma linha na qual as teles poderiam tentar obter esses recursos, mas há, pelo menos, a boa receptividade do presidente da instituição, Luciano Coutinho.

12.11.08

ACEL e Operadoras negociam extensão do prazo para pagamento das licenças de 3G

Num momento que o Governo concede uma série de benefícios para os segmentos produtivos atingidos pela crise e pela retração do crédito, as empresas de telefonia, em especial, às de Terceira Geração, pleiteiam um prazo maior para o pagamento das licenças, adquiridas no final do ano passado. As teles têm até o dia 10 de dezembro para acertar suas contas sem o pagamento de juros. Se passarem deste prazo, terão que pagar o financiamento do governo - juros de 12% e outras taxas. Apenas a Claro e a Brasil Telecom já pagaram suas licenças à Anatel.

A negociação para o adiament do prazo acontece entre a Acel -Associação das Empresas de Telefonia Celular, que fala pelas Teles móveis, o Minicom e a Anatel. A proposta não é simples. Isso porque o leilão passou pelo crivo do Tribunal de Contas da União e qualquer mudança, deverá passar por nova aprovação por parte do órgão fiscalizador. Há ainda um outro impasse: A Claro e a Brasil Telecom já pagaram suas licenças. Se a prorrogação for concedida, essas operadoras, certamente, vão querer outras medidas de compensação.

Apesar de tantos senões, a proposta de flexibilização do prazo segue seu curso. Nesta quinta-feira, 11/11, por exemplo, na teleconferência de divulgação dos resultados do terceiro trimestre, o presidente da Vivo, Roberto Lima, observou que o setor de telefonia não pode ficar fora da lista das prioridades do Governo, neste momento de ações de incentivos para enfrentar à crise e à retração de crédito.

"Não há como negar a importância da telefonia móvel para a inclusão digital e social - são mais de 140 milhões de usuários do serviço - e também os aportes feitos no país nos últimos anos e os que ainda serão feitos em função do programa de universalização desenhado junto com a venda das licenças 3G", reforçou Lima.

O prazo para o pagamento das licenças 3G sem a cobrança de juros - após o depósito de 10% - dado pela Anatel termina no dia 10 de dezembro. Sem o montante da Claro - R$ 1,426.555.100 - e da Brasil Telecom, 488.235.040,00, além dos 10% das demais operadoras, a Agência Reguladora deverá receber e transferir para os cofres públicos aproximadamente R$ 3 bilhões.
Isso porque em dezembro do ano passado, a Anatel vendeu 44 licenças de Terceira Geração proporcionando uma arrecadação de pouco mais de R$ 5,3 bilhões aos cofres do Tesouro Nacional.
A Claro foi a empresa que mais pagou - R$ 1,426,155,100. Em seguida veio a TIM - R$ 1.324.671.655,00. Em terceiro lugar, ficou a Vivo com R$ 1.047,693,000,00. Em seguida veio a Oi com R$ 867.017,200,00. A Brasil Telecom investiu R$ 488.235.040,00. A Telemig Celular, comprada pela Vivo, aportou R$ 53.535.000,00. A CTBC pagou R$ 31.421.079,58  por licenças na sua área de atuação.

O diretor de Relação com Investidores da Vivo, Carlos Raimar, não quis falar muito sobre as negociações em andamento. Segundo ele, há a possibilidade de se criar uma linha do BNDES para facilitar este pagamento. Esse financiamento poderia vir com taxas de juros mais atrativas e um prazo maior para o acerto da dívida com os Cofres Públicos, mas até o momento, segundo o executivo da Vivo, não houve nenhuma definição oficial.

Nos bastidores do setor, a questão do pagamento é vista como uma causa praticamente perdida porque o Governo, nesta hora de crise, precisa de dinheiro e de recursos para reforçar o caixa. A maior parte dos executivos aposta mais na hipótese de a Anatel conceder um tempo maior para o cumprimento das metas de universalização, medida que, de certa forma, minimizaria a necessidade de investimentos imediatos em infra-estrutura, em tempos de variação cambial e de crédito escasso.

