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17.3.09

LTE o quê?!



Enquanto muita gente ainda se diverte na "banda larga" 3G, os fabricantes já estudam a implementação do padrão LTE, que provavelmente será o padrão 4G para o mercado nos próximos anos.


O mais interessante para o LTE é que ele é mais rápido, em teoria, que o WiMax, o tão esperado padrão de banda larga móvel que não vingou no país até hoje.


Espera-se, assim, que cheguemos de fato à banda larga móvel, já que atualmente as velocidades reais desta modalidade de acesso sequer fazem cócegas na banda larga verdadeira, via cabo ou ADSL.

19.11.08

Celulares vendendo, mas com déficit histórico

CONVERGÊNCIA DIGITAL

Se a volatilidade do dólar preocupa boa parte do setor produtivo, no caso da exportação de celulares, ela foi positiva. A venda externa dos terminais cresceu 41% passando de US$ 174 milhões para US$ 248 milhões no mês de outubro.

Levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee), no entanto, é preocupante: de janeiro a setembro, o déficit comercial de produtos eletroeletrônicos foi de US$ 17,22 bilhões, 65% acima do ocorrido no mesmo período do ano passado (US$ 10,44 bilhões). Este total é resultado de exportações de US$ 7,53 bilhões e importações de US$ 24,75 bilhões, recorde histórico no saldo negativo.

A previsão da entidade é que o setor encerre este ano com saldo negativo de US$ 20,6 bilhões, resultado de exportações de US$ 9,3 bilhões e importações de US$ 29,9 bilhões. As exportações de produtos elétricos e eletrônicos alcançaram US$ 953,9 milhões no mês de setembro de 2008, o que representa acréscimo de 19,1% em relação a setembro do ano passado.

As exportações de produtos da área de Telecomunicações totalizaram US$ 1,97 bilhão, dos quais US$ 1,72 bilhão, ou seja, 87% deste total foi resultado das vendas externas de telefones celulares, que permaneceram na liderança das exportações. Além dos Estados Unidos, os principais destinos destes aparelhos foram países da América do Sul, com destaque para a Argentina (+34%), que foi responsável por US$ 702 milhões.

Levantamento da Abinee apura ainda que a participação somada dos seis principais destinos das exportações de celulares recuou de 92% para 85%, demonstrando a introdução de novos mercados como o Equador (US$ 73 milhões), Uruguai (US$ 38 milhões) e México (US$ 38 milhões).

Destacaram-se, também, Cingapura (US$ 7 milhões), Emirados Árabes (US$ 5 milhões) Hungria (US$ 5 milhões) e Suécia (US$ 1 milhão), que, apesar de registrarem montantes menos expressivos, apontaram participação muito mais significativa do que a ocorrida no mesmo período do ano passado.

19.2.08

Hélio Costa defende incentivos apenas para quem fabricar celulares c/ acesso à TV Digital


O Ministro já havia deixado claro que queria a recepção da TV Digital aberta, daí a escolha do padrão japonês, que facilita este serviço. Como as operadoras e fabricantes enrolam, enrolam e não decidem nada, agora o Ministro resolveu usar as armas ao seu dispor para fazer valer a política que deseja implementar.

CONVERGÊNCIA DIGITAL

Polêmica à vista. O ministro das Comunicações, Hélio Costa, defendeu nesta terça-feira (19/02), que o governo somente conceda o Processo Produtivo Básico (PPB) para fabricantes de celulares da Terceira Geração (3G), caso essas empresas se comprometam a montar os aparelhos contendo, obrigatoriamente, os componentes necessários para a recepção de sinais da TV Digital.

Após participar do encerramento do Seminário Políticas de (Tele) Comunicações – Convergência e Competição, na Universidade de Brasília (UnB), realizada pela Converge Comunicações, editora da Revista Teletime, Costa disse que já conversou sobre essa questão com a Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e com o presidente Lula.

"O governo ainda não está discutindo isso ainda, mas eu levei essa questão para a ministra Dilma Rousseff e, na semana passada, toquei rapidamente neste assunto com o presidente Lula, porque existe uma proposta de uma grande empresa de celulares", disse o ministro, sem contudo revelar o nome do fabricante.

Segundo ele, o Pedido de Processo Produtivo Básico a ser concedido para essa empresa deverá gerar uma renúncia fiscal de R$ 300 milhões, apenas para que o aparelho seja montado no Brasil.

Costa disse que ponderou com a ministra e com o presidente, que a concessão de uma renúncia fiscal dessa magnitude para uma empresa montar no Brasil um celular de última geração, contendo todos os recursos tecnológicos, mas não prevendo a recepção de sinal da TV Digital, poderia ser prejudicial para o consumidor nacional.

Isso porque, afirmou o ministro, no Uruguai, essa tecnologia estará disponível nos equipamentos. "Como ministro pedi ao Presidente da República para que ele peça aos ministros do Desenvolvimento (Miguel Jorge) e da Ciência e Tecnologia (Sérgio Rezende) que insistam nisso. Nós não aceitamos mais que alguém faça um celular no Brasil de última geração e que não contemple a TV Digital", frisou Hélio Costa.

Consulta pública

O ministro também anunciou que a sua pasta colocará em consulta pública no próximo dia 27, uma proposta de revisão das políticas públicas de Comunicações no Brasil. Costa evitou, ao máximo, polemizar. Ele não quis comparar a decisão da sua pasta ao posicionamento do presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, que durante o seminário da Converge Comunicações teria condicionado a revisão do Plano Geral de Outorgas ao processo de escolha de todos os conselheiros da Agência.

