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7.11.08

O Bond Phone


Telefonia & Etc


Mais uma vez, a Sony Ericsson pega carona num filme do agente 007 (o "Quantum of Solace") para promover a marca e seus aparelhos. Desta vez, o modelo usado por James Bond é o C902, da família Cybershot.

Do que Bond, James Bond precisa? De um celular 3G HSDPA 2100/850 com Wi-Fi, câmera de cinco megapixels, A-GPS, Google Maps, função WayFinder para navegação, geotagging para as imagens, Java, rádio FM, edição de fotos (dentro do aparelho) e possibilidade de envio direto para blogs; saída de TV.
O modelo vem com cartão de 2Gb (M2) e Bluetooth full. E como não podia deixar de ser, para um modelo usado por Mr. Bond, acelerômetro e sensor de rotação.

Sony apresenta celular com Wi-Fi


INFO




A linha de celulares Wakman da Sony Ericsson foi ampliada com um novo modelo, o W705, anunciado em conjunto com o MTV Europe Music Awards.

O modelo traz recursos comuns aos demais aparelhos da série, como o TrackID, que reconhece as faixas que estão sendo tocadas; o SensMe, que escolhe músicas de acordo com o humor do seu dono; e controle Shake, que permite controlar o acervo musical apenas com movimentos das mãos.

Via rede Wi-Fi, o usuário pode baixar músicas direto para o aparelho usando o serviço de downloads PlayNow – que inclui faixas completas sem DRM, wallpapers e ringtones – ou pelos sites das operadoras.

O aparelho traz recursos de áudio avançados, que prometem uma experiência musical de melhor qualidade e suporte a rádio FM.

A tela tem 2,4 polegadas, facilitando a navegação na web, e funciona no modo retrato e paisagem, podendo ser rotacionada com apenas um movimento.

Outro recurso disponível no aparelho é compatibilidade com mapas, via Google Maps for Mobile. A câmera de 3,2 megapixel e o cartão de 4GB completam o pacote.

O produto chega a alguns mercados - a Sony Ericsson não definiu quais - no primeiro trimestre de 2009.

24.9.08

Sony Ericsson irá lançar serviço de venda de músicas para seus celulares



REUTERS

COPENHAGEN (Reuters) - Sony Ericsson will launch a mobile phone service with unlimited music downloads within weeks, the company said on Tuesday, as it competes with Nokia in expanding business beyond the sale of handsets.

Sony Ericsson's Play Now Plus, which will be available solely through telecoms operators, will provide subscribers access to millions of songs, and users can keep up to 300 songs after their 6-18 month contracts end.

"In a few weeks' time this service will be available with Telenor," Sony Ericsson's marketing head Lennard Hoornik told reporters as he outlined plans for the launch at a media event in Copenhagen.

He said Telenor will initially launch the service in Sweden and expand to other Western European countries in the middle of the 2009 first quarter and to other parts of the world in the second quarter.

"It is a further music offer in an increasingly crowded market, designed to compete with Nokia's Comes with Music," said Paolo Pescatore, analyst with research firm CCS Insight.

Users of Nokia's Comes with Music service, which will begin on October 17 in Britain, can download and keep unlimited amounts of music for a year. The service is expected to cost up to 70 pounds extra on top of the phone price.

Nokia has not commented on the price of the service, but analysts expect it to reach consumers with free phone offers from operators if clients sign up for 12- or 24-month contracts.

"In the long term music lovers will clearly be drawn to devices which will come with unlimited access to music. It is such an attractive proposition," Rob Lewis, the head of Omnifone, a technology partner for Sony Ericsson, told Reuters.

The Play Now Plus service will cost 99 Swedish crowns a month, a Telenor executive told journalists at the event.

Cellphone makers are seeking additional revenues from outside the maturing handset business, where price battles are getting tougher and consumer demand is slowing.

10.2.08

Quem leva a Motorola?

Todos lamentam o melancólico fim da Motorola, mas parece ser uma boa oportunidade de algumas marcas, como a DELL, descolarem-se do mercado de consumo e partirem para o mundo móvel, como a fabulosa joint.venture Sony Ericsson.


ADNEWS

Começaram as apostas sobre quem poderia assumir a divisão de celulares da Motorola. LG e Samsung são fortes candidatas, mas analistas internacionais destacam a possibilidade de entrada de um novo player na indústria de terminais, como a Dell, para onde foi o ex-chefe da unidade de celulares da Motorola, Ron Garriques. O anúncio feito pela Motorola na semana passada, de que considera a venda ou a separação da unidade de celulares, está suscitando todo tipo de especulação, inclusive sobre uma possível venda de outras unidades. Neste caso, a Cisco é dada como forte candidata à compra das divisões de enterprise e home mobility, enquanto a Huawei aparece como possível interessada na compra da unidade de infra-estrutura de redes móveis.

