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19.4.09

Banda larga móvel pode receber aporte bilionário para se desenvolver

CONVERGÊNCIA DIGITAL


No encontro de líderes do G-20, que acontece esta semana, em Londres, na Inglaterra, o setor de telecomunicações, em documento oficial, garantiu estar preparado para criar uma infraestrutura voltada para a economia digital, capaz de gerar 25 milhões de empregos nos próximos cinco anos.

O recado foi claro: A proposta não é um plano de resgaste mas, sim, de investimento. As contrapartidas governamentais seriam a liberação de frequências necessárias para a nova rede, além da garantia de um cenário regulátorio estável e previsível. Se isso concretizado, o aporte prometido poderá ampliar o PIB mundial em até 4% até 2013, além de conectar 2,4 bilhões de pessoas à Web.

"Não queremos um plano de resgate. Desejamos investir", afirmou Michael O'Hara, vice-presidente de marketing da GSM Association, entidade que reúne operadoras e fornecedoras de telecom, contrastando o setor com os bancos, cujo futuro é um dos temas centrais na reunião do G20 - que reúne líderes dos países ricos e emergentes para discutir uma saída para a crise financeira que abalou a economia mundial. A proposta é objetiva: O aporte pode chegar a US$ 550 bilhões.

No documento, entregue à organização do G-20, o setor reitera que investir em banda larga móvel permitirá conectar milhões de pessoas à Internet, especialmente, nos chamados países emergentes onde hão há uma demanda de serviços tradicionais por meio da telefonia fixa, caso do Brasil, por exemplo. Pesquisas de mercado asseguram que, mesmo com a crise, a banda larga móvel terá crescimento significativo nos próximos anos.

Os 25 signatários do documento, entre eles, gigantes como Nokia, NTT DoCoMo e Ericsson, Telefônica AT&T, em contrapartida pedem que seja estabelecido um ambiente regulatório mais estável e que os governos estipulem preços justos para as frequências ainda disponíveis para a oferta de serviços de comunicações.

"Os argumentos de negócios em favor da banda larga móvel dependem muito de políticas regulatórias. Nos últimos anos, tivemos uma tendência de ampliação nas intervenções regulatórias, em muitos casos quando isso não era apropriado", afirma a carta, divulgada nesta quinta-feira, 02/04, e divulgada pela Agência Reuters.

A GSM Association aproveitou para criticar as últimas decisões da União Européia - que interviu no setor e determinou como as operadoras devem se relacionar - compartilhamento de recursos - e como devem cobrar seus consumidores, medidas que, de acordo com a entidade, desestimulam o investimento da iniciativa privada.


12.3.09

E o Dona Marta, quem diria, acabou na Internet



A favela Dona Marta, localizada em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro, é a primeira do País a ter internet gratuita sem fio em toda a sua extensão.

O acesso acontece graças a um projeto do governo do estado, que instalou antenas na comunidade e construiu postos de serviço para os cidadãos. O acesso começou a ser fornecido nesta segunda-feira, dia 9 de março.


Palmas ao governo carioca, que está transformando o Dona Marta em favela modelo. Primeiro expulsou os traficantes e instalou um batalhão da PM. Agora fornece tecnologia para inclusão dos cidadãos ao Brasil conectado.



7.11.08

Sony apresenta celular com Wi-Fi


INFO




A linha de celulares Wakman da Sony Ericsson foi ampliada com um novo modelo, o W705, anunciado em conjunto com o MTV Europe Music Awards.

O modelo traz recursos comuns aos demais aparelhos da série, como o TrackID, que reconhece as faixas que estão sendo tocadas; o SensMe, que escolhe músicas de acordo com o humor do seu dono; e controle Shake, que permite controlar o acervo musical apenas com movimentos das mãos.

Via rede Wi-Fi, o usuário pode baixar músicas direto para o aparelho usando o serviço de downloads PlayNow – que inclui faixas completas sem DRM, wallpapers e ringtones – ou pelos sites das operadoras.

O aparelho traz recursos de áudio avançados, que prometem uma experiência musical de melhor qualidade e suporte a rádio FM.

