Mostrando postagens com marcador américa móvil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador américa móvil. Mostrar todas as postagens

19.8.08

Mais um round na briga OI/BrT vs. Telmex/América Móvil/Claro/Embratel



Considerando que a Oi, desde 2007, vem focando na venda de aparelhos desbloqueados, a prática pelo visto dá resultado e incomoda os concorrentes.


CONVERGÊNCIA DIGITAL

Mais um round na briga entre as operadoras chega às páginas dos jornais. Desta vez, o tema é a mídia em torno do direito ou não do consumidor com relação ao desbloqueio de celulares. A Oi acusou publicamente a Claro de ter ido à justiça para impedir a veiculação da sua propaganda que reafirma o fato de o "desbloqueio é um direito do consumidor".

Na televisão, ao longo deste final de semana, a Oi não citou o nome da Claro. Diz "apenas que uma operadora obteve uma liminar para impedir a divulgação de informações referentes ao desbloqueio gratuito de aparelhos".

É fato que a Oi se "auto-intitula a responsável pela liberação do desbloqueio no novo regulamento do SMP". A operadora decidiu não apostar na venda de terminais, mas sim, na venda de chips. Na campanha, a Oi reforça que os "clientes ficam na operadora porque gostam, não porque são obrigadas".

A posição da Oi já foi contestada por outras operadoras. A TIM, por exemplo, já lançou comunicado público denunciando a rival de promover um "engano" no assinante. O novo regulamento do Serviço Móvel Pessoal, prevê sim, o direito ao desbloqueio, mas ele é válido apenas nas novas aquisições e implica o fim do subsídio nos preços dos aparelhos.

Nesta segunda-feira, 18/08, no entanto, nas propagandas nos grandes jornais, a Oi revela que a "operadora" é a Claro, que obteve uma liminar judicial para suspender a mídia.Na prática, essa briga é tão somente mais um embate entre as operadoras.

O clima entre os grupos "esquentou" com o posicionamento da Embratel, do grupo Telmex, enviado à SEAE - Secretaria de Acompanhamento Especial do ministério da Fazenda - enumerando uma série de pontos contrários à fusão da Oi com a Brasil Telecom.

Os contratos já em vigor, a Anatel já se pronunciou que as operadoras não são "obrigadas" a desbloquear porque foi feito um acerto entre a provedora de serviço e o consumidor. Mas também é fato que o órgão regulador tentou, até o momento, não se envolver, de fato, nesta "guerra publicitária" entre as operadoras.

31.7.08

OI responde provocação da Embratel sobre BrOI


CONVERGÊNCIA DIGITAL


A consolidação do mercado de Telecomunicações no Brasil ganha as páginas dos jornais. Em comunicado divultado nos principais jornais do país nesta quarta-feira, 30/07, a Oi decidiu responder à Embratel e expor, publicamente, as diferenças entre as concessionárias.

A briga começou com a divulgação à imprensa da posição da Embratel - contrária - à compra da Brasil Telecom pela Oi, em análise pelos órgãos reguladores. No informe, a Oi diz que as informações prestadas pela Embratel, do grupo mexicano Telmex, "não correspondem à verdade" e divulga sua posição com relação à desagregação de rede (unbundling).

"O acesso por todas as empresas às redes que atingem os clientes, a plena interconexão e o fornecimento de EILDs (linhas dedicadas) são regulados pela Anatel e são uma realidade do mercado... Em processo anterior, a Embratel (Telmex) já teve rejeitados, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), questionamentos sobre dificuldades de acesso às redes de seus competidores. Em oposição à tese da Embratel (Telmex), a Net (Telmex) é a única que detém rede de banda larga e não disponibiliza seus acessos à concorrência", ataca a Oi no comunicado.

A concessionária prossegue: " A Embratel teve as oportunidades para oferecer telefonia onde quisesse, inclusive via contratos de unbundling com a Oi, que foram rescindidos por ela unilateralmente. No entanto, fez outra opção comercial, priorizando apenas os rentáveis centros urbanos, onde tem quatro milhões de clientes", diz o informe.

A Oi informa ainda que investiu mais de R$ 30 bilhões nos últimos 10 anos para atender 22 mil localidades, incluindo regiões remotas, como o interior do Amazonas. Com relação à compra da Brasil Telecom, a Oi assegura que o processo " segue estritamente as leis brasileiras e os trâmites regulatórios previstos".

A Oi diz ainda que tem "total confiança na legitimidade do proceso e na isenção das autoridades regulatórias e de defesa da concorrência para a análise técnica da operação". No início do informe, a Oi assegura que os dados passados pelo grupo mexicano Telmex, dono da Embratel Claro e Net "não correspondem à verdade" e diz que o concorrente não quer competição.