Sobre esse aspecto, o ministro disse que a escolha do conselheiro da Anatel já está devidamente encaminhada ao presidente Lula. Ele espera ter uma solução em no máximo 30 dias, mesmo prazo da consulta que o Minicom fará para ouvir a sociedade sobre políticas públicas de Comunicações.

"Eu quero saber o que o povo acha. Se ele quiser mande cartas ao ministério, se desejar vá lá e fale durante meia-hora, mande e-mails pela Internet ou até se quiser falar 15 minutos com o ministro terá direito", afirmou.

Não haverá um documento formal do ministério. Segundo Costa, a sociedade deverá se manifestar, por exemplo, sobre decreto sobre políticas públicas de Comunicações, publicado em 2003, pelo então ministro das Comunicações, Miro Teixeira.

"Então, eu quero saber, por exemplo, se podemos pensar na universalização da banda larga? Será que o dinheiro do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de telecomunicações - R$ 5 bilhões) só pode ser utilizado na telefonia fixa? Será que dá para usarmos esses recursos para viabilizar uma rede para essa maravilhosa ferramenta que é a Internet banda larga? É isso que eu quero ver", complementou o ministro Hélio Costa.




RIM e Motorola em guerra de patentes nos EUA


INFO

A Research In Motion e a Motorola estão em guerra na justiça.

As duas empresas entraram com ações na justiça, processando uma a outra, com acusações de usar a tecnologia alheia sem permissão. A canadense Research In Motion (RIM) entrou com o processo na sexta-feira (15), em um tribunal do Texas, nos Estados Unidos. Acusou a Motorola por violação de patentes e pela cobrança de tarifas excessivamente altas por patentes de sua tecnologia. Uma das patentes refere-se a um “teclado otimizado para uso com os polegares”.

A seguir, a Motorola decidiu também entrar na justiça contra a RIM, acusando a rival de infringir suas patentes em diversos modelos de Blackberry e no software Blackberry Exchange Server.

A Motorola quer ganhar royalties da RIM por uma tecnologia de armazenamento de contatos de informações em e-mails e de identificação de números de ligações telefônicas.

Em dezembro 2007, a RIM tinha 12 milhões de assinantes no mundo – no mesmo período, no ano anterior, eram 7 milhões de assinantes.



10.2.08

Quem leva a Motorola?

Todos lamentam o melancólico fim da Motorola, mas parece ser uma boa oportunidade de algumas marcas, como a DELL, descolarem-se do mercado de consumo e partirem para o mundo móvel, como a fabulosa joint.venture Sony Ericsson.


ADNEWS

Começaram as apostas sobre quem poderia assumir a divisão de celulares da Motorola. LG e Samsung são fortes candidatas, mas analistas internacionais destacam a possibilidade de entrada de um novo player na indústria de terminais, como a Dell, para onde foi o ex-chefe da unidade de celulares da Motorola, Ron Garriques. O anúncio feito pela Motorola na semana passada, de que considera a venda ou a separação da unidade de celulares, está suscitando todo tipo de especulação, inclusive sobre uma possível venda de outras unidades. Neste caso, a Cisco é dada como forte candidata à compra das divisões de enterprise e home mobility, enquanto a Huawei aparece como possível interessada na compra da unidade de infra-estrutura de redes móveis.

Para o analista Mark McKechnie, da American Technology Research, a divisão de celulares da Motorola tem valor em torno de US$ 8 bilhões. Ele considera que seriam necessários investimentos entre US$ 500 milhões e US$ 2 bilhões para que a divisão desse a volta por cima até 2009. Para o UBS, o valor da unidade gira entre US$ 7,5 bilhões e US$ 11,5 bilhões e são poucas as companhias com cacife para a proposta.

O relatório considera que a Nokia precisa elevar seu market share nos Estados Unidos, onde a Motorola é líder. Mas diante da fraqueza da concorrente, haveria outros meios mais baratos para ganhar mercado, sem contar que uma possível oferta da Nokia despertaria a resistência dos órgãos antitruste. LG e Samsung teriam menos problemas neste aspecto, segundo análise da Rethink Research, que destaca ainda a sinergia destas empresas com a tecnologia CDMA e o fato de a Motorola ser bem posicionada no desenvolvimento de aparelhos de baixo custo. O texto enfatiza ainda que, por estes motivos, a Motorola pode ser ideal para fabricantes focados em mercados emergentes, como as empresas chinesas que trabalham em regime de ODM, que fabricam para terceiros.

A análise ressalta a possibilidade de uma joint venture com um produtor de eletrônicos de consumo, aos moldes da Sony Ericsson. "Pode ser potencial para a Motorola levar sua expertise móvel para uma forte marca de consumo, como a Dell", destaca o relatório, lembrando que, para isso, a empresa deve estar preparada para conviver com as diferentes margens, estrutura e pressão do negócio de terminais.


10.8.07

Anatel alega que não pode obrigar a produção nacional de 3G


Tem gente que não lembra mais dos custos para o Brasil devido à reserva de mercado...

Convergência Digital

Parlamentares da Comissão de Ciência e Tecnologia pediram nesta quinta-feira, 09/08, ao Superintendente de Serviços Privados, Jarbas José Valente, que o edital de licitação das freqüências da terceira geração (3G) crie mecanismos que tornem obrigatória a compra de equipamentos fabricados no Brasil.