30.10.08

WiMAX: mercado quer 3,5 GHz já


CONVERGÊNCIA DIGITAL

O momento é agora, acredita a Intel. O mercado brasileiro está maduro e demanda as soluções WiMAX para banda larga. No que depender da empresa, ela continuará empenhando todos os esforços para auxiliar o governo a promover inovações na regulamentação do uso do espectro em benefício dos consumidores.

"Nosso foco hoje é no segmento de 3,5 GHz. O WiMAX em 3,5 GHz vem impulsionando novos modelos comerciais, novos serviços e aplicações", afirma Peter Pitsch, diretor de Políticas de Comunicações da empresa.

Quanto mais rápido houver a liberação do uso da freqüência de 3,5 GHz, melhor. A partir daí, a própria dinâmica do mercado se encarregará de impulsionar novas demandas por soluções baseadas no WiMAX móvel, em 2,5 GHz. Ou DTV, em 700 MHz. Hoje, a freqüência de 700 MHz é usada no Brasil para TV em UHF.

Na opinião de Pitsch, a Anatel está mais consciente sobre as possibilidades da tecnologia WiMAX em 3,5 GHz e seu potencial para indução do crescimento da banda larga no País.

Começa a crescer também a consciência de que o WiMAX pode e deve ser uma solução complementar ao 3G, como vem acontecendo já hoje em Baltimore, nos Estados Unidos, com a rede da Sprint, em parceria com a Clearwire. Embora ainda aguarde a aprovação do FCC, o órgão regulador americano, está pronta para começar a operar com dispositivos dual-mode 3G/4G.

"O importante é que lá os consumidores estão sendo beneficiados. O custo das conexões é muito baixo. E as velocidades de download e upload, altas", explica Pitsch.

Ex-integrante do FCC, o órgão regulador americano, Pitsch acredita que para assegurar a difusão e o acesso à banda larga de alta qualidade as autoridades reguladoras devem adotar uma nova maneira de gerir o espectro, como vem fazendo hoje o próprio FCC.

"Durante muitos anos se aceitou que o espectro fosse gerido como um bem escasso. Mas a evolução tecnológica vem mudando isso. Tento mostrar aos governos que eles saem ganhando mais se gerirem o espectro com criatividade. Adotando políticas de neutralidade tecnológica e uso flexível", diz ele.

A Intel acredita que os países que gerirem o espectro de forma inteligente estarão em melhores condições de se beneficiarem da revolução que as tecnologias avançadas de rádio farão nas comunicacações de dados. Terão uma melhor conectividade em banda larga para acessar dispositivos mais baratos e um nível de vida mais elevado.

"O Brasil está em um bom caminho. Estamos confiantes. A mensagem que deixo é a de que é preciso ter rapidez e flexibilidade", finalizou o executivo.

27.9.08

Como foi o primeiro dia de vendas do iPhone no Brasil

IDG NOW!
 

São Paulo - 1ª manhã de vendas do aparelho é marcada por fila de espera na loja da Claro e suporte de executivos da Apple ao consumidor da Vivo.

Após o lançamento oficial do iPhone 3G na noite de quinta-feira (25/09), o aparelho já está sendo vendido nas lojas das operadoras Claro e Vivo. Na manhã desta sexta-feira (26/09), a reportagem da Macworld Brasil esteve em dois shoppings de São Paulo - Morumbi e Market Place - para verificar como estavam as vendas e a expectativa dos clientes.

No Morumbi Shopping, apenas dois clientes aguardaram a abertura da loja da Vivo, enquanto na loja da Claro do Shopping Market Place, cerca de 30 pessoas fizeram fila para comprar o celular.

O primeiro cliente a comprar o aparelho na Vivo recebeu o suporte de dois executivos norte-americanos da Apple, que acompanharam todo o processo de venda - que durou cerca de 40 minutos. “O aparelho foi testado na própria loja e tudo funcionou muito bem. Os executivos da Apple nos acompanharam para conferir se a atendente sabia passar todas as informações e se o serviço estava funcionando corretamente”, disse Fabiano Gouveia, com um iPhone 3G de 8GB na mão.