Para o analista Mark McKechnie, da American Technology Research, a divisão de celulares da Motorola tem valor em torno de US$ 8 bilhões. Ele considera que seriam necessários investimentos entre US$ 500 milhões e US$ 2 bilhões para que a divisão desse a volta por cima até 2009. Para o UBS, o valor da unidade gira entre US$ 7,5 bilhões e US$ 11,5 bilhões e são poucas as companhias com cacife para a proposta.

O relatório considera que a Nokia precisa elevar seu market share nos Estados Unidos, onde a Motorola é líder. Mas diante da fraqueza da concorrente, haveria outros meios mais baratos para ganhar mercado, sem contar que uma possível oferta da Nokia despertaria a resistência dos órgãos antitruste. LG e Samsung teriam menos problemas neste aspecto, segundo análise da Rethink Research, que destaca ainda a sinergia destas empresas com a tecnologia CDMA e o fato de a Motorola ser bem posicionada no desenvolvimento de aparelhos de baixo custo. O texto enfatiza ainda que, por estes motivos, a Motorola pode ser ideal para fabricantes focados em mercados emergentes, como as empresas chinesas que trabalham em regime de ODM, que fabricam para terceiros.

A análise ressalta a possibilidade de uma joint venture com um produtor de eletrônicos de consumo, aos moldes da Sony Ericsson. "Pode ser potencial para a Motorola levar sua expertise móvel para uma forte marca de consumo, como a Dell", destaca o relatório, lembrando que, para isso, a empresa deve estar preparada para conviver com as diferentes margens, estrutura e pressão do negócio de terminais.


10.7.07

Veja os celulares que vão rivalizar com o iPhone

O IDG Now! preparou um ranking de aparelhos que podem rivalizar com o iPhone já hoje em dia, aproveitando-se do fato de que o mimo da Apple é 2,5G e tem restrições diversas.

Dentre os destaques, há o HPC Touch, Sony Ericsson w880, só coisa boa.

27.6.07

Sony Ericsson lança K850, com câmera de 5MP





O Globo


RIO - Depois da Nokia, que acabou de lançar no Brasil o modelo N95, é a vez de a Sony Ericsson surpreender o mercado ao anunciar o lançamento do K850. O aparelho, assim como o N95, tem câmera digital de 5 megapixels de qualidade, além de ser compatível com redes HSDPA (terceira geração de telefonia celular). Ainda se destacam recursos avançados de câmera digital como BestPic, Photo fix e PictBridge.

O modelo traz memory card de 512Mb para armazenamento de imagens e vídeos, com capacidade de expansão de memória, rádio FM, tecnologia Bluetooth, infravermelho, captura de áudio e vídeo, aplicativos Java, suporte para email via Microsoft Exchange e tela brilhante de cristal à prova de arranhões.

O aparelho estará à venda no mercado brasileiro a partir de outubro nas cores azul e verde. O preço é de R$ 1.999

18.5.07

Leilão de 3G é questão de sobrevivência para a indústria


Convergência Digital

O leilão das licenças da Terceira Geração precisa acontecer até o terceiro trimestre deste ano. O alerta é feito, mais uma vez, pelo vice-presidente da Ericsson Brasil, Carlos Duprat. Segundo ele, os números da balança comercial do segmento, onde há uma queda significativa na produção local e na exportação de equipamentos, é a maior prova que a indústria não está, de fato, vivendo um bom momento. "Sem 3G num prazo rápido, não haverá pedidos e o ano de 2007 estará perdido", repete.

A própria Ericsson, que recém-incorporou empresas ligadas à oferta convencional de banda larga, como a Tandberg, por exemplo, e a própria RedBack, do mundo IP, está voltando sua linha de produtos para o negócio de banda larga fixa, onde até então, não havia portfólio para disputar as concorrências. "Estamos avaliando todas as oportunidades para manter o parque fabril em atividade. A banda larga fixa nos ajuda a manter os processos", destaca Duprat.

O executivo, ao ser questionado sobre o fato de a reclamação da indústria não ecoar de forma tão incisiva em setores do governo, que consideram as reclamações "choro" de fabricante, diz que, no caso da Ericsson, há uma preocupação com os cerca de 12 mil empregos diretos e indiretos gerados no Brasil, a partir da unidade fabril aqui instalada.