Jarbas Valente explicou aos deputados que a Anatel tem adotado em seus editais, o princípio da preferência para a indústria nacional nas compras de equipamentos. Mas, alegou que não há como obrigar que a produção seja feita no Brasil, através da criação de dispositivos no edital de licitação da Terceira Geração.

"Dar preferência ao que for produzido no Brasil, nós já fazemos em todos os editais. Mas obrigar a produzir aqui não há como", salientou Jarbas Valente, frustrando as intenções dos parlamentares.

Durante as últimas duas semanas, empresas fabricantes de equipamentos mostraram-se reticentes quanto a possibilidade de produção no País dos equipamentos para a futura plataforma 3G.

O chairman para a América Latina da Nokia Siemens, Aluizio Byrro, afirmou que a produção está na pauta da companhia, mas observou que ela só ocorrerá se houver demanda. Porém, enfatizou que será necessário um modelo absolutamente competitivo para justificar tal produção local.

Universalização

Outro ponto discordante foi a questão da universalização. Alguns deputados entendem que isso poderá desmotivar investidores. Isso porque o edital determina que para comprar freqüência numa área como a da cidade de São Paulo, será preciso investir simultaneamente em áreas remotas, como a Região Norte, por exemplo.

O Superintendente de Serviços Privados lembrou aos deputados que o artigo 14 do regulamento de licitações da Anatel prevê tal compromisso como contrapartida em função do ganho que terão com a compra das licenças. Segundo ele, isso está previsto e, agora, ao invés deles pagarem caro pelas licenças, terão essas obrigações contratuais.

"Está no regulamento. É que eles não lêem o regulamento. Leiam o artigo 14, inciso quinto da resolução 065, que ela terá essa obrigação, já que entrou numa licitação pública, mesmo num regime privado, o serviço não deixou de ser público", rebateu.

Para o deputado Paulo Henrique Lustosa, as empresas não terão dificuldades de realizar a universalização prevista em edital, uma vez que do ponto de vista financeiro elas terão lucro com a compra de subfaixas em áreas bem mais rentáveis. "Não há como alguém que comprar a área de São Paulo, reclamar de fazer universalização no Amazonas", explicou.

Repique

Jarbas Valente acredita que o leilão de 3G provocará uma disputa acirrada entre os concorrentes. "Do jeito que a licitação foi estruturada, há uma expectativa de repique. Isso porque, a gente colocou numa ordem as licenças que se torna muito interessante. Quem levar as primeiras subfaixas terão maiores vantagens do que nas últimas, então a gente espera que haja disputa", afirmou.

O Superintendente de Serviços Privados da Anatel não quis comentar o montante que a Agência espera arrecadar com a venda das subfaixas de 3G, dentro de um cenário de concorrência muito acirrada.

Estiveram com o superintendente da Anatel os deputados, Júlio Semeghini (PSDB-SP), presidente da Comissão de C&T, Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), Bilac Pinto (PR-MG) e Jorginho Maluly (DEM-SP).

25.7.07

Vivo sai na frente e ganha suporte local no Blackberry


Vivo fecha acordo para lançamento exclusivo do Blackberry Curve 8300 por 30 dias no Brasil. Os terminais estão disponíveis a partir desta quarta-feira, 25/07, nas lojas da operadora. Para ganhar mercado, a tele adotou uma estratégia agressiva de preços - montando combos com terminal e serviços de voz e dados, assim como, negociou o primeiro contrato de suporte técnico local gerenciado pela própria Research in Motion, fabricante do smartphone.

A parceria entre a Vivo e a RIM foi anunciada em coletiva de imprensa nesta terça-feira, 24/07, na capital paulista. De forma bem objetiva, a RIM deixou claro que não tem planos de abrir escritório no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo, uma vez que este não é o metódo de operação da companhia.

No entanto, como frisou Oscar Castellanos, diretor comercial da RIM, o mercado da América Latina é o que apresenta maior taxa de crescimento - superando Europa e Estados Unidos - para a fabricante, que é a número 2 na oferta de smartphones, celulares inteligentes, com nove milhões de clientes. A primeira do ranking é a Nokia, que na semana passada lançou uma nova linha -a ESeries.

Suporte local

Mais do que escolher a Vivo para fazer o lançamento do Blackberry Curve 8300 no Brasil - o primeiro da RIM com câmera fotográfica e com tamanho reduzido nas plataformas GSM/GPRS e EDGE - por um período inicial de 30 dias, a RIM também escolheu a operadora para ser a primeira a ter técnicos preparados e contratados pela fabricante para a oferta de suporte técnico local aos clientes. Inicialmente, explica Castellanos, serão cinco especialistas. Mas, este número poderá crescer em função da demanda.

Com relação às outras operadoras - a RIM possui parceria com a TIM e com a Claro - a fabricante deixou claro que a iniciativa de suporte local também deverá ser negociado, mas que, até o momento, não há nenhuma iniciativa neste sentido. "É claro que a demanda dos smartphones será grande no Brasil. E que o suporte técnico será um diferencial. Portanto, vamos expandir essa área", declarou Castellanos. O executivo, no entanto, não quis comentar sobre a possibilidade de vir ou não fabricar localmente o equipamento no Brasil.