O gerente de engenharia Wagner Santos, segundo cliente a adquirir o aparelho na loja da Vivo do Morumbi, aguardou cerca de 1h30 para efetuar a compra. “Apesar da demora, achei o atendimento excelente, principalmente por saberem explicar os planos. O preço também é razoável em comparação a outros países”, disse.

Apesar da ausência de filas, a maioria dos clientes, ao entrar na loja da Vivo do Morumbi, nesta sexta-feira (26/08), procurou pelo aparelho. “De 10 pessoas que entraram, 8 perguntaram pelo iPhone”, disse o atendente da loja.

A Vivo está dando preferência aos seus clientes, enquanto a Claro vende o aparelho também a consumidores atrelados a outras operadoras. “Estou esperando há mais de duas horas e eu sou cliente Claro há anos, eles tinham que me dar preferência. Está tudo muito desorganizado”, disse Fernando Cunha, consultor de informática, que aguardava na fila para adquirir um modelo de 16GB.

Na fila de espera, das 10h10 às 12h, sem ainda ter sido atendido, o cliente da Claro Markus Schmidt é um dos consumidores que não vai abrir mão de seu aparelho antigo, um HTC Touch. “Vou comprar o iPhone para uso corporativo, principalmente para gerenciar minhas contas de e-mail. Quero a velocidade de dados prometida pela Apple”, disse.

“Eu me cadastrei no site da Claro e não recebi nenhuma ligação. Não sei os preços, não sei nada. Se o aparelho custar dois mil reais, eu não vou comprar”, conta o engenheiro Marcos Grosso na fila de espera, com um Blackberry na mão.

Ao chegar à loja da Vivo, os consumidores que não são clientes da operadora não conseguem fazer a compra do aparelho. É preciso fazer um cadastro e aguardar que a central de atendimento da operadora entre em contato para agendar a retirada. A operadora afirmou, nesta sexta-feira, que pretende oferecer o dispositivo a clientes de outras operadoras ainda em outubro. Além disso, o plano pré-pago, anunciado pela Vivo na quinta-feira (25/09), ainda não está disponível nas lojas, de acordo com os atendentes.

O aparelho da Claro custa entre 1.239 reais e 2.599 reais, já a Vivo oferece o dispositivo entre 899 reais e 2.199 reais. Diversos internautas protestaram sobre o preço abusivo, após o anúncio das operadoras na quinta-feira (25/09). O iPhone 3G brasileiro foi considerado o aparelho mais caro da América do Sul.

11.9.08

Competição e Portabilidade aceleram 3G no país

CONVERGÊNCIA DIGITAL

Um ambiente competitivo consolidado; a implantação de uma cobertura de rede capaz de provar ao usuário que a tecnologia funciona, de fato, em qualquer lugar e a portabilidade numérica ganhando escala em todo o país são fatores considerados cruciais para impulsionar a expansão do uso do serviço de Terceira Geração entre os brasileiros.

A opinião é do diretor para América Latina e Caribe da 3G Americas, Erasmo Rojas. A 3G Americas é uma associação de provedores de serviços e fabricantes do setor de telecomunicações que organiza o AmericasCom (antigo GSM Americas), evento que acontece nesta terça-feira, 09/09, no Rio de Janeiro.

"A competição de fato só começa quando tivermos um ambiente competitivo e com portabilidade. No Brasil, teremos de esperar mais um ou dois meses para isso", explica. O executivo destaca ainda a importância da disponibilidade de um bom portfólio de aparelhos, mas lembra que as operadoras precisam investir em cobertura, conteúdo, bons serviços e bons preços.

"Os usuários não entendem de tecnologia. O que eles querem é usar essa tecnologia em qualquer lugar. Se não funcionar ou funcionar mal, não interessa", adverte Rojas. Em julho, números da telefonia móvel divulgados pela Anatel mostraram cerca de 1,3 bilhão de acessos utilizando tecnologia 3G. Isso corresponde a menos de 1% do total do mercado de telefonia móvel celular no Brasil, o que revela um imenso potencial para crescimento.

