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30.1.09

MEF cautions over new UK regulatory rules

ME


Trade body warns against punishing legitimate content providers with mountains of red tape.
The Mobile Entertainment Forum says it welcomes the sentiment of new rules governing the selling of mobile content put forward yesterday by UK regulator PhonepayPlus.

However, the MEF has cautioned that the proposals "appear to collectively punish the majority of content providers by creating a layer of red tape, without actually addressing a small number of rogue elements that persistently mislead consumers".

The body says it will be study PPP's consultation further following discussions with its members and legal experts at Denton Wilde Sapte, before producing a guide to its implications.

 Suhail Bhat, policy and initiatives director at MEF, said: "MEF welcomes the sentiment of today’s PhonepayPlus (PpP) consultation on mobile phone-paid services. Our members support measures that promote transparency for consumers without hindering their access to and enjoyment of mobile services.

"We believe that all forms of non-compliance and consumer harm should be dealt with immediately and we would have liked elements of the new rules to allow for consumer complaints to be resolved more quickly. While we are still studying the changes, at this stage we are not convinced that the new regulations achieve anything that wasn’t possible under the previous Code of Practice."




New rules for UK mobile content providers


ME



Regulator PhonepayPlus introduces prior permission and active confirmation to curb abuses.
PhonepayPlus has confirmed the measures it's putting in place to protect consumers from rises in bad practice by direct-to-consumer mobile content providers in the UK.

Specifically, it is introducing to two new rules:

Prior permission - Content providers offering mobile subscription services charging over £4.50 in any given week or applying pay-per-page charges on the mobile internet must first apply for permission from PhonepayPlus;

Active confirmation - as part of the prior permission undertaking, any consumer joining a subscription service must first receive a free confirmation text message detailing the cost and conditions of the service. The consumer cannot be charged until they have confirmed their subscription by replying to that text.

PhonepayPlus hopes the rules will reverse a 108 per cent rise in consumer complaints about so-called phone-paid services (ringtones, games, interactive TV, competitions, news alerts, etc).

Also detailed in the statement are rules pertaining to:

- Price transparency: price information must be clearly displayed - as prominent as any other aspect of the promotion. Promotional material must not suggest any premium rate product or download is 'free';

- Promotional text messages: providers sending free promotional messages must inform recipients that the message is free and make clear how to opt out of receiving similar messages in the future;
 
 -  STOP: providers offering subscription services or sending promotional text messages must enable consumers to easily opt out of the service via the 'STOP' command. Any failure of this command already results in the service being immediately shut down while PhonepayPlus investigates;

- Marketing lists: companies that sell or otherwise trade third party marketing lists must provide evidence upon request by PhonepayPlus that recipients have agreed to receive promotional text messages for particular types of services;

- Chat: text-based chat services must not imply that users are exchanging messages with other individuals, or that customers will be able to meet people by using the service, unless this is the case.

Paul Whiteing, acting CEO of PhonepayPlus, said: "These new measures are targeted at a small number of providers who do not offer services to customers in a fair and straightforward way. Consumers should not need to work hard to understand the full price of any service.

"The guidelines are the result of intensive research in to the mobile market, and PhonepayPlus expects them to result in fewer complaints and greater confidence in the market."




8.1.09

Crise afeta drasticamente receita global de serviços, mas área de dados mostra vigor


CONVERGÊNCIA DIGITAL

O estrago causado pela turbulência econômica atinge em cheio o setor de Telecom. O mercado de de serviços do setor, que nos últimos anos tem registrado taxas de crescimento em torno de 10%, em 2009 deverá crescer apenas 1%, muito impactado pelo serviço de voz, de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira, 08/01, pela Pyramid Research.

Apesar da redução drástica na taxa de crescimento, os consultores da Pyramid Research mostram otimismo. Eles acreditam que o mercado global das telecomunicações deverá se recuperar em 2010, motivado por uma combinação de fatores tais como o aumento da disponibilidade de pacotes multiplay e aparelhos versáteis, com preços competitivos, com os mercados emergentes proporcionando o dinamismo tão necessário à indústria.