Para aproveitar o período de exclusividade, a Vivo decidiu fazer uma agressiva campanha de vendas. O custo real do terminal é de R$ 1999,00, mas para os clientes do plano pós-pago Vivo Escolha 350, o terminal poderá sair a R$ 749,00. O pacote de dados Blackberry permite sincronizar em tempo real até 10 contas de e-mail POP3 e IMAP e a Vivo dará navegação ilimitada na Internet por R$ 69,90,mensal.

"Não há restrição de download de aplicativos no blackberry porque ele é baseado em software aberto, mas a Vivo não se responsabiliza por programas muito pesados que forem baixados pelos clientes. A rede de transmissão é EDGE. Para o produto ao qual o Blackberry é campeão - o e-mail em tempo real - ela é mais do que suficiente e veloz", afirmou o vice-Presidente Executivo de Operações da Vivo, Paulo Cesar Teixeira.

MotoQ: vendas continuam

Esse é o terceiro modelo que a Vivo comercializa da RIM desde que lançou a rede GSM, em março para os clientes pós-pago. Os primeiros modelos foram o Blackberry Pearl, com foco nos clientes individuais, e o Blackberry 8700. Teixeira não quis revelar quantos smarthpones já foram vendidos, tampouco adiantou os números relativos ao MotoQ, smartphone da Motorola, lançado em outubro do ano passado, na tecnologia CDMA.

"Que fique bem claro não estamos dizendo que não vamos mais vender o MotoQ que é um sucesso. Nem que vamos deixar de investir no EV-DO. Ao contrário, nunca vendemos tantas placas de banda larga e/ou modems na tecnologia CDMA. Mas, estamos ampliando a nossa oferta de smartphones, que acreditamos será o grande mercado pessoal, para quem tem grande consumo de voz e dados, e no mercado corporativo", declarou Teixeira.

Pesquisa revelada pela Vivo, do Yankee Group, prevê que 113 milhões de smartphones serão vendidos em 2007 mundialmente. O Brasil deve ter, hoje, cerca de 200 mil smartphones ativados, e chegará ao final do ano com aproximadamente 300 mil nas contas da Vivo. Para 2008, a expectativa, conservadora na visão da operadora, é que o País alcance a marca de 800 mil smartphones ativos.

16.7.07

Mixando em celulares - Comercial da Nokia!!!



Impressionante mixagem ao vivo de DJ's brasileiros consagrados utilizando apenas celulares NOKIA. Vale a pena aumentar o som!

Indústria de telecom queria antecipar leilão de 3G

Convergência Digital

Paulo Castelo Branco, diretor de Telecomunicações da Abinee e presidente da Nec do Brasil, acredita que se a consulta pública a ser lançada pela Anatel no dia 17 com relação à venda das freqüências da Terceira Geração, não determinar muitos questionamentos do mercado, será possível negociar uma agilidade maior no processo, com término previsto para 20 de agosto.

E, se isso acontecer, a consulta pública - ao invés dos 30 dias previstos - poderia ficar no prazo mínimo legal de 10 dias, antecipando todo o cronograma - lançamento de edital e realização do leilão, previsto para o final de novembro. Mas, o executivo nãofoge à realidade: Mesmo com esse esforço, o ano de 2007 será de poucas vendas para o setor de infra-estrutura de telecom.

"Acreditamos que é possível agilizarmos o processo da consulta pública da Terceira Geração, se não houver nenhuma supresa que determine questionamentos diversos do mercado, acreditamos que é possível um esforço para agilizar os trâmites legais do processo de venda de freqüências de 3G", afirma Castelo Branco.

"Nós da Indústria mantemos esssa chama da esperança acesa. Estamos torcendo para que possamos criar um clima que permita o leilão acontecer antes do previsto (final de novembro). Assim poderíamos ter um início de ano promissor em 2008", completou o diretor da Abinee.

O tom otimista, no entanto, não o deixa fugir da realidade: A indústria de Telecomunicações, especialmente àquela voltada para a infra-estrutura, terá um 2007, extremamente complicado. Poucas áreas, entre elas, banda larga, estão tendo demanda. As melhores oportunidades para o segundo semestre, na visão do executivo, estão ligadas aos projetos de migração de rede e de implementação de portabilidade numérica por parte das operadoras.

"São oportunidades que despontam para integradores e para fabricantes. Muitos provedores estão atualizando suas redes. Assim como, há um trabalho pesado das operadoras com relação à portabilidade numérica. São projetos que podem compensar um pouco o ano, mas certamente 2007 será um ano de más recordações", sinalizou Castelo Branco.

WiMAX: que venha logo um acordo

O diretor da Abinee também mostrou-se otimista com a possibilidade - mesmo que ainda no campo da especulação - de um acordo vir a ser costurado entre o Minicom, Anatel, concessionárias de telefonia e provedores menores para o WiMAX.

"Destravar o leilão do WiMAX também seria uma ótima notícia para a indústria. Há projetos e iniciativas já em desenvolvimento. Espero, sinceramente, que um acordo aconteça o quanto antes para o bem do Brasil", salientou Castelo Branco.

Ainda assim, mais uma vez, as perspectivas de pedidos e entregas de equipamentos ficariam transferidas para 2008, já que, no ponto de vista do executivo, um novo edital deverá ser lançado. "E não tem jeito, esse processo, se agilizado, deve levar no mínimo, três meses. Mas, também seria uma ótima perspectiva para 2008. Tomara que um acordo aconteça o quanto antes".