Erasmo Rojas, no entanto, foi cauteloso e não quis fazer previsões sobre o ritmo de adesão à 3G no país. Ele assume que a banda larga móvel é um negócio em alta porque há uma demanda reprimida no Brasil e em outros países da região.

O executivo, no entanto, observou que qualquer prognóstico só poderá ser feito quando todos os usuários tiverem o serviço funcionando em todas as operadoras concorrentes do mercado. Fato que não acontece, hoje, uma vez que a Vivo ainda não ativou, oficialmente, a sua rede 3G em WCDMA/HSDPA.

29.8.08

Mercado de banda larga brasileiro mudará completamente em 6 meses


IP NEWS

Esta é a opinião de Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil, para quem as novas ofertas que estão por vir, principalmente em 3G, provocarão um impacto tremendo na atual dinâmica do mercado de oferta de serviços de voz e dados no País.

Divulgado ontem (20/08), o Barômetro Cisco de Banda Larga revelou um crescimento de 48% nas conexões fixas e móveis no primeiro semestre de 2008 em relação ao mesmo período de 2007. Foram cerca de 700 mil novas conexões desde o começo do ano, com o número total ultrapassando os 10 milhões no País.

Apesar disso, existe um fato que poderia levantar um sinal de alerta no mercado: das novas conexões registradas no período, 500 mil foram no primeiro trimestre, enquanto as outras 200 mil vieram no segundo. No entanto, isso não parece preocupar Pedro Ripper, presidente da Cisco do Brasil. “A dinâmica competitiva desse mercado está totalmente diferente do que era há seis meses e vai mudar completamente nos próximos seis”, prevê.

Para o executivo, o grande responsável por essa mudança será o 3G, cujos serviços e ofertas devem se estabilizar até o final do ano. “Até o momento as operadoras haviam fechado a torneira, pois tinham subestimado a demanda pelo serviço em cerca de cinco vezes”, conta Ripper. Mais do que a falta de modens, havia um gargalo que chegava até os próprios backbones. “Foi a mesma coisa quando surgiu a banda larga, todas as operadoras tiveram que repensar. As estimativas estavam erradas, o padrão de uso de serviço ficou completamente diferente e, em decorrência disso, as redes estavam despreparadas”, pondera.

No entanto, o presidente da Cisco do Brasil afirma que os investimentos necessários foram feitos e que não há mais gargalos tecnológicos. “Os investimentos das operadoras móveis estão quase iguais aos das fixas, sendo que pouco tempo atrás eles eram cerca de dez vezes menores. A capacidade das redes das celulares está 10 vezes maior do que era num passado recente. Assim, acho que elas podem voltar a colocar o pé no acelerador até o final do ano”, afirma.

A grande aposta

Entre as diversas ofertas sendo gestadas atualmente dentro dessa nova realidade, uma das consideradas mais promissoras por Ripper é o acesso 3G pré-pago. “A Claro já insinuou o desejo de colocar isso no mercado. Seria uma ótima maneira de chegar a um segmento relevante que é composto pelas classes de renda mais baixa, que já possuem celulares pré-pagos e PCs”, avalia o executivo. Apesar disso, ainda existe o desafio de bolar o melhor modelo de negócios, já que precisa haver uma maneira de controlar o uso excessivo.

Em relação aos players, Pedro Ripper acredita que as operadoras móveis levam vantagem, uma vez que já possuem a plataforma de billing para pré-pago e têm experiência no negócio. “Além disso, as operadoras fixas têm uma desvantagem, que é a necessidade de alocar uma porta para o cliente, mesmo que ele não esteja usando o serviço. Com isso, para as móveis é muito mais simples a relação do que recebe e do que gasta”, conta.

Caso as operadoras hajam conforme o previsto e entrem agressivamente no mercado, Ripper acredita que a tendência é que a banda larga móvel assuma no futuro o lugar dos acessos discados. Já para as conexões “físicas”, como o ADSL, tendem a assumir um caráter mais premium, ofertando velocidades cada vez maiores pelos mesmos preços cobrados hoje.

18.7.08

Banda larga móvel precisa de mais faixas


É o que as operadoras vêm reclamando com a Anatel, que começou estudos pra utilização da faixa de 410Mhz/430Mhz.


