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5.7.08

Lula lança laptop para professores por R$1 mil

 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta sexta-feira (04/07), em solenidade no Palácio do Planalto, o novo programa " Computador Portátil para Professores", que visa facilitar a 2,7 milhões de professores do Ensino Básico, e cerca de 700 mil do Ensino Técnico e Superior, a aquisição de um laptop. O equipamento custará no máximo R$ 1 mil, será financiado em 24 parcelas pelo Banco Postal e entregue pelos Correios.

O novo programa é fruto de uma parceria que está sendo montada entre os Ministérios da Educação e das Comunicações - através dos Correios e do Banco Postal - com a indústria de informática. O programa está sob a coordenação do Assessor Especial do presidente Lula, Cezar Alvarez, que também atua no governo como Coordenador dos programas de Inclusão Digital.

A idéia vem sendo gestada há dois meses por esses atores e segundo Alvarez, 10 integradores e fabricantes demonstraram interesse no projeto, sendo que quatro estão aguardando apenas o Ministério da Ciência e Tecnologia formalizar em portaria a parte técnica dos laptops para submeter os seus equipamentos ao governo. Nos próximos 30 dias, bancos e fabricantes se credenciarão ao programa. O projeto deverá começar primeiro pelas 70 maiores cidades de maior IDEB - Indicador de Desenvolvimento da Educação Básica, já a partir de agosto.

Laptop

As configurações do laptop já foram definidas. O computador portátil terá 40 Gigabytes de espaço em disco e 512 Megabytes de memória RAM. Conterá ainda, um gravador/reprodutor de DVDs e placas para conexões a redes de banda larga convencional e Wireless. Os laptops também deverão apresentar três portas USB. O sistema operacional será de código aberto, Linux. Mesmo que um fabricante queira "bancar" o laptop pelo preço exigido com o sistema Windows, o computador terá de conter a versão de software livre e caberá ao usuário escolher qual usará, através do "dual boot".

Os equipamentos não serão vendidos no varejo. Um site oficial foi construído pelos Correios, com apoio do Serpro, para que os professores entrem nele e façam a sua compra online. Os Correios ficarão encarregados da Logística de distribuição, assim como o Banco Postal deverá financiar o equipamento em até 24 parcelas de R$ 40,00 a R$ 55,00, a depender dos juros, que serão baixos para esse tipo de programa.

Custo absorvível

"Nos preços médios dos juros de hoje, senhor presidente, significa um comprometimento mensal, em dois anos, de menos de 55 reais, para um salário médio na rede pública brasileira de oitocentos e cinqüenta reais. Ou seja, perfeitamente passível de ser incorporado na capacidade de compra do salário médio do professor brasileiro", destacou o Coordenador de Inclusão Digital do Governo, Cezar Alvarez, em seu discurso durante a solenidade de lançamento do laptop dos professores. Além disso, Alvarez lembrou que, com a participação dos Correios e do Banco Postal ( Bradesco), serão 12 mil pontos de venda, o que facilita a redução do custo do equipamento em termos logísticos.

Ele também lembrou que será possível fechar acordos com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que costumam pagar a folha do funcionalismo federal, entre eles, os professores da rede pública, para que a parcela do computador seja descontada diretamente no contracheque.

Além disso, Alvarez informou que na próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária, o Secretário-Executivo do Ministério da Fazenda e coordenador do Confaz, Nelson Machado, deverá fechar um acordo com os secretários estaduais de Fazenda, para que o ICMS seja isento para os laptops dos professores, tal como já ocorreu no projeto UCA - Um computador por Aluno.