A tela tem 2,4 polegadas, facilitando a navegação na web, e funciona no modo retrato e paisagem, podendo ser rotacionada com apenas um movimento.

Outro recurso disponível no aparelho é compatibilidade com mapas, via Google Maps for Mobile. A câmera de 3,2 megapixel e o cartão de 4GB completam o pacote.

O produto chega a alguns mercados - a Sony Ericsson não definiu quais - no primeiro trimestre de 2009.

5.11.08

Google consegue liberação para wi-fi 2.0


E no dia das eleições americanas, o Google conseguiu uma enorme vitória perante a FCC e possivelmente contra as operadoras celulares americanas. O órgão regulador americano liberou testes para o uso futuro do espectro não utilizado para wi-fi 2.0.


Com a decisão, o Google e outros provedores de tecnologia podem vir a ameaçar operadoras móveis, ao prestar serviços de acesso à internet sem fio com alcance maior do que o atual wi-fi, e o que é pior, a preços mais baixos!

Agora é esperar pra ver se no Brasil algo do gênero pode ocorrer algum dia, apesar de que nem espectro de wi-max se vende no país sem licitação, a orientação do Governo brasileiro é lucrar com licitações e deixar a concorrência pegar fogo...

31.7.08

Ligada a banda larga wi-fi da orla de Copacabana


E com limites de tempo de uso, velocidade e usuários! O sistema parece estar bem organizado e com boas intenções, falta saber quem vai ser o corajoso para ligar o notebook na praia e enfrentar areia, sol, pedintes, flanelinhas, pivetes, vendedores de côco e outras figuras pitorescas de Copa...


29.1.08

Baixada Fluminense terá acesso à internet pública sem fio

O Globo Online

RIO - Foi oficialmente lançado, nesta segunda-feira, em Duque de Caxias, o "Baixada Digital", projeto de democratização do acesso às tecnologias da informação que levará internet sem fio pública e gratuita a todos os municípios da Baixada Fluminense. O programa vai permitir que, até junho deste ano, todas as escolas, hospitais, postos de saúde, órgãos das prefeituras e até praças dos municípios da Baixada tenham conexão sem fio à redes de voz e dados.

Segundo Franklin Dias Coelho, coordenador-geral do projeto Baixada Digital, 15 cidades-pólo serão responsáveis por distribuir o sinal da rede de acesso sem fio (Wi-Fi) nos municípios nos próximos seis meses, com estimativa de R$ 6 milhões de orçamento. A rede combina tecnologias de acesso em banda larga Wi-Fi, WiMax e WiMash para distribuir a banda (backbone) de 300 Megabytes aos moradores e turistas que passarem pelos órgãos da prefeitura, quiosques e praças.

De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, o projeto deve beneficiar diretamente cerca de 3,2 milhões de cidadãos, mas a expectativa é que, até meados de 2010, acordos sejam assinados para que todos os municípios do interior do estado do Rio passem a receber acesso à internet sem fio (Wi-Fi), projeto que deve incluir investimentos da ordem de R$ 42 milhões. Segundo o secretário, a primeira antena de Wi-Fi deve ser instalada logo após o carnaval, com testes para que, dentro de 90 dias, comecem a emitir sinais de internet sem fio.

- O que iniciamos hoje é uma proposta de reformar o programa de educação, de saúde e de atendimento público a partir do uso da internet em barda larga, e a céu aberto. É um dos três maiores projetos do gênero no mundo. Fica atrás apenas dos (modelos) implantados na China e no México - afirmou o secretário.


18.12.07

Barbacena estréia Wi-Fi pública

13.3.07

Oi inicia venda de modem wi-fi para serviço banda larga

Convergência Digital

O serviço Oi Velox, de venda de conexão banda larga, foi o de maior crescimento no faturamento da Telemar (Oi) em 2006, com um incremento de 37%. Agora, a operadora quer mais. A empresa, depois de um piloto de mais de seis meses, inicia a oferta comercial do modem wi-fi, que oferece mobilidade na conexão dentro de casa, no final deste mês. A Oi será a primeira concessionária a fazer a venda comercial do modem wi-fi no país.