Em outros países, como a Coréia do Sul, o uso intenso de banda larga móvel fez com que alguns serviços de telefonia fossem prejudicados. Espera-se que no Brasil isto não chegue a ocorrer.



5.7.08

IDC vê 3G como desafio para operadoras brasileiras


CONVERGÊNCIA DIGITAL

Para a IDC, as teles móveis brasileiras precisam, o quanto antes, identificar uma nova "aplicação matadora" que não seja tão somente a oferta de acesso banda larga. Neste cenário, as soluções voltadas para o mercado corporativo ganham destaque. A TV móvel paga também é considerada uma opção de nova receita, mas a consultoria adverte: O preço tem que estar de acordo com a realidade nacional.

Com relação ao iPhone, que chegará no país no segundo semestre com três operadoras - Claro, Vivo e TIM - a consultoria estima que as teles vão apostar na prática da fidelização - como acontece mundialmente, mas como aqui há regras que limitam o prazo a 12 meses, o subsídio deverá ser, sim, uma prática para ganhar o consumidor, apesar da situação econômica das teles.

"Tenho absoluta convicção que apesar de as operadoras móveis não estarem em condições de absorver grandes subsídios nestes tipo de terminais, a disputa pelo cliente que quer o iPhone determinará uma 'guerra de preço'", observa o analista da IDC Brasil, Alex Zago.

"A fidelização será uma realidade. No Brasil, em função do regulamento do SMP, ela será de 12 meses, então, as operadoras racionalmente sabem que não devem subsidiar tão fortemente o terminal, mas há também a questão do marketing que é um diferencial importante aqui e a briga deve ser grande", complementa o analista.

A IDC Brasil, que nesta quarta-feira, 03/07, divulgou um estudo sobre o mercado brasileiro de telecomunicações, a Terceira Geração será um grande desafio a ser enfrentado pelas teles. A consultoria não revelou números sobre os usuários 3G no momento.

"Sabemos que há clientes, mas o serviço ainda começa. A grande disputa está na oferta de banda larga móvel, mas as próprias operadoras estão limitando a venda desses dispositivos porque perceberam a necessidade de melhorar a qualidade de suas infra-estruturas. O serviço desse tem de funcionar 100%", completa Zago.

Um novo tempo

Questionado se as operadoras móveis, em função da defasagem do início da oferta comercial da Terceira Geração no Brasil, vão apostar nas parcerias com fornecedores de notebooks, com chips 3G já embutidos, Zago diz que sim. Para ele, num médio prazo, essa será a grande alternativa para conquistar o usuário que anseia por mobilidade.

O embate será na parte relativa à reparticão de receita. "As operadoras terão mais um agente na cadeia para negociar. Eles já lidam com a indústria de celulares. Vão lidar, agora, com os fabricantes de notebooks", observa o analista de telecom da IDC Brasil.

Um dos apelos para a venda dos serviços 3G - a videochamada - ainda não decolou em nenhum lugar do mundo como aplicação de grande receita. "Ela é um atrativo, mas há questão de interoperabilidade. As operadoras terão que sentar à mesa e negociar como o fizeram com o SMS e com o MMS", diz Zago.

Já com relação à TV Móvel, apesar de o Brasil ter escolhido o padrão digital ISDBT, baseado no padrão japonês, que dificulta a oferta de terminais com a tecnologia, o analista está confiante no sucesso da oferta de conteúdo pago e diferenciado.

"As operadoras vão investir nesta linha. Há clientes interessados, sim. Acredito que uma linha própria de conteúdo, adequado ao formato móvel, será um diferencial significativo para a conquista de clientes de maior poder aquisitivo, apesar de acreditar que, num médio prazo, as operadoras brasileiras terão que criar pacote de preço único para os clientes", diz Zago.

Para o consultor da IDC Brasil, há um temor por parte das teles de adotar essa política - comum nos Estados Unidos - porque a grande base é de pré-pago e poderá haver uma base pós-paga, que consome mais hoje e terá uma redução de preço, mas essa prática de preço único poderá, também, significar a manutenção do cliente na base. "Esse é o desafio de quem gere hoje uma tele móvel no Brasil. Como criar serviços, fidelizar clientes e investir na universalização, determinada pela Anatel", conclui.