Atualmente, na área sem fio, Castelo Branco ressalta que há uma maior demanda por equipamentos para as freqüências não-licenciadas,especialmente 5,8 Ghz, mas que não dão um volume necessário para recuperar o baixo desempenho da indústria.

Com relação à TV Digital, o diretor da Abinee mostrou-se mais reticente. Para ele, num primeiro momento, há que se definir a questão da produção exclusiva de setup-box na Zona Franca de Manaus. A Abinee, oficialmente, é favorável à abertura do mercado para todo o País.

"Precisamos ver se o setup-box será visto só como um produto de entretenimento ou se será um produto para ajudar na inclusão digital. Essa é uma questão que será ainda discutida por toda a indústria", concluiu Castelo Branco.

2.7.07

500 mil iPhones vendidos até agora! A Apple acompanha o ritmo?



O site Engadget está cobrindo as vendas do iPhone até agora e alerta sobre a falta de estoques nas lojas da Aplle e AT&T, além de dar alguns dados sobres os compradores do novo trunfo da Apple.


29.6.07

Análise do iPhone

David Pogue | NYT

Se o assunto é como divulgar um produto, o Apple iPhone nos últimos seis meses foi tema de 11 mil artigos na imprensa, e uma busca no Google resulta em 69 milhões de retornos. Os adeptos mais devotados estão acampados diante das lojas Apple, blogs apelidaram o aparelho de "Jesus dos celulares" -tudo isso antes que um único consumidor encostasse no produto. Como isso é possível?

O fato é que boa parte dos exageros e algumas das críticas quanto ao iPhone são perfeitamente justificados. O iPhone é revolucionário e imperfeito. Faz coisas que nenhum celular foi capaz de fazer até hoje, mas carece de recursos que até os concorrentes mais básicos têm. Os dois modelos iniciais custam até US$ 600 e têm até 8 GB de memória -espaço para 1.825 canções. O preço é alto, mas inclui celular, iPod com vídeo, e-mail, navegador de internet, câmera, organizador pessoal semelhante aos Palms e, acima de tudo, é um tremendo símbolo de status. Ele é tão fino que faz com que Treos e BlackBerrys pareçam obesos. É fácil manchar o vidro, mas não é fácil arranhá-lo. Mas a maior realização é o software. É rápido, bonito e mortalmente fácil de operar. Não há como perder o rumo, porque o único botão físico do aparelho leva o usuário de volta à tela inicial, onde estão ícones para as 16 funções do iPhone.

Com apenas um dedo, percorre-se uma lista; as capas de CDs se abrem quando você as toca; as mensagens de e-mail rejeitadas "caem" em uma cesta de lixo. Tudo é enfeite, mas torna o aparelho divertido de usar, o que dificilmente se diz sobre a maioria dos celulares. Quando o aparelho for colocado à venda, hoje, não será preciso comprar o serviço em uma loja, sob pressão dos vendedores; é possível levá-lo para casa e escolher o plano com o software iTunes. Você não precisa verificar mensagens de voz; o aparelho verifica. Um botão lista as mensagens gravadas como e-mails. Quando a ligação é atendida, música e vídeos param até que você desligue. Fazer uma ligação, no entanto, pode requerer até seis passos: ligar, liberar botões, ir à tela inicial, abrir o programa de telefonia, verificar a lista de chamadas recentes ou a agenda e selecionar um nome. O e-mail é fantástico; as mensagens chegam completamente formatadas, sem perder nenhum recurso gráfico. Mas o melhor é o browser de internet.

Não é uma versão simplificada e claustrofóbica como as que vemos normalmente em celulares; o usuário tem acesso a layouts de web com todas as fontes. A ponta do dedo faz o controle de rolagem, muito mais rápido do que as barras de rolagens convencionais. Bater duas vezes na tela amplia um bloco de texto para leitura, e girar o aparelho em 90 graus causa rotação e ampliação da imagem. É possível ampliar uma página, e-mail ou foto com polegar e indicador sobre a tela, unidos, e os afastando gradualmente. A imagem cresce como se fosse impressa em borracha. O iPhone é também um iPod, carrega músicas, vídeos e fotos. Fotos, filmes e até vídeos do YouTube ficam espetaculares na tela de 3,5 polegadas e alta resolução. A Apple afirma que uma carga de bateria propicia oito horas de voz, sete horas de vídeo ou 24 horas de áudio. Meus resultados não foram tão impressionantes: cinco horas de vídeo e 23 de áudio.

Na prática, você provavelmente precisará recarregar a cada dois dias. Não há porta de memória, programa de chat, discagem por voz. Não se pode instalar programas novos de empresas que não a Apple. O browser não aceita Java ou Flash, o que bloqueia o acesso a milhões de vídeos na internet. A câmera de dois megapixel é boa para fotos se o tema estiver imóvel e bem iluminado. Mas não faz vídeo nem envia mensagens com imagens (no padrão MMS) a outros celulares. E há a pequena questão da digitação. Acertar as pequenas teclas virtuais que a tela de toque exibe é frustrante, especialmente no começo. Dois itens tornam o serviço tolerável. Um software inteligente oferece palavras completas após as primeiras letras digitadas; e a sugestão das instruções de "confiar" no teclado. Sem preocupação com cada letra, velocidade e precisão crescem consideravelmente. Mesmo assim, inserção de texto não é o ponto forte do iPhone.