Toda a disputa está ligada à possível mudança do Plano Geral de Outorgas (PGO) de forma a permitir a aquisição da Brasil Telecom pela Oi. Nesta sexta-feira, 01 de agosto, termina o prazo concedido pela Anatel para a apresentação das posições da sociedade com relação ao processo. Entidades, a maior parte contrária ao negócio, solicitaram um novo adiamento para a consulta pública. A Agência - que anteriormente concedeu um prazo de mais 15 dias -deverá decidir se renova o prazo ou não até sexta-feira.


16.5.08

Slim e o Equador: extorsão?


INFO

MÉXICO - Carlos Slim, dono da Telmex, se diz otimista com a América Latina, apesar das instabilidades da região.

O magnata mexicano das telecomunicações Carlos Slim disse que está disposto a negociar e a pagar para renovar as concessões que possui em toda a América Latina, depois que uma de suas empresas foi obrigada a desembolsar 480 milhões de dólares para permanecer no Equador.

Slim, um dos homens mais ricos do mundo, disse à Reuters que sua empresa de telefonia celular América Móvil vai continuar buscando negócios em todos os cantos do continente, onde detém a liderança regional.

"Algumas coisas estão à venda e é preciso comprá-las. Concessões são postas à venda e é preciso renovar a concessão", disse Slim. Na semana passada, o governo do Equador exigiu que a América Móvil pagasse 480 milhões de dólares para continuar operando no país.

"O ideal é que não fique a mercê (dos governos) ou para as negociações, e que haja regras estabelecidas que lhe dêem certeza jurídica", afirmou.

A América Móvil passou semanas negociando com Quito e oferecia 307 milhões de dólares, mas não conseguiu barganhar.

Sobre a possibilidade de negociar as renovações em cada país, ele foi enfático: "É claro, acredito que cada país vai definir suas próprias regras, e elas serão entendidas. O que não há dúvida é de que tudo deve visar a incentivar o investimento e a competição."

A América Móvil está presente em 17 países da região e está disposta a entrar no Panamá também. Nenhum outro país começou a falar sobre pedir grandes somas para renovar a concessão, mas analistas estão monitorando a situação.

O grupo de Slim disputa com a espanhola Telefónica o domínio do mercado celular na América Latina. Até agora, a empresa mexicana está na frente, com 159 milhões de clientes.

Em outra ocasião, Slim disse estar interessado em entrar no mercado da Costa Rica, que nesta semana autorizou a entrada do capital privado nos negócios da telefonia celular e Internet.

"Teremos de ver quais são as condições do leilão [de privatização]. Imagino que estejam abertos a todos, e não sabemos quantas concessões terão de dar, mas em geral estamos interessados em toda a América Latina."



2.12.07

México investiga monopólio da América Móvil/Telmex


INFO

O México abriu investigações antitruste na área de telecom, setor dominado no país por Carlos Slim.

Uma investigação envolve a América Móvil, empresa de telefonia móvel de Slim, que detém 70 por cento do mercado mexicano de celulares.

O caso surge após promessas do presidente Felipe Calderón de ampliar o crescimento econômico pelo aumento da competição em setores-chave como o de telecomunicações. Economistas afirmam que a expansão do PIB do México tem sido prejudicada por altos custos na telefonia.

Competidores reclamam que a América Móvil cobra caro demais para permitir a passagem de chamadas telefônicas móveis por sua rede. Embora a comissão antimonopólio mexicana não tenha mencionado a empresa de Slim pelo nome, a autarquia informou estar investigando as tarifas de interconexão de celular.

Em um comunicado publicado no jornal do governo, a comissão também disse que está fazendo outra investigação sobre práticas monopolistas no mercado de Internet banda larga.

A companhia de telefonia fixa de Slim, a Telmex, tem cerca de 60 por cento do mercado de Internet rápida do México e opera mais de 90 por cento das linhas fixas do país.




23.7.07

Opportunity avalia proposta para sair da BrT, diz Dantas

Folha de São Paulo

Empresário afirma ter sido procurado por fundos de pensão e Citigroup para vender a sua participação na Brasil Telecom

Ele diz que não se oporá a mudanças societárias na operadora de telefonia; demais sócios não confirmam negociação

O grupo Opportunity foi procurado por representantes de fundos de pensão e do Citigroup para vender sua participação na Brasil Telecom e não pretende se opor à reorganização societária da operadora, informou o dono do Opportunity, Daniel Dantas.
"Fomos procurados por um fundo de investimentos que diz estar trabalhando alinhado com os fundos de pensão e com o Citibank", afirmou, em entrevista concedida por e-mail à Folha na última sexta-feira.

Segundo o banqueiro, é cedo para dizer qual será o próximo movimento do Opportunity no xadrez das telecomunicações.

"Sem conhecer a proposta de preço e as condições, não há como dizer [se o Opportunity fica ou sai da operadora]", ponderou. "Não temos essa intenção [de brecar as mudanças na Brasil Telecom]", disse.