16.6.08

3G poderá ter banda larga móvel


ADNEWS

Além de criar uma mídia sob demanda, a popularização do 3G incentiva as operadoras a vender banda larga pré-paga. Quem afirma é o superintendente de e-business do Citibank, Massayuki Fujimoto.

O executivo participou hoje do Seminário INFO de Internet Móvel, no debate As oportunidades que chegam com o 3G.

Massayuki acredita que, dos quase 105 milhões de usuários de celular pré-pago no país, 2 milhões estariam dispostos a utilizar internet rápida móvel. Hoje, 8 milhões de pessoas têm acesso a banda larga fixa.

No entanto, para a internet móvel se disseminar de fato, segundo ele, as operadoras precisam se esforçar para criar um novo modelo de tarifação. "Os clientes não querem pagar por quantidade de dados trafegado, e sim por tempo de conexão."

Fixa x móvel

Para Renato Nogueira, diretor de planejamento estratégico e novos negócios da TIM, o futuro da banda larga é móvel. "Só falta saber quando ela vai superar a fixa." Ele conta que, na Itália, a receita média das operadoras por cada usuário de celular cresceu 15% em um ano depois da introdução do 3G no país, em 2006.

De acordo com ele, na Europa a banda larga móvel já canibaliza a fixa, mas somente por uma questão de mobilidade. "No Brasil, isso também vai acontecer, mas por falta de penetração da internet tradicional."

E-mail na palma da mão

Uma pesquisa do Gartner mostra que 55% dos usuários de celular querem usar serviços de e-mail e mensagem instantânea móveis ainda este ano. "A videochamada é um chamariz, mas não é o que as pessoas acham mais importante", explica Elia San Miguel, analista principal do instituto.

Outros serviços também podem gerar oportunidades com o 3G. A TIM pensa numa forma de oferecer rádio WEB no carro, por exemplo. A recepção seria feita por meio de chips de celular que, a partir de agosto de 2009, serão instalados obrigatoriamente nos veículos com função de rastreamento.



5.6.08

iPhone 3G por 100 libras?


É o que dizem os analistas europeus que acompanham a Apple. O lançamento seria em julho. Lá, obviamente. Aqui nos tupiniquins nem o iPhone antigo chegou pelas vias oficiais, e a Anatel ainda apreende os contrabandeados na Sta. Ifigênia.




16.5.08

Celular 3G...

Pra animar a 6a. feira...



7.5.08

Teles no 3G



Teles já estão autorizadas pela Anatel a prestar 3G. Prova de que quando há interesse de todos, a questão evolui rapidamente.


Vivo fala sobre fusão BrOI


CONVERGÊNCIA DIGITAL

Ainda que faça questão de deixar claro que a Vivo não se opõe à compra da Brasil Telecom pela Oi, anunciada na última sexta 25/04 - o negócio ainda terá que ser aprovado pelos órgãos reguladores do país, Roberto Lima, presidente da operadora, destaca que a transação pode, sim, afetar a concorrência no setor.

"O mercado passa a ter uma empresa com altíssimo poder de investimentos, que podem vir a ser feitos na operadora móvel", explica Lima. "No entanto, cabe aos órgãos reguladores garantirem que a concorrência saudável seja mantida", completa. Vivo anuncia ainda "quad play" com a Telefônica para este ano.

Lima diz que a companhia não deve tomar nenhuma medida apara impedir a negociação, mas diz que ela abre precedentes para negociações semelhantes, bem como para a solicitação de mudanças de regulamentação junto à Anatel, por exemplo.

O executivo lembra que a Agência Reguladora irá rever ainda em maio ( dado anunciado pelo conselheiro Pedro Jaime Ziller, relator do projeto na Anatel, na solenidade de assinatura dos contratos de 3G nesta terça-feira, 29/04, em Brasília) o plano geral de outorgas e que, quando este for levado a consulta pública, aí sim, todas as empresas devem se manifestar.