"Também discutimos com as concessionárias fixas e operadoras móveis um projeto específico de acesso em banda larga para esse programa. Temos um projeto articulado e de consenso, dentro e fora do governo, que visa a qualificação do professor. Sabemos que a indústria está trabalhando no seu limite, mas está trabalhando para um projeto de Nação e criando futuros usuários na medida em cada vez mais o tema da Tecnologia da Informação é condição sine qua non para qualquer projeto de desenvolvimento", destacou Cezar Alvarez, que no início do seu discurso fez questão de agradecer o esforço da indústria brasileira, por intermédio do presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Desafio

"É um grande desafio, porque com o preço que foi estabelecido a indústria terá que fazer o seu esforço no fornecimento. Mas ao mesmo tempo será gratificante participar desse programa porque estaremos levando um equipamento de qualidade para o professor poder se desenvolver. As grandes empresas deverão ter mais dificuldade, mas eu vejo que elas deverão participar desse esforço, porque também será conveniente para elas propagar a sua marca nos mais diversos e distantes rincões do nosso País", afirmou o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Porém o executivo destacou que o mais importante foi novamente o governo demonstrar a sua capacidade de negociar com a indústria e não adotar medidas unilaterais. "Essa tem sido uma característica do Governo Lula: não se furta de sentar conosco para saber a possibilidade da indústria participar das suas atividades", frisou Barbato.

Além do presidente Lula, também participaram do evento a Chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, os ministros Hélio Costa (Comunicações) e Fernando Haddad (Educação), além da professora Adriana Cordeiro, como representante dos professores das escolas públicas. Compareceram à cerimônia no Palácio do Planalto, os presidentes do Banco do Brasil, Antonio Lima Neto e da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos e dos Correios, Carlos Henrique Almeida Custódio.


7.12.07

Brasília será vitrine para projeto dos laptops escolares do governo


Convergência Digital

Enfim o governo cumpriu a sua promessa. Sem comunicação prévia lançou nesta quinta-feira (06/12) o edital de pregão eletrônico 59/2007, do tipo menor preço global, que visa a compra de 150 mil laptops educacionais, voltados para o atendimento, em caráter experimental, de 300 escolas públicas, em 227 cidades de todo o país, com base no programa: "Um Computador por Aluno" (UCA). O pregão eletrônico será realizado no dia 18 de dezembro às 14h30, mas os interessados já podem apresentar os seus lances.

O portal Convergência Digital conseguiu acesso ao edital e constatou que há uma preocupação dos seus formuladores em garantir que o novo programa venha a ser um sucesso de marketing político, aos olhos do presidente Lula, uma vez que privilegiou Brasília, com a destinação de 15.854 computadores portáteis. A capital federal foi a maior contemplada com os equipamentos.

Se forem somadas os equipamentos disponibilizados para as cidades satélites de Ceilândia (462), Guará (536), Recanto das Emas (527), Sobradinho (489) e o Núcleo Rural do Pipiripau (392), o total de laptops educacionais dirigidos para o Distrito Federal chega a 18.260. Mais do que serão destinados para os três Estados da Região Sul (17.117).

Além da nítida jogada de marketing político, há uma estratégia tecnológica por trás desta destinação de um lote maior de computadores portáteis para o Distrito Federal. Como o edital exigirá a utilização de rede Mesh, por ser uma tecnologia de conexão sem fio, está sujeita a sofrer interferências de sinal em função de topografia ou de adensamento de prédios. Então, nada melhor do que colocar uma massa maior de laptops em Brasília e nas cidades satélites, região totalmente plana, e sem grandes dificuldades para o uso das redes sem fio.

Destinar tamanho volume de laptops para a capital federal deverá gerar muita polêmica, uma vez que Brasília tem um dos maiores IDH - Índice de Desenvolvimento Humano - no país e sua rede pública de ensino possui maior capacidade de acesso a recursos tecnológicos do que os pequenos municípios do Amazonas ou do Nordeste brasileiro. A lógica dessa distribuição não foi explicada pelo governo, que optou por lançar o edital de forma obscura.

Consórcios

O edital permite a participação de empresas cadastradas na Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) e "empresas estrangeiras autorizadas a funcionar no país". Também há a possibilidade formação de consórcios com a identificação da empresa líder. Os concorrentes terão de comprovar possuir patrimônio líquido no valor mínimo de R$ 2 milhões.