O estudo "Global Telecom Services Revenue Forecast 2008-2013: Emerging Market Opportunities" (Previsão de Receitas dos Serviços Globais de Telecomunicações para 2008-2013: Oportunidades do Mercado Emergente), apresenta uma previsão completa para um período de cinco anos da receita global das telecomunicações por serviço.

O relatório apura que os serviços de voz terão o impacto mais negativo de 2009 enquanto que os aplicativos móveis sem uso de voz e o acesso à Internet de banda larga deverão continuar com crescimento significativo.É projetada uma redução de 3% no mercado total de voz, comparada com os 6% de expansão em 2008, enquanto que o mercado de dados, tanto por telefones fixos quanto móveis, irá atingir US$ 411 bilhões em 2009, um crescimento de 12% dos níveis de 2008.

"Dados móveis serão o principal mecanismo de crescimento, com aumento de receita de 15% para US$ 223 bilhões", observou Leslie Arathoon, Vice-Presidente de Pesquisas da Pyramid Research e co-autora do relatório. "O número de contas de banda larga, incluindo às de 3G, vai mais do que dobrar passando dos 965 milhões atuais para mais de 2 bilhões até 2013. Isso irá criar um importante mercado-alvo para o conteúdo digital, aplicativos e lucros com propaganda", atesta a analista.

O estudo da consultoria também apresenta o crescimento da receita dos serviços de telecomunicações por região. Ele indica que os mercados emergentes permanecem impulsionando o setor. "A penetração móvel global é agora de 60%, um número que, conforme nossa previsão, irá aumentar para 84% até 2013, liderado pelo crescimento na Índia e na China. Estes dois mercados juntos acrescentarão 829 milhões de assinaturas móveis de 2009 até 2013, 44% do total das adições líquidas mundiais durante aquele período", relatou Leslie Arathoon.

"Também projetamos que a receita do serviço regional de telecomunicações na Europa Central e Oriental, Ásia/Pacífico, África e Oriente Médio terá crescimento anual de cerca de 7%, enquanto que os mercados maduros da América do Norte e da Europa Ocidental terão impacto negativo causado pelo ambiente econômico deteriorado", completa a vice-presidente de Pesquisas da Pyramid Research.

O relatório "Global Telecom Services Revenue Forecast 2008-2013: Emerging Market Opportunities" faz parte da série de relatórios Global Market Perspective (Perspectivas do Mercado Global) preparados pela consultoria.



7.11.08

Operadoras: o desafio da competitividade


IP NEWS

Para Jesús Martín Tello, experienced manager da everis, telcos precisam se tornar facilitadores de serviços de valor agregado para atenderem à demanda de um novo tipo de cliente.

Durante a Futurecom, um dos principais assuntos abordados em palestras e coletivas foi a mudança pela qual o modelo de negócios das operadoras fixas e móveis deve passar num futuro próximo para atender a clientes cada vez mais exigentes. “Os novos hábitos de consumo tornam as ofertas n-Play uma necessidade no mercado e um diferencial ante a concorrência, especialmente no que se refere aos serviços multimídia. Apesar do retorno dos investimentos serem necessários a curto prazo, ainda existem diversas dúvidas sobre a demanda desses serviços, seja sob o ponto de vista de negócios ou do interesse real dos consumidores finais. Como a rentabilidade não é evidente, faz-se necessária uma análise cuidadosa da oportunidade. Hoje a única certeza que se tem é que a forma de fazer negócio das operadoras mudará no futuro próximo e o consumidor final será o protagonista dessa transformação”, diz Jesús Martín Tello, experienced manager da everis, consultoria multinacional de negócios e tecnologia da informação.