"Se eu tiver que paralisar minha produção, como vou manter essa geração de emprego?", questiona. "Como o próprio presidente Lula observa a nossa disputa é com a China. E estamos sem competitividade na moeda e também porque não há acesso ao mercado brasileiro para novas tecnologias", completa o vice-presidente comercial da Ericsson Brasil.

Mesmo com novos caminhos, a Ericsson Brasil revela grande preocupação com a falta de definição em relação ao lançamento do edital das licenças de 3G no país. Segundo, Duprat, a própria Ericsson foi a última fabricante a vencer um grande contrato no Brasil - o da Vivo, que montou a infra-estrutura GSM.

"As empresas já querem apostar na nova infra-estrutura e têm recursos para atualizarem suas redes. O atraso do edital prejudica toda a cadeia produtiva do setor de telecomunicações. Esse edital tem que acontecer ainda este ano, senão o Brasil perderá o rumo no mercado de Terceira Geração. As fábricas são globais. Elas existem onde há escala e volume de vendas", completa o executivo.

19.4.07

Sony Ericsson atualiza linhas de celulares Cyber-Shot e Walkman


IDG

São Paulo - Novidades incluem aparelho com recursos de blogging e câmera de 2 megapixels e telefone de espessura fina com funções MP3.

A fabricante de telefones celulares Sony Ericsson divulgou nesta terça-feira (10/03), seus lançamentos para o segundo trimestre de 2007. Os novos aparelhos contemplam modelos direcionados a entusiastas de fotografia e entretenimento musical.

Na linha Cyber-Shot, de aparelhos com vocação fotográfica, a novidade é o telefone K550, com câmera digital de 2 megapixels e recursos de blogging (em parceria fechada com o serviço Blogger, do Google) acomodados em 1,4 centímetros de espessura. Baseado na tecnologia GSM (como todos os produtos da empresa), já está disponível para o consumidor, ao preço de 849 reais.

O segmento Walkman, de aparelhos com funções de tocador de música digital, teve três lançamentos – W580, W610 e W880. Todos vêm com a nova interface Walkman 2.0, de navegação mais intuitiva e visualização da arte de álbuns armazenados, e função TrackID, que analisa a música tocada na sintonia FM do aparelho e compara, via web, com um banco de dados para fornecer ao usuário detalhes da canção executada, como nome da banda ou cantor.

O destaque da linha fica por conta do modelo W880 com espessura de 9,4 milímetros, bateria com autonomia para 18 horas de reprodução musical e câmera fotográfica de 2 megapixels. O aparelho já está disponível para compra e custa 1.699 reais - é vendido com um cartão de memória de 1 GB de capacidade.

Já o W580 apresenta funções para agradar os praticantes de esportes. Além da reprodução de faixas musicais, o telefone possui contador de passos e realiza cálculo de distâncias percorridas. Chega ao mercado em junho, por 999 reais.

Com exceção do W880, todos os outros lançamentos serão fabricados no País. Segundo o vice-presidente da Sony Ericsson no Brasil, Silvio Stagni, “a intenção é reforçar cada vez mais a fabricação local de celulares, chegando a produzir toda a linha no Brasil até 2008”.

Com relação ao posicionamento da Sony no mercado mundial, o executivo expôs a meta de, até 2008, ocupar a terceira posição no ranking de maiores fabricantes de telefonia celular. “Vendemos 75 milhões de telefones em 2006. Na comparação com 2005, crescemos 46%, enquanto a média da concorrência foi de 26%”.

Atualmente, segundo dados da consultoria Gartner, a Sony Ericsson é o quarto maior fabricante de celulares do mercado mundial, atrás da líder Nokia, Motorola e Samsung.

6.3.07

28.1.07

1 bilhão de celulares vendidos no mundo em 2006

29.12.06

Cellphones for the Music Fan


Matéria do NYTimes sobre celulares que possuem os melhores recursos de mídia incluídos, e que podem ser comparados a um IPod.

27.12.06

Porque fazer um iPhone não é tão fácil...

CNN Money


NEW YORK (Fortune) -- A well-regarded computer and consumer-electronics maker plunges into the competitive wireless market with a combination music player/cell phone. The company's loyal users can barely wait to try the new gadget, and analysts predict the device will deliver on the long-promised marriage of music and mobility.

We're describing, of course, a phone Sony (Charts) made for Japan's NTT DoCoMo, circa 2000. But you'd be forgiven for thinking we were talking about Apple's rumored wireless phone, which could be launched as early as next month.