O preço mínimo não foi apresentado no edital. Apenas a informação de que os recursos serão provenientes do FNDE - Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação, vinculado ao Ministério da Educação. Como o pregão será realizado no dia 18, o MEC terá de correr para empenhar os recursos para pagamento ao vencedor. O prazo para empenho ao orçamento deste ano se encerra no próximo dia 20.

Quando esteve conversando com parlamentares da Comissão de Altos Estudos da Câmara dos Deputados, o Assessor Especial do presidente Lula, Cesar Alvarez, estimou que o governo deverá pagar algo em torno de R$ 40 milhões pelos laptops. Mas essa é apenas uma estimativa, porque num pregão eletrônico os preços tendem a cair vertiginosamente.

O prazo de validade das propostas apresentadas no pregão eletrônico é de, no mínimo, 60 dias corridos, a contar da data da sessão do certame. E para a entrega dos equipamentos de até 120 dias. Nos preços dos equipamentos deverão estar incluídos todos os custos e despesas, tais como: custos diretos e indiretos, fretes, tributos incidentes, taxa de administração, materiais, serviços, encargos sociais, trabalhistas, seguros, embalagem, garantia contratual e dos serviços, lucro entre outros. O preço da proposta será fixo e irreajustável, expresso em real.

A empresa que for contratada terá que apresentar garantia contra defeitos de fabricação de no mínimo 36 meses.

Configurações

O sistema operacional empregado nos laptops será o Linux. Não há a possibilidade dos fabricantes apresentarem sistemas proprietários, nem mesmo em aplicativos. Há uma série de especificações técnicas. Os fabricantes deverão, futuramente, analisá-las para tentar identificar se o edital foi direcionado ou não para algum tipo de equipamento. As principais características técnicas do equipamento que o governo deseja adquirir são:

- Peso máximo: 1,5 kg
- Consumo de energia: Até 15 Watts.
- Memória RAM: 256 Mb (DDR 333Mhz (fraca para garantir a recepção de vídeos)
- Kit multimídia integrado: câmera de vídeo e fotográfica, microfone, saída de áudio, recursos gráficos, barramento mínimo de 32 bits,
- Duas portas USB 2.0.
- Tela de cristal líquido de pelo menos sete polegadas.
- Teclado (ABNT-2)
- Memória tipo Nand Flash, de capacidade mínima de 1 Gb
- Sistema operacional Linux

Distribuição

A distribuição dos laptops escolares seguiu a regra de garantir maior volume dos equipamentos para regiões mais carentes. A região Nordeste, por exemplo, receberá 46.588 laptops. Já a região Norte, 31.081 computadores. Em seguida vem o Centro-Oeste com 34.669 equipamentos, o Sudeste 20.595 e o Sul com 17.117 computadores portáteis.

A maior concentração de laptops educacionais está nas capitais. Ao todo foram destinados 51.657 computadores escolares em todos os Estados. Como Brasília ficou sozinha com um lote de 15.854 computadores portáteis, se deduzido esse número, o total de computadores que serão mandados para as capitais cai para 35.803 laptops.

A boa notícia nessa distribuição dos laptops educacionais foi que o governo não se valeu de critérios políticos para atender as escolas públicas com computadores. Das 300 cidades listadas para receber o piloto do projeto "UCA", apenas 25 têm prefeitos filiados ao Partido dos Trabalhadores (PT). Os municípios petistas receberão 15.246 laptops escolares, praticamente o mesmo volume que o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM) estará recebendo para as escolas públicas de Brasília e cidades satélites.

O edital já está criando polêmica no mercado. "Vão gastar dinheiro público com um programa que somente servirá para dizerem nas próximas eleições: Olha se votarem em mim, todas as escolas terão laptops", disparou o presidente da Samurai, Carlos Rocha, um crítico ferrenho do programa UCA - "Um computador por Aluno".



10.7.07

Conheça os 9 pecados no uso de celulares

IDG Now!

Framingham - Com popularidade do celular, cresce exemplos de comportamento inadequado.

Antes de discutir os novos pecados mortais do uso do celular, é importante enfatizar que os velhos erros, como as conversas em voz alta em locais públicos, não deixaram de existir.