Em entrevista ao Convergência Digital, o gerente de Marketing da Oi, Luis Felipe Fernandez, revela que a estratégia da concessionária é atrair novos clientes com a proposta de mobilidade no acesso residencial e, especialmente, criar um modelo de fidelização do atual assinante, que amplia o número de computadores na sua casa.

"Houve um incremento de PCs e de notebooks no país em 2006. A idéia do modem wi-fi é permitir que esses computadores compartilhem uma mesma conexão de banda larga. Ela poderá acontecer em tempo real. Para isso, o assinante terá apenas que adquirir o adaptador - ou através de um cartão PCMCIA ou de um modem USB, que serão disponibilizados pela Oi", explica o gerente de Marketing da Oi.

Desde o ano passado, a Telemar desenvolve um piloto com a tecnologia. "Concluímos que o serviço é uma necessidade atual do cliente. A oferta comercial acontece porque nos sentimos prontos para ter um serviço de qualidade. Todos os testes com a tecnologia já foram feitos", explica Fernandez.

Com a decisão, até o final de março, a Oi inicia a oferta comercial do produto em toda a sua área de atuação."Não haverá lançamento escalonado. Ele estará disponível para todo o assinante da nossa área", completou o gerente de Marketing. Fernandez, no entanto, não quis revelar o nome do fabricante fornecedor do modem wi-fi, nem adiantar o valor final do produto para o cliente Telemar.

"Ainda estamos definindo essa estratégia, mas, certamente ela será atraente. Até porque o nosso interesse é fazer com que o assinante que, hoje, possui o modem tradicional, o troque pelo o wi-fi. É a evolução natural da tecnologia", adianta o executivo. Com relação ao fornecedor do equipamento, a Oi diz ser uma norma da companhia não revelar o nome do fabricante, uma vez que o produto será comercializado pela operadora.

Negociação com portais

Inicialmente a Oi Internet, que é a provedora da companhia, será o caminho para a oferta comercial ao assinante, mas Fernandez diz que a concessionária está negociando com todos os portais de Internet, que sejam parceiros da Oi. "Não temos a intenção de ficar com a promoção restrita à Oi Internet, mas teremos que chegar a um consenso com os demais portais", destacou.

Tecnicamente Fernandez explica que o produto permitirá o acesso, simultâneo, de duas máquinas a um único modem wi-fi. "O cliente terá apenas que saber que, no caso do acesso compartilhado, ele terá uma queda na velocidade do acesso no momento em que houver a conexão simultânea dos dois computadores, mas se a conexão ocorrer em horários diferentes, não há qualquer compartilhamento da velocidade". O executivo admite que no caso do modem wi-fi, a expectativa da Oi, além de atrair novos clientes, é o de incentivar aos atuais clientes a contratar maiores velocidades de acesso junto ao Oi Velox.

Dentro da estratégia ligada ao mundo sem fio, a Oi também irá começar a venda de roteadores Wi-Fi, esses mais voltados para pequenas e médias empresas, assim como, dos adaptadores PCMCIA e USB para permitir o compartilhamento.

"A ação é inovadora. Estamos saindo na frente da oferta compartilhada de acesso banda larga residencial. Isso é um diferencial significativo para quem quer atuar como uma única provedora de serviço de comunicação", completa o executivo.

Os valores investidos na iniciativa não foram revelados pela concessionária. Em 2006, o serviço Oi Velox somou 1,1 milhão de assinantes. A estratégia do varejo também será levada para o segmento corporativo, especialmente, para atrair o mercado de pequenas e médias empresas.

29.1.07

As 20 perguntas sem resposta sobre o iPhone da Apple

IDG Now!


1. Quanto vai custar a propriedade de um iPhone?
Nós já sabemos que o iPhone mais barato vai ser mais caro que o telefone de preço top da Cingular, operadora escolhida para o lançamento. Mas quanto mensalmente isso vai custar? Qual será o preço dos planos de dados? O push de e-mails do Yahoo será um serviço opcional?