O BlackBerry não perderá seu espaço tão cedo. Mas, mesmo na versão 1.0, o iPhone é o mais sofisticado e inovador eletrônico a chegar ao mercado em anos. Faz tantas coisas tão bem, e de forma tão agradável, que é fácil perdoar seus defeitos. Os exageros sobre ele talvez não sejam exageros. Como disse o jogador de beisebol Dizzy Dean, "se você realizou alguma coisa, falar sobre ela não é contar vantagem".

27.6.07

Mundo deverá ter 3 bilhões de celulares até fim do ano

História dos celulares. Do tijolo ao iPhone




O site IDGNow! aproveitou o lançamento do iPhone na 6a. para revisar a história dos telefones celulares no mundo, desde o clássico StarTac (a.k.a. tijolão) até a febre hype do momento, o iPhone, passando pelas evoluções e decepções ao longo do tempo.

Confira a reportagem aqui.

26.6.07

Jairo Klepacz deve assumir Assessoria Especial na Casa Civil

Convergência Digital

O Secretário de Tecnologia Industrial, Jairo Klepacz, está deixando o Ministério do Desevolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo os rumores que correm nos bastidores de Brasília, ele deverá ocupar uma Assessoria Especial na Casa Civil da Presidência da República.

Sua missão, segundo as especulações que circulam na capital federal desde a última sexta-feira, será comandar as ações de governo voltadas para temas como a convergência tecnológica, TV digital e rádio. Klepacz passaria a ocupar a função de interlecutor do governo junto à indústria.

Como Secretário de Tecnologia Industrial, Klepacz já atuava nesse segmento, discutindo a formulação de uma política industrial necessária para alavancar o desenvolvimento desses setores. Porém, como interlocutor da Casa Civil, ganha força junto à Esplanada dos Ministérios, uma vez que, agora, falará em nome da ministra Dilma Rousseff.

Prós e contras

Jairo Klepacz não é uma unanimidade dentro do governo, quando se trata de traçar o seu perfil. Alguns técnicos afirmam que o secretário "é um tocador de projetos", que não gosta de engavetar nada. Além disso, em reuniões faz prevalecer seus pontos de vista.

No Conselho do Funttel, por diversas vezes, posicionou-se contra os projetos de interesse do Ministério das Comunicações, criando uma zona de atritos naquela pasta. Também bateu de frente com as indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus, quando defendeu que a produção dos setop-boxes deveria ser aberta para todo o país.

Aparentemente o perfil perfil dinâmico do secretário foi o que agradou à ministra Dilma Rousseff nos últimos meses. Isso acabou gerando agora o convite para ele trabalhar na Casa Civil.

Porém, em outras instâncias de governo, o secretário é visto como uma pessoa "vaidosa e cheia de empáfia" e que teria metido o ex-ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, "em algumas saias-justa". Creditam a ele, por exemplo, a idéia de lançar a meta de exportações de US$ 2 bilhões para o setor de software, que sequer chegou perto.

Klepacz também é apontado pela malograda decisão do governo de conceder incentivos fiscais ao setor de software, através da antiga MP do Bem, desde que a empresa detivesse 80% do seu faturamento com exportações. Exigência que, para os padrões do Brasil, virou motivo de piada entre as empresas.

Pesa à favor do secretário, o fato de o ministro Furlan nunca ter se queixou publicamente das ações dele. Então elogios ou críticas à parte, o fato é que Jairo Klepacz está galgando, por mérito próprio, o mais alto degrau na escala de poderes em Brasília. Trabalhar hoje com a ministra Dilma Rousseff é sinal de prestígio político. Seus desafetos não terão como evitar essa situação.

25.6.07

Telecom tem encomendas reduzidas e queda na exportação de celulares

Convergência Digital

Se a área de Informática vive um momento de prosperidade, a área de Telecom - que não recebeu nenhuma ajuda do governo Lula, como o setor de TI obteve através da Lei do Bem, ampliada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), plano de governo do presidente Lula para o seu segundo mandato - vive momentos de grande dificuldades. Os resultados são pífios.

No estudo da Abinee, relativo ao primeiro trimestre de 2007, fica evidente que o setor vive uma estagnação. Os investimentos em infra-estrutura estão parados e há, também, um desaquecimento na demanda por aparelhos celulares.

Segundo a avaliação da Abinee, o problema é que os terminais produzidos no Brasil - como são de segunda geração - estão voltados para o mercado de reposição. A indústria fabricante de celulares aguarda a definição da Terceira Geração para tentar reverter o processo de vendas.

Na prática, apenas Telecom e Utilidades Domésticas não apresentaram crescimento no primeiro trimestre de 2007, apesar de a Abinee revisar, mais uma vez, para baixo a taxa de crescimento do setor este ano. (leia matéria Abinee reve, pela 3ª vez, taxa de crescimento do setor ).

Tanto é assim que os fabricantes de telecomunicações foram os que apresentaram o maior percentual de empresas com vendas e encomendas abaixo do esperado, atingindo 67% do total das empresas pesquisadas desta área.

O recuo das vendas externas de telefones celulares (-11%) foi o principal motivo da queda das exportações do setor. E a razão dessa queda já foi colocada no mercado inúmeras vezes pela indústria: O mundo móvel está migrando para a 3G e aqui no Brasil ainda há a produção apenas de terminais de segunda geração, até em função da indefinição política em relação ao leilão.