Parte do problema é que muitas pessoas acreditam que, se elas pagaram pelo serviço de telefonia móvel, elas devem poder usar seu telefone da maneira que quiserem. Este é o tipo de conceito que os fumantes acreditam – uma vez que eles pagaram pelo cigarro, devem ter permissão para fumar em qualquer lugar.

Uma pesquisa conduzida pela VitalSmarts descobriu que 91% dos ouvidos haviam sofrido recentemente do que se chama de “insensibilidade pública relacionada à tecnologia”. O curioso é que 83% dos entrevistados afirmaram que nunca ou raramente foram culpados desse tipo de ação.

Em outras palavras, as pessoas estão se tornando rudes e chatas com os celulares, mas não estão cientes de suas próprias transgressões.

Enquanto os velhos erros continuam a acontecer, aqui estão nove dos novos pecados no uso do telefone móvel e como evitar cometê-los ou se tornar sua vítima.

1. Discagem involuntária
O pecado é tipicamente causado por pessoas que não entendem que recursos como “tecle o ultimo número chamado” pode ser acidentalmente acionado.

O receptor de uma chamada desse tipo normalmente ouve conversas desencontradas ao fundo, o som do farfalhar de roupas ou de objetos dentro da bolsa. No entanto, existe o potencial do episódio causar embaraço se o acidente acontece em meio a uma conversa sigilosa ou íntima.

Evite a discagem involuntária usando o bloqueio do teclado.

2. Obstrução do corredor
O pecado acontece quando as pessoas estão ansiosas para descer de uma aeronave e alguém obstrui o corredor, ocupado em fazer uma chamada no celular, checar suas mensagens ou ler e-mails. Resultado: todos são obrigados a esperar.
Grenny nota que as variações deste pecado podem ocorrer em qualquer tipo de fila, como no restaurante ou supermercado. “Isso é absolutamente grosseiro”, afirma.

Evite o bloqueio de corredores estabelecendo prioridades. Uma vez que você esteja fora da fila, você poderá checar e-mails e fazer suas ligações. Isso pode esperar. De verdade.

3. Farra desagradável
Isso freqüentemente tem a forma de duas ou mais pessoas comparando seus telefones em voz alta em público. E, na medida em que os dispositivos móveis ganham tamanhos mais e mais reduzidos, isso leva a diálogos do tipo: “o meu é menor que o seu”.

Grenny chama este pecado de “ostentação”. “Você percebe a falha em um avião quando uma pessoa pega o seu celular e, em seguida, o vizinho também pega o seu”.
Evite essa farra desagradável simplesmente evitando-a. Ou pelo menos faça discretamente.

4. Pouca higiene
Há duas manifestações comuns desse tipo de problema. O primeiro é emprestar o telefone a outra pessoa e pegá-lo de volta cheio de oleosidades na tela. O segundo ocorre quando você empresta o celular a alguém que o mantém por alguns minutos nas mãos e você diz algo como: “espero que você não pegue minha gripe”.

Evite a falta de higiene lembrando-se de limpar a superfície do visor freqüentemente e, uma cortesia relativamente comum, evite comentários maldosos quando você está gripado. Ou simplesmente não empreste seu celular.

5. Negar problemas no bocal
Não é segredo que às vezes é difícil ouvir algumas chamadas do celular. Algumas vezes o problema é só uma conexão ruim. Em outras, o bocal está mal posicionado de forma a ficar roçando a mandíbula da pessoa, muito distante da boca.

“Quando isso acontece, você entende apenas cerca de 30% da conversa”, afirma Grenny. Você diz “ahã” só para fingir que entende o que está sendo dito.
O problema: algumas pessoas vão negar ferozmente que seu bocal falhou.

Evite esse problema se dando tempo de ajustar o bocal antes de culpar outra razão para a recepção ruim. Aproveite para perguntar à pessoa do outro lado da linha se ela consegue ouvi-lo claramente.