2. Qual será o valor do iPhone puro?
O preço estimado por Jobs – 599 dólares para o modelo de 8Gb e 499 dólares pelo de 4 Gb – está com o desconto garantido pelo contrato de dois anos com a Cingular. Será possível comprar um telefone desses sem o contrato de wireless e sem ficar atrelado a uma operadora de celulares específica?

3. Quanto vai custar para repor uma perda ou dano do iPhone?
Vamos dizer que que você pagou 600 dólares por um iPhone. Depois de duas semanas você o deixa cair e o aparelho fica destruído. Quanto vai custar um novo? Os mesmo 600 dólares? Mil e duzentos dólares? Mais? Quando você compra um telefone com um contrato, sempre há embutido um grande desconto. Telefones de 150 dólares são gratuitos. Os de 200 dólares não custam mais de 50 dólares.

O Blackberry Pearl, por exemplo, custa 200 dólares com o contrato de uma operadora norte-americana. Mas um novo, só o aparelho, sairá por 400 dólares sem o desconto da telefônica. E o seguro do celular novo, por quanto sairá? Operadoras móveis oferecem seguros de terceiros que cobrem esse alto custo de reposição de aparelhos – normalmente alguns dólares por mês a mais na conta do seu telefone celular. O seguro do iPhone custará 5 dólares ou 15 dólares por mês? Não se sabe. Se forem 15 dólares por mês, por exemplo, depois de três meses são 540 dólares. Não é uma banalidade.

4. Qual é a velocidade do iPhone?
Equipamentos com tela sensível ao toque são freqüentemente arruinados por um atraso quando você pressiona botões na tela. A Apple pode resolver este problema com a primeira versão do produto, mas se persistir, um grande pânico vai assolar a experiência do usuário. Jobs diz que o iPhone funciona com o sistema operacional OS X, rodando aplicativos que ele chamou de “desktop-class”. Mas o desempenho do OS e dos aplicativos vai ser bom de verdade, como em um desktop? Se não, a Apple vai ter que resolver outro problema que ninguém nunca foi capaz de solucionar.

5. O que Jobs quis dizer quando ele afirmou que o “iPhone roda o OS X”?
É o core do OS X com uma nova interface de usuário para aparelhos móveis? Ou é um core novo, com uma interface que imita o OS X? Steve Jobs já sugeriu que aplicativos especiais do iPhone – não padrões de aplicativos de desktop – vão rodar no telefone. Qual é o sistema operacional do iPhone, realmente?

6. O iPhone vai sincronizar bem com as aplicações do Windows?
Jobs afirmou que o iPhone poderá ser sincronizado com as informações do desktop – como contatos, calendário, fotos, anotações e contas de e-mail – sem explicar em detalhes como, resumindo-se a afirmar que o iTunes vai fazer o serviço de sincronização. Será possível se integrar com o Microsoft Outlook? E com o Lotus Notes? E outros sistemas de gerenciamento de informações pessoais e aplicações de e-mail? Quais? Vão funcionar bem?

7. Os negócios estarão aptos a dispor do iPhone?
Jobs fez questão de atacar os Treos, Blackberries e afins, acusando-os de terem uma usabilidade ruim. Mas as companhias fabricantes desses equipamentos gastaram grandes quantias na construção da infra-estrutura de base. Esses sistemas permitem às empresas desenvolver programas que atendam a necessidades de regulamentação, segurança de dados, redução de custos e outros.

O sucesso desses produtos é baseado nos seus ambientes corporativos e em soluções de negócios. Será que o iPhone está preparado para adoção nas empresas?

8. O iPhone suporta documentos de Word, Excel e PowerPoint?
Jobs disse que você pode sincronizar o iPhone com o e-mail. Mas e os arquivos? Se não suportar os padrões dos documentos do Office, o iPhone tem grandes chances de não ser útil para a maioria dos usuários de negócios.

9. Você estará apto a usar o iPhone como um modem para o seu laptop?
Se não, isto pode ser uma barreira de adoção para muitos executivos que fazem muitas viagens.