Atualmente, o mercado multimídia europeu movimenta mais de € 1,3 bilhão e o crescimento desse setor manteve-se na faixa dos 4,4% ao ano, desde 1998. Apesar do aumento da adoção dos itens básicos das companhias de telecomunicações serem superiores à média mundial na América Latina (5,5% em telefonia fixa, 30,4% em telefonia celular, 21,4% internet e 71,9% banda larga, de 2000 até 2005), os países da região terão o desafio de investir mais na convergência tecnológica para impulsionarem a penetração dos serviços multimídia e, assim, poderem capitalizá-los como catalisadores do desenvolvimento sócio-econômico. “As operadoras precisam deixar de pensar em serviços tradicionais. Se até agora elas ofereciam serviços end-to-end, daqui para frente passarão a controlar cada vez menos a cadeia de valor. Outras empresas irão desenvolver serviços, o que significa que as telcos perderão receitas”, avalia o especialista.


Dentro desse cenário, Jesús Martín Tello recomenda que as operadoras sigam investindo em suas redes, mas transformando-as em uma plataforma standard sobre a qual outras empresas (como Google, Facebook, Skype e Youtube) possam desenvolver uma nova tipologia de serviços. “As telcos não devem tentar replicar esses tipos de serviços, mas devem atuar como facilitadores, até mesmo melhorando essas ofertas com uma garantia de qualidade, eficiência e segurança”, adverte o consultor.

No Brasil


Enquanto na Europa esse novo modelo começa a amadurecer, Jesús Martín Tello diz que no Brasil ele começa a ser estudado agora. “Algumas operadoras fizeram grandes investimentos na adaptação da infra-estrutura para absorver essa tipologia de serviços. Mas todas têm grandes projetos que envolvem banda larga, IPTV, e desenvolvimento de uma plataforma de serviços. Todas estão no caminho”.


Em relação à regulamentação, o especialista admite se tratar de um tema complexo. Ele conta que na Europa existem iniciativas que vão em direções opostas: se de um lado há países que determinam por lei a desagregação das redes (como é o caso do Reino Unido), do outro lado há aqueles que decidiram proteger a rede das incumbents, principalmente as de fibra ótica. “Em países onde a concorrência não existe a desagregação da rede é válida, mas em países onde a competição é positiva é factível que as operadoras façam mais investimentos e agreguem diferenciais nisso. Acho que no mercado de telecom não existe modelo pior ou melhor. É preciso ver qual é o melhor para o momento”, conclui.

4.11.08

Mobile marketing já representa 10% de serviços de valor agregado de operadoras


IP NEWS

Segundo IDC, mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e neste ano esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. Mercado deve explodir com o serviço de localização e a telefonia 3G.

A explosão da telefonia celular no Brasil tem impulsionado uma nova modalidade de marketing, que já começa a ter representatividade na receita das operadoras de telefonia móvel. Análises da IDC mostram que as mensagens B2C movimentaram U$ 129 milhões em 2007 e já representam 10% da receita dos serviços de valor agregado dessas operadoras. Em 2008, esse valor deve ultrapassar os U$150 milhões. “Apesar do crescimento, esse mercado ainda está no início no Brasil”, destaca Vinicius Caetano, analista de telecom da IDC. Os dados fazem parte do estudo Mobile Content Services, cuja análise foi feita de forma quantitativa considerando o número de mensagens de publicidade e promoções, que hoje está em torno de 1 bilhão por ano entre todas as operadoras.


Já outro estudo correlato, Mobile Marketing, avaliou esse segmento qualitativamente comparando-o com os EUA, onde o mercado está muito mais avançado e movimenta cerca de US$ 105 milhões apenas com mensagens de publicidade. “O mobile marketing teve início mundialmente nesse país e hoje busca maior interatividade, utilizando outros meios como vídeos e patrocínios, da mesma forma em que é feita a propaganda na Internet”, explica Caetano. Ele sinaliza que “à medida que os telefones 3G entrarem no mercado nacional, o Brasil alcançará rapidamente esse estágio. Atualmente, esses aparelhos respondem somente por 1,2% da base de celulares”.