A grande expectativa do setor é que a Anatel cumpra o informado pela imprensa e, realmente, coloque até o dia 15 de julho, a consulta publica do edital da 3G no mercado. Assim, o leilão aconteceria em setembro e os contratos poderiam ser assinados em outubro. Só com esse movimento, o setor poderia revigorar seus resultados e reverter a tendência de queda de encomendas. Outra demanda importante seria o fim da briga judicial em relação ao leilão das freqüências de 3,5GHhz e 10,5GHz, conhecidas como bandas para o WiMAX. O impasse entre operadoras e Anatel se arrasta há 10 meses.

Sem uma definição política e também sem investimentos oficiais do governo - já que Telecom ficou fora do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento - do governo Lula, ao contrário da área de Informática, beneficiada pela desoneração fiscal - vale lembrar que o serviço de telecom é o mais tributado no país com uma média de impostos em torno de 40% - no 1º trimestre de 2007, as exportações de telefones celulares - que sempre foram o carro-chefe do setor de telecom e que ajudavam ao Brasil reverter o déficit da balança comercial dos eletroeletrônicos - caíram para US$ 518 milhões, enquanto que no mesmo período de 2006 havia totalizado US$ 585 milhões.

20.6.07

iPhone terá bateria para 8h ininterruptas

O Globo


SÃO FRANCISCO - A fabricante de computadores Apple revelou que o seu telefone inteligente (smartphone) iPhone terá uma bateria que permitirá falar e usar recursos durante oito horas, muito mais do que fora anunciado inicialmente.

A empresa destacou que a bateria do produto permitirá que os usuários assistam vídeos durante sete horas, usem a rede sem fio (Wi-Fi) durante seis horas e escutem música durante 24 horas. O aparelho poderá ainda ficar em módulo stand by durante dez dias antes de voltar a carregar.

Em janeiro, quando anunciou o produto, a Apple disse que o iPhone manteria cinco horas de conversas, vídeo ou navegação pela internet, e até 16 horas de áudio. Os produtos de seus concorrentes, como BlackBerry e Palm, permitem falar durante cerca de quatro horas, antes que seja necessário carregar a bateria.

O produto, que combina telefone celular, reprodutor de música e navegador da internet, será lançado em 29 de junho nos EUA por US$ 500 ou US$ 600, dependendo das opções de memória escolhidas. O iPhone, que permite escutar música como em um iPod, será vendido com 4GB ou 8GB de memória para armazenar vídeo, música e fotografia.

18.6.07

Celular com Skype é sucesso na Orange francesa

13.6.07

Portabilidade numérica determina 'nova onda' de TI nas operadoras

Convergência Digital

Na área de Tecnologia da Informação das operadoras, a corrida para a adaptação dos sistemas para permitir o cumprimento das regras da portabilidade numérica, imposta pela Anatel às teles fixas e móveis, já começou. Vários sistemas terão que ser adaptados num curto prazo de tempo. Entre eles, ganham destaque, os processos de faturamento (billing) e de atendimento ao cliente (call center).

As operadoras terão de setembro a abril para adaptarem seus processos - isso porque no dia 24 de maio de 2008, a Anatel prevê iniciar um piloto no país para testar o processo - e os aportes de recursos prometem ser significativos, apesar de a maioria preferir não revelar suas estimativas.

"Para nós da área de TI o desafio da portabilidade numérica é para ontem. Até porque, a Anatel determinou regras para serem cumpridas. Não há como adaptar sistemas para pilotos. O processo será feito de uma única vez", afirmou o gerente de sistemas da TIM Brsil, José Duarte Oliveira.

" Então, começamos em setembro para terminar no final de abril para cumprirmos a agenda do órgão regulador", completou o executivo , que participou do Seminário "O Impacto da Portabilidade Numérica nas Operadoras, Mercado e Cliente", realizado nesta terça-feira, 12/06, no Rio de Janeiro, pela Network Eventos.

Segundo Oliveira, a discussão em torno da escolha da Entidade Adminitradora - que movimenta os bastidores políticos e negociais da adoção da portabilidade numérica - não é o mais relevante para quem atua na área de TI. "Essa adaptação será feita e não prevejo problemas", frisou o gerente de sistemas da TIM Brasil.

"O nosso desafio é o de formular o modelo de adaptação da nossa operadora à portabilidade numérica. É uma nova onda de investimentos e de criação de processos. Todos os setores precisam de mobilização. É isso que estamos fazendo", completa.

Entre os sistemas mais afetados estão o de billing (faturamento) e os voltados para o atendimento ao cliente (call center).Segundo Oliveira, muitos desses sistemas estão orientados ao plano de numeração para identificar o assinante, e agora, com a portabilidade numérica, esse processo será diferenciado.

"Já sentamos para conversar com os fornecedores, mas eles ainda estão vendo como customizar suas soluções e adequa-las à realidade brasileira e no tempo que vamos precisar que isso aconteça", detalha ainda o gerente de sistemas, que no entanto, preferiu não falar sobre valores estimados para os gastos para essa 'nova onda' em TI.

Duarte observa que a maior parte das pessoas vislumbra a portabilidade numérica apenas em março de 2009, quando todos os sistemas terão que estar operacionais, mas na prática, para a área de TI, o negócio já está em pleno curso. Tanto que a previsão é de que todas as adaptações nos processos terão que ser feitas num prazo estipulado entre setembro a abril de 2008.