Quad Play com Telefônica e Reforma Tributária

"Quem ganha é o consumidor, com ofertas mais amplas", afirma Lima. Aproveitando a deixa, o executivo revela que a Vivo deve lançar ainda este ano, em parceria com a Telesp (Telefônica), o quadruple play - fixo, móvel, internet e TV por Assinatura. "Será uma parceria comercial entre duas empresas, e não há nenhuma restrição legal para essa oferta", diz o presidente.

Ele acrescenta que a Vivo não fará investimentos, mas aproveitará a infra-estrutura que a Telefônica já possui – as empresas já compartilham infra-estrutura e sistemas atualmente. "Se no futuro surgir uma operação que gere alguma situação que exija mudanças, a gente deve também solicitar alterações à Anatel", adianta.

Lima também fala da necessidade da reforma tributária para o avanço do mercado de telecom. "O setor não agüenta margens de ganhos menores do que as praticadas, especialmente dados os grandes investimentos realizados, inclusive por exigência da Anatel", analisa.

"A reforma tributária é necessária. Ela não pode onerar ainda mais o setor", alerta o presidente da Vivo. Otimista, ele diz que já há governantes com o entendimento de que a redução da carga tributária para as telecomunicações pode trazer ganhos para o desenvolvimento do País.

Vivo deve desativar redes TDMA e CDMA em três anos

Com sua rede GSM em pleno funcionamento há pouco mais de um ano (foi ativada em março de 2007), a Vivo já possui 42% de sua base de mais de 34 mil clientes nesta tecnologia. Isso sem contar a incorporação dos cerca de 4 milhões de clientes GSM, oriunda da compra da Telemig Celular, concretizada no último dia 03 de abril.

Com isso, de acordo com Roberto Lima,presidente da Vivo, as perspectivas são de que a companhia desative sua rede CDMA dentro de três anos, aproximadamente. "Não faremos nenhum esforço para que eles deixem a rede CDMA", garante o executivo.

No entanto, ele explica que as novas adesões, bem como as trocas de aparelhos por aqueles que já são clientes, tendem a envolver a contratação e a compra de terminais GSM. "Essa tecnologia nos permite preços mais competitivos", explica o presidente da companhia.

Vale lembrar que um dado ajudou a Vivo a desistir do CDMA: A maior fornecedora dos aparelhos, a Nokia, desistiu da tecnologia após acirrar um embate por patentes com a Qualcomm.

Outros fornecedores, entre eles, a Samsung e a LG, também reduziram, consideravelmente, a base de terminais voltados para a tecnologia. As opções, hoje, são restritas em termos de terminais. Sobre a rede TDMA, Lima diz que restam hoje apenas 600 mil clientes.

“Esses clientes eram 3 milhões há alguns anos. Já não se vende TDMA na Vivo há quatro anos”, completa Lima. Nesta quarta-feira, 30/04, a Vivo anunciou os resultados do primeiro trimestre de 2008. Pela primeira vez, a operadora registrou lucro líquido.



29.4.08

Claro fala sobre expansão da rede 3G


CONVERGÊNCIA DIGITAL

Além dos investimentos realizados em 2007, quando a operadora aproveitou a sobra de espectro na freqüência de 850 MHz e antecipando-se às concorrentes lançou, comercialmente, em dezembro do ano passado seus serviços de 3G, a Claro deve investir outros R$ 2 bilhões para ampliar a oferta e alcance dos serviços de Terceira Geração, agora que os contratos das novas licenças serão assinados com a Anatel ( nesta terça-feira, 29/04).

João Cox, presidente da Claro, preferiu não detalhar como o montante será aplicado, mas confirmou que R$ 1,4 bilhão serão pagos, agora, em dinheiro, pelas licenças de uso da freqüência de 2.1 GHz em todo o país. "Pelo menos R$ 600 milhões devem ser investidos na expansão da rede 3G da Claro", completou.

Segundo ainda o presidente da Claro, a rede da operadora receberá o maior investimento em expansão de sua história. "Começamos a atuar em cinco Estados nos quais não estávamos (na região nordeste e sudeste do País), ampliamos nossa atuação no triângulo mineiro e ainda faremos melhorias na cobertura 3G", detalhou Cox.