Para o analista da IDC, o mobile marketing deve crescer bastante nos próximos anos, especialmente em algumas modalidades como a tradicional que abrange apenas a recepção de mensagens, o leilão reverso e a propaganda baseada em localização, que é a grande novidade nessa área e deve se transformar em um segmento importante para o mobile marketing, viabilizado pelo GPS. “A base de celulares com GPS está aumentando e agora é o momento de se discutir a questão da privacidade, uma vez que essa questão se mal resolvida pode inviabilizar a implementação do sistema”, destaca Caetano.


Os custos do mobile marketing que não são de mensagens ainda são altos devido à diversidade de aparelhos celulares que funcionam com sistemas diferentes. “No futuro, a tendência é de consolidação não só do ponto de vista de propaganda como em termos de serviço ao cliente”, prevê o analista, lembrando que o mercado de provedores de conteúdo passa por uma acomodação, as pequenas empresas estão fechando ou estão sendo adquiridas pelas grandes.


De acordo com Caetano, o que ainda impede maior crescimento do mobile marketing no Brasil é justamente a falta de preparo das operadoras para fornecer informações detalhadas aos provedores de conteúdo. “As empresas de telefonia precisam segmentar o mercado e fazer um estudo de suas respectivas bases de clientes para obter maior eficiência no trabalho com os provedores de conteúdo móvel, responsáveis pela criação das propagandas. Essa segmentação evita que usuários recebam mensagens que não se encaixam em seu perfil, reduzindo o efeito spam, bem como os custos de envio" destaca o analista.


14.7.08

Mercado de conteúdo móvel deve chegar a US$ 8,93 bilhões em 2014

 
De acordo com estudo da consultoria Frost & Sullivan, esses serviços foram responsáveis por 3,1% das receitas totais com telefonia no ano passado e cresceram quase 50% na soma entre Brasil e México.

Um novo estudo da Frost & Sullivan apresentou números sobre os serviços de conteúdo móvel na América Latina. De acordo com a consultoria, eles têm sido difundidos rapidamente na região e devem crescer mais à medida em que jogos e vídeos ganhem popularidade, uma vez que as aplicações relacionadas a música seguem sendo as de maior demanda. No ano passado, esses serviços foram responsáveis por 3,1% das receitas totais com telefonia, enquanto o número de usuários chegou a 57,1 milhões, ou 31,1% da base de assinantes. A receita desse mercado, que foi de US$ 1,15 bilhão em 2007, deve chegar a US$ 8,93 bilhões em 2014.

"Com as receitas de voz deixando de crescer a taxas impressionantes nos últimos anos, as operadoras latino-americanas de serviços móveis têm investido seus esforços na promoção de dados", explicam os analistas de pesquisas Justina Trotta e Andrés Sciarrotta. “Embora os serviços de mensagens SMS ainda sejam dominantes na região, os serviços de conteúdo móvel estão rapidamente ganhando adeptos”, acrescentam.

Em especial nos dois maiores países latino-americanos, Brasil e México, o crescimento em relação a 2006 foi de 48,5%, com receitas totais de US$ 1,11 bilhão. "No Brasil, cerca de 37,7% do total de 122,8 milhões de assinantes de serviços móveis usaram, pelo menos, um dos conteúdos móveis no ano passado. Os de música representaram 38,1% das receitas desse mercado, gerando US$ 250,2 milhões em 2007,” afirma Trotta.

Apesar do cenário favorável, existem alguns fatores que impedem uma expansão maior, segundo a Frost & Sullivan: o desinteresse de alguns usuários, que ignoram os recursos disponíveis ou acham que é difícil utilizar os serviços, ou a não compatibilidade dos aparelhos com alguns tipos de conteúdo, como jogos e vídeos. Para Trotta, as operadoras devem realizar esforços coordenados para educar os usuários em relação aos recursos de seus celulares e tornar os portais WAP mais fáceis de usar.