Dantas, no entanto, deixou entrever em suas respostas que negociar cada vírgula de um possível contrato com os fundos de pensão será minuciosamente discutido.


"Defenderemos os nossos direitos e os dos nossos investidores com a mesma diligência com que, no passado, defendemos os direitos do Citibank e das companhias", alfinetou.

Questionado sobre quais condições seriam consideradas satisfatórias para um possível negócio, ele respondeu: "Respeito aos direitos e aos contratos de todas as partes".

"O Opportunity sempre teve interesse em extinguir todos os litígios e já propôs inúmeras vezes ao Citibank e aos fundos de pensão submeter as divergências a um mecanismo neutro de arbitragem internacional", garantiu Dantas.


A Brasil Telecom é a operadora de telefonia fixa que atua nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste. O controle da companhia é partilhado por fundos de pensão, Citi, Opportunity e Telecom Italia.


Disputa

Desde 2001, os quatro sócios travam uma grande disputa pelo comando da Brasil Telecom. Acusações de espionagem, de corrupção, de uso de influência governamental e de manipulação da mídia, processos judiciais, CPIs, inquéritos policiais e prisões, aqui e na Itália - de tudo houve um pouco no estica-e-puxa pela operadora.


O fim dessa história começou a ser definido no meio da semana passada, quando os fundos de pensão compraram a fatia dos italianos na concessionária (19% do total).


A partir dessa compra, tornou-se mais factível a intenção dos fundos de pensão de unir a BrT a outra tele onde têm grande participação: a Oi (ex-Telemar), maior operadora fixa do país. A idéia também é acalentada pelo governo federal.


A princípio, há dois caminhos para torná-la realidade. O primeiro é que os sócios remanescentes ofertem suas ações de maneira conjunta. O outro é que fundos e Citi comprem as ações do Opportunity antes de levar a pulverização a cabo.

Para Dantas, a alternativa mais vantajosa "dependerá do preço". Ao ser perguntado sobre o valor pedido pela Telecom Italia -cerca de R$ 37 por ação, mais de 40% abaixo dos R$ 53 que vinham sendo praticados no mercado -, o empresário mostrou-se enigmático.

"Pelo que foi anunciado, o desconto dado pelos italianos teve como contrapartida benefícios paralelos", disse.


Há dois anos, o Citigroup fechou um acordo que o obriga a vender sua parte na Brasil Telecom aos fundos de pensão. Em contrapartida, os fundos assumiram o compromisso de pagar pelos papéis um valor, à época, três vezes acima do praticado no mercado.


A Folha perguntou a Daniel Dantas se o Opportunity tem direito a "tag along" na venda das ações do Citi. Isso significa que o preço pago a um terá de ser oferecido também a outro. "Sim", garantiu ele.


E vale a pena para o Citi abrir mão da "put" (a cláusula que garantiria vender suas ações por um preço que estava inicialmente acima do mercado)? "Pelo que entendemos do valor das companhias, não vale a pena para o Citibank", calculou.


Os fundos de pensão e o Citi foram procurados pela Folha na sexta-feira para comentar se havia um compromisso mútuo de desistência da cláusula. Também foi questionado se, para tanto, alguma compensação teria de ser negociada. Não houve resposta até o fechamento desta edição.


Setor no país deverá passar por redesenho

Seja qual for o desfecho do caso Brasil Telecom, o país viverá uma onda de consolidação no setor de telecomunicações que certamente dará muito trabalho à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

O redesenho do mercado brasileiro é muito importante para saber qual será o peso mundial de, pelo menos, quatro grandes grupos estrangeiros: o espanhol Telefónica, o mexicano América Móvil, a Telecom Italia e a Portugal Telecom.


A Telefónica cuida da telefonia fixa da região mais rica do país, o Estado de São Paulo. É dona de 50% da Vivo, líder nacional em telefonia celular, e do portal Terra. Adquiriu a TVA do Grupo Abril, além de possuir outras licenças de TV a cabo. Fora do Brasil, é a principal acionista da Portugal Telecom e depende do sinal verde de órgãos reguladores para concretizar a compra de 10% da Telecom Italia.


Os mexicanos são os detentores da Embratel (longa distância), da Claro (terceira maior tele móvel) e da Net (em parceria com a Globo). Também são acionistas da Portugal Telecom.


A Telecom Italia tinha 19% da BrT, mas agora só mantém a TIM Brasil -o que não é pouco, tendo em vista que a operadora é a segunda no mercado celular do país.


Por fim, há a Portugal Telecom, dona no Brasil de 50% da Vivo e parceira do grupo Folha. O mercado especula que há interesse dos portugueses em vender sua fatia na Vivo e, com o dinheiro, comprar a parte dos sócios privados da Oi.