10. O iPhone vai arranhar ou descascar?
Os produtos anteriores da Apple, incluindo iPods e notebooks, tiveram sérios problemas com arranhões e descascamento. Isso pode ser um grande problema desta vez, porque as pessoas usam e abusam de seus celulares mais do que de qualquer outro equipamento. A Apple vai tornar seus produtos mais resistentes o suficiente para evitar posts embaraçosos em blogs sobre essa questão?

11. O iPhone vai se chamar iPhone?
Steve Jobs diz “sim”, mas a notícia do processo da Cisco – que detém a propriedade da marca – coloca dúvidas no ar. É possível que as duas empresas cheguem a um acordo, mas até agora a questão ainda está no ar.

12. As pessoas vão odiar o teclado da tela do iPhone?
Muitas pessoas se livraram de seus Palm Treos principalmente porque as teclas eram difíceis de digitar com os dedos. As teclas do iPhone são aproximadamente do mesmo tamanho, mas são um software sem o retorno paupável. O teclado pareceu bom na demonstração. Mas os usuários vão gostar de usar isso todos os dias?

13. O iPhone pode ser usado para fazer ligações VoIP?
Usar o iPhone sobre uma conexão Wi-Fi para fazer ligações pelo Skype seria obviamente um benefício. A Apple vai permitir isso? E a Cingular, vai?

14. As pessoas vão aceitar uma lenta conexão de internet no iPhone?
Enquanto outros telefones são 3G, o iPhone oferece aos usuários um desapontante 2,5G. Para quem já usa o 3G no telefone, mudar e retroceder para um equipamento mais lento vai ser difícil.

15. Outros fabricantes de software vão poder criar aplicações para o iPhone?
Se não, por quê? Se sim, quem são eles?

16. O modelo de negócios do iPhone com apenas uma operadora nos EUA vai inviabilizar o uso para grande parte dos usuários?
Em algumas cidades dos EUA, a Cingular não tem cobertura. Em outras, como Nova York, a cobertura da operadora é menor do que de suas competidoras. Ao limitar o iPhone apenas à Cingular, a Apple não estará recusando a maior dos potenciais usuários do iPhone?

17. Não será possível compartilhar arquivos sem fio com o iPhone?
Assim como o Microsoft Zune, o iPhone suporta Wi-Fi. Mas, ao contrário do Zune, o iPhone Wi-Fi é apenas para conectar-se à internet em hotspots ou redes corporativas. Em suma, ele não será aberto à conexão peer-to-peer. Será que a Apple será capaz de ligar essa capacidade com o tempo? A companhia vai permitir, ao menos, compartilhamento de arquivos pela internet?

18. As vendas do iPhone matarão o iPods?
A Apple tem algo louvável com seu lucrativo negócio de iPod. Mas as pessoas pararão de comprar iPods enquanto esperam pelo iPhone? Os investidores vão concluir que a palestra de Steve Jobs foi um grande erro se os lucros com o iPod caírem sensivelmente por dois trimestres?

19. A Apple será capaz de atender todos os pedidos pelo iPhone?
Não há dúvidas que o iPhone é muito caro para ser produzido e, ao contrário do iPod, é um aparelho eletronicamente muito complexo. Nos primeiros anos de produção, a Apple pode facilmente produzir mais do que ela consegue vender ou, ao contrário, pode não conseguir acompanhar a demanda e criar longas filas que irritam os usuários.

20. O iPhone vai “mudar o mundo”?
O iPod o fez, já que todos compraram um aparelho. Mas o preço do iPhone, a atuação exclusiva com a Cingular e a falta de usabilidade do aparelho para os negócios podem transformar a produto em apenas uma solução de nicho luxuosa para pessoas muito ricas?

A visão de Jobs sobre o iPhone é forte, arriscada e fantástica. Agora, só podemos esperar para ver o que o mágico do Silicon Valley tem dentro de sua cartola. Se Jobs e a Apple puderem produzir as respostas apropriadas para estas 20 questões, parabéns!


*Mike Elgan é editor da Computerworld, em Framingham.

Vendas de telefones Wi-Fi atingem 535 milhões de dólares em 2006

IDG Now!

São Paulo - Crescimento rápido nesse setor pode ser justificado pela demanda por terminais dual-mode, segundo a Infonetics Research.