It turns out that Sony's wireless experience is a cautionary tale for any consumer electronics maker - including Apple - trying to make the move into the cell phone business. Sony stumbled badly with its music player/phone, and in May 2001 DoCoMo recalled 40,000 of the handsets due to software glitches. (One phone reportedly shut down if the user was listening to music when the phone rang.)

Then, another Japanese operator recalled more than 500,000 Sony Internet-capable handsets. A few months later, Sony entered a joint venture with established telecom player Ericsson, in part, executives of the venture say, to gain much-needed wireless expertise. The alliance, Sony Ericsson, today is the No. 4 maker of wireless phones, after Nokia (Charts), Motorola (Charts) and Samsung.

While we don't know exactly how Apple (Charts) intends to enter the wireless market (the company declines to comment) it is clear the mobile world has its own quirks and demands that Apple will need to negotiate. And cell phones, obviously, are a very different, very specialized type of technology.

Some cell phone makers like to point out that today's high-end phones really are miniature computers - powerful, Internet-enabled machines that also happen to make voice calls.

"At Motorola, we call this the device formerly known as the cell phone," Padmasree Warrior, Motorola's chief technology officer recently said, holding up her own RAZR. That, however, does not mean a computer maker simply can install some radios, receivers and vocoders (short for "voice encoders" that translates voice sounds for digital transmission) and turn any old device into a cell phone. "If only it were that easy," laughs Steve Walker, vice president of product marketing for Sony Ericsson.

Indeed, several makers of personal digital assistants tried to do just that in the late 90s and early part of the decade, with disastrous results. The voice quality wasn't very good, and the PDA makers discovered what most cell phone users already know: Talking on the phone a lot is a big drain on batteries. Heavy voice users found they couldn't access their calendars or address books, the very things they needed from their PDAs.

We're not suggesting Apple would be so naïve, but there are many good reasons why even the most sophisticated consumer electronics companies team up with wireless specialists when it comes to making phones. Bang & Olafson's pricey Serene, for example, is produced in conjunction with Samsung, which had its own rocky transition from consumer electronics to cellphones. According to my colleague Peter Lewis, the Korean company's chairman gave its first phones to all his friends as gifts, and the feedback was so horrendous he had employees destroy Samsung's entire inventory of phones in a bonfire.

So what do Bang & Olafson and Sony get from their wireless partners? Help with the logistics of getting wireless devices to interconnect with the hundreds of phone networks around the world. Each phone company network is engineered a little differently, and in order for a phone to work on that network, it must go through trials and tests. Then there are all the special extras a phone company might ask of the phone maker: a special logo on the device, special user interface software, etc.

"You need to have a global infrastructure, the ability to do localization, and language variants," says Tero Ojanpera, Nokia's chief technology officer. "There aren't that many players that can do that."

Of course, Apple may not want to make a device for the entire world, and it may not even want to make a device for all Americans. Some analysts believe Apple will enter the market as a mobile virtual network operator, or MVNO, buying wholesale airtime from Cingular or another phone company, and reselling the service under the Apple brand, along with its device. Such as strategy would give Apple complete control of the user experience, something Steve Jobs is keen on, especially after hard-core Apple fans complained about the ROKR, the Motorola/iTunes phone distributed by Cingular.

But the MVNO model would limit Apple's base of potential users, and more scarily, thrust it into the role of phone operator. The most successful MVNOs in the U.S. are companies such as Virgin Mobile and Tracfone, which focus on the pre-paid market. Virgin targets teens who don't have credit histories needed to get traditional cellular plans, and Tracfone similarly targets credit-challenged or thrifty users.

The track record for MVNOs trying to address the high end of the market is not so good. Disney shut down its ESPN mobile operations earlier this year, in part, because consumers didn't want to pay a premium price for handsets and services that weren't all that different from offerings from Verizon (Charts), Sprint (Charts) or Cingular. And Ranjan Mishra, Mercer Management Consulting director specializing in wireless, questions why Apple would want to be a phone company, albeit a reseller, with all its customer-service headaches. "It seems like a risky proposition to me," he says.

No matter how Apple enters the wireless market, it is sure to make a big splash. One of the big questions is whether the company can learn to navigate the industry alone, or, if like Sony before it, Apple will end up seeking a wireless partner.

22.11.06

Top 10 celulares Sony Ericsson


InfoSync World

O blog InfoSync computou os 10 melhores celulares Sony Ericsson, lista encabeçada pelo excelente k850, com 4Gb de memória flash. É o sucessor do k790, agora disponível no Brasil.