Uma suposta união, no futuro, da Oi e da BrT resultaria em uma grande companhia lusófona - pelo menos nos primeiros degraus societários. Em relação à tal possibilidade, Daniel Dantas afirmou que "é possível, se forem equacionadas as questões regulatórias". Mas acrescentou: "Não tenho informações a respeito".

3.7.07

Mexicano passa Bill Gates e se torna mais rico do mundo

O magnata mexicano Carlos Slim é homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 67,8 bilhões, após ultrapassar o co-fundador da Microsoft Bill Gates, segundo divulgou um rastreador de riqueza mexicano na segunda-feira.
Um aumento de 27% de março a junho no preço da ação da América Móvil, maior operadora de telefone celular da América Latina, controlada por Slim e que no Brasil é dona da Claro, o deixou quase US$ 8,6 bilhões mais rico que Gates, disse Eduardo Garcia na Sentido Comun, publicação financeira online criada por ele. Garcia estimou que Gates tenha um patrimônio de US$ 59,2 bilhões.
A revista Forbes informou em abril que Slim havia superado o investidor bilionário Warren Buffett e chegou ao segundo lugar na lista, com Gates ainda liderando.
O México tem um amplo contraste social entre ricos e pobres, com uma pequena elite controlando as riquezas e cerca de metade da população vivendo com menos de US$ cinco por dia.
A Forbes subiu Slim no ranking por causa de ganhos em sua companhia Carso e com a telefônica Telmex, enquanto as ações da Berkshire Hathaway, de Buffett, caíram no mesmo período.
Há três meses, a Sentido Comum já havia classificado Slim como mais rico que Gates, mas apenas por uma pequena margem. Agora, Garcia afirma que não há dúvidas de que a fortuna do mexicano é maior em valores atuais das ações.
"Quando coloquei Slim à frente há três meses, a Forbes o colocou em segundo poucos dias depois", disse Garcia, que também é editor-chefe da publicação. "Vamos ver se o mesmo acontece novamente."
Slim afirmou este ano que não tinha o hábito de calcular sua fortuna regularmente. Ele e seu porta-voz não estavam imediatamente disponível para comentários.

23.5.07

América Móvil planeja novos investimentos no Brasil

25.4.07

TIM deve mesmo continuar com italianos

INFO

ROMA - Após tentativas de compra pela Telmex e AT&T, a Telecom Italia deve ficar mesmo com empresas italianas.
Um dos interessados na compra é o banco italiano Intesa Sanpaolo, que compraria a tele, dona da TIM, em parceria com a a família Berlusconi, uma das mais ricas da Itália.
O Intesa Sanpaolo, maior banco de varejo italiano, está à procura de investidores dispostos a adquirir uma participação na Olimpia, a holding que controla a Telecom Italia, depois que a AT&T, maior operadora de telefonia do mundo, abandonou as negociações com a Pirelli, controladora da Olimpia.
O antigo primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi detém participação controladora na maior empresa privada de mídia eletrônica italiana, a Mediaset, por meio da Fininvest, empresa do grupo Intesa.
Ele disse que estava disposto a se unir a outros investidores para ajudar a manter o controle da Telecom Italia em mãos nacionais.

Mas uma aquisição como essa poderia suscitar questões antitruste.
"Caso eles (a Fininvest) tenham papel dominante, a lei interviria, mas se forem parte de um grupo de acionistas cujo objetivo único seja desenvolver a Telecom com uma gestão autônoma, por que não?," disse Corrado Passera, presidente-executivo do Intesa Sanpaolo, em entrevista à rede estatal de TV RAI.
A Pirelli deseja vender sua participação de 80 por cento na Olimpia, que é a maior acionista da Telecom Italia, com 18 por cento das ações da empresa. O grupo anunciou que está negociando com diversos potenciais compradores.
A Mediasite domina o setor de TV aberta na Itália, em companhia da RAI. A Telecom Italia controla dois canais abertos na TV italiana, por meio de sua subsidiária Telecom Italia Media .
Reuters

12.4.07

At&T encontra sócio para comprar TIM

MILÃO - O banco italiano Intesa Sanpaolo discute com AT&T e América Móvil um acordo para comprar a Telecom Italia.

O governo da Itália exige que um sócio de capital italiano participe do negócio. O grupo é dono da TIM.
O Intesa Sanpaolo vai comprar sua porção na Olimpia, que tem 18 por cento de participação na Telecom Italia, com outros sócios italianos, disse uma fonte à Reuters.
As fontes, que pediram para não serem identificadas, informaram que as negociações estão tentando resolver questões governamentais sobre a operadora italiana.
Reuters

11.2.07

17.11.06

TIM custa mais do que Telefônica pode pagar

Plantão INFO

Por Elisabeth O´Leary, da Reuters