As vendas de telefones móveis com tecnologia Wi-Fi atingiram 535 milhões de dólares em 2006, crescimento de 327% na comparação com 2005, aponta pesquisa da consultoria Infonetics Research.

O crescimento rápido nesse segmento pode ser justificado pela demanda por terminais dual-mode, Wi-Fi e celular VoIP. Esses terminais especificamente devem crescer a uma taxa anual de 198% nos próximos três anos.

A América do Norte lidera o faturamento mundial de celulares Wi-Fi e a Ásia e Pacífico é a campeã no consumo dos telefones dual-mode.

“Os usuários estão demandando mais serviços conjugados, como um único número em um único terminal, mas com tecnologia convergente. (...) Mais operadoras também estão se transformando em provedores de serviços multimídia integrados, criando redes móveis convergentes, wireless LAN e soluções de VoIP”, aponta Richard Webb, analista da consultoria.

Apesar da tendência apontar para o formato dual-mode, os terminais de modo único também apresentam boas vendas, conduzidas por pioneiros como a SpectraLink. No entanto, a Cisco ainda é a líder de mercado no segmento Wi-Fi.

A Samsung já lidera o segmento de dual-mode, seguida pela Nokia. No ano passado, 71% do faturamento de telefones Wi-Fi foram procedentes de terminais dual-mode.

Segundo o levantamento, as perspectivas de crescimento para essa tecnologia são de elevação de 1.300% até 2010.

27.11.06

Agência australiana quer cobrar licença por uso de Wi-Fi


24.10.06

T-Mobile começa a testar celular wi-fi

Yesterday T-Mobile became the first major mobile phone carrier in the United States to begin selling service that allows a single handset to communicate over both cellular networks and Wi-Fi hot spots.

The first phones, which are available to consumers in Seattle on a trial basis, link to T-Mobile’s cellular network outdoors and to Wi-Fi routers at homes, in offices and in other locations like airports and hotels. This lets customers avoid using some of their cellular minutes and increases coverage in places where signals are typically weak, like basements and rooms without windows.

To gain access to the service, called T-Mobile HotSpot @Home, customers must buy a phone that works on both networks. T-Mobile is selling a choice of two handsets that cost $49.99 for customers who sign up for a two-year rate plan for at least $39.99 a month. Subscribers are charged $19.99 a month in addition to their regular cellular plan fees.

Customers also need a wireless router, which is free with a rebate. The router is then connected to any available broadband line for home or office use. The phones connect not just to the wireless router, but also at any of 7,000 Wi-Fi hot spots that T-Mobile operates at Starbucks coffee shops, Hyatt Hotels and other public locations.

T-Mobile has set up a Web site, www.theonlyphoneyouneed.com, for customers who want to sign up for the service.

Since customers can make unlimited calls using their broadband connections, the service represents a threat to Vonage, SunRocket and other companies that offer phone plans over high-speed Internet connections. The service also gives T-Mobile a leg up in competing with Sprint and other cellular carriers that are trying to develop similar services.

The dual-use phone service may appeal most to younger consumers who do not have a traditional phone line and rely solely on cellular phones and broadband lines.

“For the below-30 age segment, it’s a no-brainer,” said Roger Entner, a wireless industry analyst at Ovum, a consulting firm. “This is also a threat for other wireless carriers because it fixes the problem of poor coverage inside homes.”

Though consumers conceivably will use fewer cellular minutes with these phones, Mr. Entner said T-Mobile still benefits because consumers have to buy some kind of rate plan. T-Mobile can also lower its costs because some phone traffic that would otherwise travel on its cellular network will move to a competitor’s broadband network.

T-Mobile may also avoid having to build as many base stations and antennas to reach inside homes and offices.

A company spokesman, Peter Dobrow, declined to say how long the trial in the Seattle area would continue, or on T-Mobile’s plans to introduce the service elsewhere.

Earlier this month, however, Robert Dotson, the chief executive of T-Mobile USA, said his company would develop services that would eliminate the need for traditional phones.

Sprint has been working with cable companies to come up with services that integrate its cellular network with the broadband and video services offered by cable companies.