6. Uso inadequado do aparelho
Um dos exemplos desse pecado se dá quando algumas pessoas falam alto usando um celular pequeno ou um headset. O resultado é que o pecador parece estar falando sozinho.

Outra manifestação é ouvir o seu headset quando isso não é apropriado. As duas coisas podem acontecer em banheiros públicos, por exemplo.

“De repente, alguém diz algo no banheiro e você sabe que é a única pessoa que está lá além dela”, diz Baker. “Isso faz com que você pense em quão importante deve ser aquela mensagem que não possa esperar mais de dois minutos”.

“Algumas pessoas começam a urinar e continuam a conversa durante todo o tempo”, Grenny nota. “Eu sempre me perguntei se eles são realmente bons amigos daqueles com quem estão conversando”, completa.

Winkler tem uma simples dica para evitar esse pecado. “Um headset é pequeno e fácil de esquecer ligado, por isso não use isso se você não está falando ao telefone”, ela diz.

7. Abuso da câmera do telefone
Como são uma ameaça potencial à segurança, muitas companhias não permitem o uso de câmeras em suas fábricas e não adquirem celulares com câmera para seus empregados.

Em público, no entanto, telefones com câmera transformam todo mundo em potencial paparazzi e pode ser uma grande fonte de descortesia. Grenny afirma que um dos pesquisados do seu estudo relatou o caso e uma pessoa tirando fotos de um cadáver em um funeral.

“As pessoas sentem que, se algo acontece em público, deve ser registrado por seu telefone”, explica Grenny. “Mas não sei se gostaria que alguém fotografasse minha esposa me beijar no aeroporto quando estou para embarcar”, completa.

Evite o abuso no uso da câmera do celular lembrando daquela regra geral dos fotógrafos profissionais: “se não se trata de uma pessoa pública fazendo algo em público, você não tem o direito de tirar fotos a menos que peça permissão”, diz Grenny.

8. Falar e comer
Este pecado é similar ao usar o celular enquanto você está no banheiro, quando a pessoa do outro lado da linha ouve os barulhos do seu corpo em movimento.

“As pessoas não entendem que os barulhos da sua mastigação estão sendo ouvidos em alto e bom som”, Grenny afirma.

Evite falar e comer simplesmente evitando falar e comer. E se você é o ouvinte de uma chamada com sons de mastigação, deixe, de forma polida, que o interlocutor fique sabendo que você prefere conversar quando ele não está comendo.

9. Viva-voz em público
Algumas vezes, falar de forma horrivelmente alta não é o suficiente para os pecadores de celular: eles precisam ouvir os dois lados da conversa, por isso eles acionam o viva-voz do telefone em público. Um pecado relacionado a esse é o hábito de sessões públicas de push-to-talk, aquele recurso dos rádios de trunking.

Grenny cita um pecado assistido recentemente no salão de café da manhã de um hotel. “Dois rapazes estavam acotovelados sobre um telefone e gritando. Eles estavam travando uma briga com outra pessoa sobre alguma coisa, e eram bastante vulgares. Isso durou cerca de 20 minutos, e nenhuma pessoa no salão falou nada a respeito”.

Evite acionar viva-voz em público usando esse recurso do seu celular somente quando for absolutamente necessário, e fazendo isso apenas em locais fechados.

Apenas diga não
Ester entre pessoas que estejam se comportando inadequadamente é sempre desconfortável, mas o consenso entre as pessoas ouvidas para esse artigo é de que é preciso fazer alguma coisa.

“Boas maneiras em público são formadas em conversas públicas”, disse Grenny. “Várias pessoas esperam que os hábitos no uso de celular sejam entendidos ao longo do tempo, mas isso não vai acontecer até que as pessoas, educadamente, digam às outras quando existir um problema”.

O nível de polidez exigido quando você se confronta com um pecador no uso do celular está aberto ao debate. Alguns pensam que a melhor tática é aconselhar evitando o confronto. Em todo o caso, os que participaram desta pesquisa concordam que, a menos que os pecadores sejam alertados de seus erros, esses aborrecimentos irão continuar e só crescer.