Afirmando que as concorrentes, especialmente, as operadoras de telefonia fixa, que oferecem serviços de banda larga, estariam interessadas em saber por onde a Claro iniciará sua expansão, Cox preferiu não revelar quais cidades passarão a contar também com os serviços 3G da operadora. "No final de maio, início de junho, já haverá novas redes em funcionamento", limitou-se a dizer em coletiva de imprensa realizada na capital paulista, nesta segunda-feira, 28/04, para a divulgação dos resultados do primeiro trimeste do ano.

Reclamações e Ajustes finos

Os serviços 3G da Claro, aliás, foram um dos responsáveis pelo aumento do índice de reclamações por parte dos usuários. Juntamente com as alterações no SMP, o lançamento da 3G gerou mais ligações para a central de atendimento da Claro. "Como todo novo produto, houve a necessidade de adaptações, dúvidas de instalação [no caso dos modens], entre outras coisas", explicou Cox.

O executivo contou que a operadora possui mil estações rádio-base instaladas no Brasil. Só em São Paulo, segundo ele, são 400. "Em um processo natural, fomos identificando com o tempo, as regiões de maior concentração de usuários de banda larga móvel", sinalizou Cox, explicando que esse desconhecimento inicial acabou por gerar o congestionamento ocasional da rede 3G.

"É natural que passássemos por uma fase de adaptação para entender e identificar os locais de maior consumo. Nossos concorrentes seguramente passarão pela mesma dificuldade", atestou o executivo.

Cox acrescentou que parte dos investimentos da Claro em 3G será destinada para a ampliação da capacidade e do alcance do serviço nessas regiões de maior utilização, que ele preferiu não identificar, muito provavelmente para não facilitar a vida dos concorrente.

O presidente da Claro observou ainda que as mudanças no Serviço Móvel Pessoal e a campanha, liderada pela Oi pelo Desbloqueio de terminais, também ocasionou uma procura maior no Call Center da empresa.



18.4.08

TIM lança 3G em capitais



CONVERGÊNCIA DIGITAL

A TIM anunciou nesta quarta-feira, 16/04, em evento na capital paulista,o início da operação comercial de seus serviços de 3G nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Recife e Salvador, na faixa de 850 MHz.

Nessas cidades, a oferta de 3G já está disponível e acontece de forma automática ao consumidor, segundo explicou Marco Lopes, diretor de marketing da TIM. Os clientes não precisarão contratar um novo serviço, migrar de plano tarifário ou trocar o TIMChip.

De acordo com o executivo, os atuais clientes (desde que possuam equipamentos com suporte a 3G) terão acesso imediato aos serviços com conexões de até 1 Mbps de velocidade, sem necessidade de ativação e sem alteração de preço, desde que mantidos os planos contratados - a degustação terá franquia de 250 MB de dados.

"Os clientes terão um período de degustação até o dia 30 de junho [deste ano]", afirma Lopes. Aqueles que optarem por fazer um upgrade no contrato de serviço, também podem fazê-lo. As opções são contratar planos ilimitados na velocidade de até 1 Mbps (R$ 99) ou até 7 Mbps (R$ 159,90). Os planos já existentes não sofrem alteração de preços.

No Rio de Janeiro e em São Paulo, ainda que a rede esteja 3G esteja pronta para ser acionada, a operadora precisará aguardar a assinatura dos contratos e a liberação das licenças pela Anatel. "Estamos com a rede pronta, apenas aguardando liberações governamentais para ‘ligar a luz’ nesses Estados", garante Mario Cesar Pereira de Araújo, presidente da TIM.

Conforme o Convergência Digital adiantou, muito provavelmente as licenças devem ser aprovadas dentro de poucos dias - o TCU julgará os contratos no próximo dia 23. Sobre a qualidade do sinal para os clientes 3G sob a freqüência 850 MHz e 2.100 MHz, Araújo garante: a qualidade será exatamente a mesma. "Cuidamos de instalar equipamentos extras para garantir a qualidade e disponibilidade do acesso a todas as regiões, seja em 850 MHz, seja em 2.100 MHz", detalha.