"Todas as operadoras terão que ficar prontas para o piloto da Anatel em maio. Então, é esse o prazo que temos para refazer os processos. Isso vai demandar um grupo maior de especialistas de TI dedicados apenas à portabilidade numérica", reforça o gerente de Sistemas da TIM Brasil.

Na prática, nos bastidores do evento, que reuniu vários técnicos das operadoras móveis e fixas, o consenso foi que as discussões ligadas ao processo regulatório suplantaram aos dos itens técnicos, mas que, agora, essa parte passa a ter prioridade absoluta nos orçamentos das operadoras, não apenas na aquisição e adaptação dos sistemas como, inclusive, na contratação de Recursos Humanos especializado.

11.6.07

Som no celular: um grande filão

O Globo

No Brasil, infelizmente, o mercado de venda de música pela internet é muito restrito.


A iTunes, mais conhecida loja do gênero no mundo, não funciona por aqui. Ainda há algumas opções, mas todas muito restritas na maior parte das vezes, são catálogos pequenos, de apenas uma gravadora. E para quem quer prestigiar seu artista preferido, o que fazer para adquirir um arquivo legalmente? Pensando em atender a essa demanda, a TIM lançou sua loja de música móvel, a TIM Music Store www.timmusicstore.com.br. Lá, o cliente TIM pode buscar pelo nome do artista e encontrar conteúdos relativos a ele músicas, imagens e vídeos disponíveis para download. O portfólio conta com artistas nacionais e internacionais, além de preciosidades encontradas em discos raros ou importados.


Tentamos organizar um ambiente para que o cliente possa se relacionar com o artista, do qual deseja ter o vídeo ou a música inteira diz Gabriel Mendes, gerente de serviços de valor agregado da TIM.

A Music Store tem duas interfaces: o cliente pode selecionar os arquivos pela internet ou acessar o portal WAP. O diferencial da Web é que o cliente tem a chance de ouvir um trecho da música antes de adquiri-la.

Caso decida comprar, ele faz o download na Web e a música é entregue (via mensagem) no celular, com toda a proteção já usada na venda de ringtones, inclusive com proteção anti-cópia proporcionada pela ferramenta DRM (Digital Right Management).

Até o momento, são 40 mil músicas disponíveis. A expectativa da TIM é em mais um mês aumentar a quantidade de arquivos para 70 mil.

Mas será que música paga no celular funciona? Segundo Gabriel, de março de 2006 a março de 2007, a operadora registrou crescimento de 37% nas vendas de ringtones, truetones e full track (música completa).

A Vivo está rindo à toa com o sucesso da venda de músicas pelo celular. A operadora ainda não lançou sua loja virtual e, segundo Fábio Freitas, gerente de oferta Premium da Vivo, as expectativas foram superadas.

Só nos primeiros meses deste ano, a operadora já vendeu 500 mil downloads. Mensalmente, são mais de 120 mil canções vendidas no celular, quase um disco de platina. No catálogo da Vivo há 550 músicas de 50 artistas nacionais e internacionais, contratados das gravadoras Warner e Universal.

Já somos a maior loja de download de músicas do Brasil.

Vender música pela Web é complicado porque há, aqui, um problema forte de pirataria.

Além disso, muita gente não tem acesso à internet para comprar músicas.

A Claro ainda está em dúvida quanto à viabilidade comercial da venda de músicas tanto pela internet quanto pelo celular. É o que diz Marcos Quatorze, diretor de serviços de valores agregados da Claro.

Estamos apostando em outra direção, como no Video Maker (produto de venda de vídeos não profissionais), que permite que os clientes interajam.

Número de clientes GSM no mundo atinge 2,5 bilhões, revela 3G Americas

IDG Now!

São Paulo - Aumento de usuários é de 400% em seis anos. Diariamente, um milhão de pessoas adere à GSM, tecnologia número um do mundo.

Os assinantes de serviços GSM atingiram a marca de 2,5 bilhões, informou a 3G Americas. O número de usuários cresceu 400% em seis anos, e a cada dia há mais de um milhão de adições nas tecnologias GSM, segundo a World Cellular Information Service.

O crescimento da tecnologia sem fio supera quase todas as outras inovações emergentes, de acordo com o presidente da 3G Americas, Chris Pearson. Atualmente, aproximadamente 37% dos habitantes do planeta utilizam a tecnologia GSM, segundo o Serviço de Censo dos EUA. Entre eles estão 130 milhões de usuários da versão de alta velocidade da tecnologia, o UMTS/HSDPA.

Entre as tecnologias GSM estão GPRS, EDGE e UMTS/HSDPA. A abrangência global e roaming internacional são algumas vantagens que garantem a liderança mundial da tecnologia, adotada por 85% dos usuários de telefonia móvel.

Na América Latina, o GSM assumiu a posição de liderança menos de 10 anos depois de ser lançada. De 1998 até 2000, foram atraídos mais de dois milhões de assinantes. Em dezembro de 2006, já eram contabilizados 200 milhões de usuários.

No total, desde maio deste ano, 169 operadoras em 71 países passaram a oferecer UMTS. Já a implementação de HSDPA, versão avançada do UMTS, foi feita por 117 operadoras em 59 países.

Basicamente todos os terminais que utilizam UMTS/HSDPA possuem a tecnologia EDGE como reserva. Com isso, os usuários têm roaming global e oferta de serviços de dados em alta velocidade.